Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011

A José Niza

José Niza na sua escrita solitária

25 de Abril sempre

 

Um dos maiores êxitos do José Niza e de José Calvário foi “E Depois do Adeus”, canção que se tornou emblemática para a Revolução dos Cravos de 74, na medida em que foi utilizada, conjuntamente com (Grândola Vila Morena” de José Afonso),

pelos Capitães de Abril para ser transmitida pela Rádio Clube Português como senha para avanço até Lisboa das tropas revolucionárias contra o regime de então que viria a terminar com o fascismo existente em Portugal na altura.

José Manuel Niza Antunes Mendes, ou simplesmente José Niza como gostava que o chamassem, nasceu em Lisboa a 16 de Setembro de 1938 e viria a deixar-nos em Santarém a 23 de Setembro de 1911.

Foi médico, compositor e político.

José Niza ganhou como letrista quatro festivais da canção da RTP

Não vou aqui explanar toda a sua obra pois basta clicar em qualquer motor de busca da internet o seu nome e logo aparece quem era o Zé Niza.

Venho aqui, com a maior simplicidade possível agradecer a sua passagem por este espaço de tempo a que todos estamos sujeitos e obrigado por várias vezes nos termos encontrado nos escritórios do Arnaldo Trindade para resolver um problema que nunca foi concretizado.

“E Depois do Adeus” já toda a gente conhece para vos obrigar, entre aspas, a ouvir. Vou somente dedicar-vos uma adaptação de José Niza do poema da galega Rosália de Castro de 1970 mas com musica do Zé Niza “Cantiga para os que partem, interpretada por António Bernardino.

Um dia voltaremos a nos encontrar.

Até sempre
Nelson Camacho

 

Estou com uma pica dos diabos: Com saudades
música que estou a ouvir: Eles comem tudo eles comem tudo
publicado por nelson camacho às 07:02
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Sábado, 24 de Setembro de 2011

Espero-te

O Outono está a chegar….


O Verão acabou! Embora este ano não tenha sido grande coisa pois os dias foram quentes mas as noites bem frias. O que nos valia nessas noites frias era o carinho com que nos enrolávamos e nos beijávamos arduamente como se a noite não tivesse fim. De manhã, lá nos preparávamos para mais um dia de sol que por vezes teimava em chegar, não fora os afagos mútuos debaixo de uma toalha onde nos aquecíamos e nos escondíamos aos olhares de quem passava, os dias de verão foram passando e assim o Outono vai chegando.

Foste para a universidade, acho bem! Ficou a recordação a saudade a angústia, mas a vida é mesmo assim. Volta quando puderes.

No dia 1 vou ao CCB ver o conserto do Carlos do Carmo, que vai ser acompanhado pelo pianista Bernardo Sassetti, artista de quem tu também gostavas. Quantas noites adormecemos ouvindo-o na sua canção “Os Putos“  no CCB vai estar alguém ao meu lado, pena que não sejas tu meu amor! 

 

O Outono está a chegar! Por cá já se faz sentir o fresco, pelo menos nas noites.

Enquanto no meu canto que fica junto a uma janela, vou debitando desabafos, já sinto a humidade agarrar-se aos vidros.

O Verão já foi. Com ele levou momentos, que jamais julguei que viveria.

Comigo ficaram as saudades, assim como um enorme desejo de que, o próximo chegue depressa para que voltemos a estar juntos.

Lá longe, nas Beiras espero que estudes o mais possível mas não encontres uma nova amizade colorida pois minha cama continuará fria até ao teu regresso.

Quero voltar a passear contigo na praia

Quero ter-te junto a mim, num dia de chuva para que possamos, deitados na cama continuarmos a fazer promessas.

Ouvir a chuva a bater na janela de um qualquer quarto e quando assim estivermos, ouvir as batidas do teu coração em contra ponto com as batidas dos pingos de chuva.

As músicas que ouviremos talvez já não sejam “Os Putos” mas talvez “Avec Les Temps”.

Espero-te um dia para vivermos uma mão cheia de momentos únicos de desejo e prazer.

Um beijo...grande...

 

Nelson Camacho

 
 

 

Estou com uma pica dos diabos: Já estou com saudades
música que estou a ouvir: sonhar contigo
publicado por nelson camacho às 03:50
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

Quatro Paredes Ressuscitadas

As promessas são para se cumprirem

 

Já foi tudo dito em “Voltei contra riscos e coriscos” no entanto, é sempre bom quando se diz, ‘o prometido é devido’ e eu sou dos que cumpro o que digo, assim, cá vai o texto completo “Quatro paredes” o meu último desabafo neste blogue em 2008.

Nesta altura acabou o verão e a história continua a mesma, só com uma diferença, tenho uma distensão num dedo da mão esquerda que me impossibilita de efectuar alguns afazeres mas lá me vou safando com a graça de todos os Deuses.

Estou satisfeito por voltar e assim, cá vai o texto que ficou a meio.

Quatro Paredes ressuscitada

 

É este o tipo de ginástica que vou fazendo na praia quando está bom tempo ou no meu quarto em dias de chuva.

Manter o corpo saudável, seja de inverno ou verão é o meu dilema.

Mente sã em corpo sã, alguém disse um dia e tinha razão.

Podemos alcançar tudo na vida se nos mantivermos em plena forma física e mental embora as vicissitudes da vida nem sempre deixem acompanhar esse desejo. É a vida travessa que nos vai deparando ao longo dos anos que faz com que aquela força titânica necessária para alcançarmos os nossos sonhos se vá desfazendo. Como dizia o poeta “O sonho comanda a vida” - só que a vida não comanda o sonho -.

Nesta altura você que me está a ler perguntará. Mas o que é que o titulo deste texto tem a ver com a ginástica que faço na praia ou no quarto?

É verdade, tem razão! Seria mais interessante contar-vos o outro tipo de ginástica que normalmente faço no quarto, embora todos nós saibamos que esse tipo de movimentos que você está a pensar, também faça muito bem à saúde e à mente. Dá-nos alegrias para a vida tão madrasta que temos de levar com ela durante o tempo que por cá andamos cumprindo esta promessa deliciosa que é a de estar vivo. Como em certa altura numa entrevista para a Televisão a Lili Caneças um dia disse: “O estar vivo é o contrário de estar morto”.

Com este bla.. bla.. todo, afinal de contas onde quero chegar?

É simples!... Às Quatro paredes.

As quatro paredes onde todos nós vivemos

 

As quatro paredes de cimento que é a nossa casa. Independentemente de ser um T4, uma vivenda ou um palacete, o nosso espaço resume-se a quatro paredes, uma janela e uma porta. Se tiverem um canto como eu, onde existe uma secretária e o computador onde vou debitando as minhas críticas, tristezas e alegrias sendo as restantes paredes rodeadas de estantes até ao teto com livros e a um outro canto um pequeno bar com bebidas e uma máquina de café, que servem não só para mim como para receber os meus amigos criando um espaço para amenas cavaqueiras, leituras e audições musicais, mesmo assim, a nossa vida resume-se a quatro paredes.

 

Há quem tenha Televisão por cabo, e um aparelho em cada compartimento, mas só pode ver um canal de cada vez. Há quem tenhas uma vivenda com muitos quartos e muitas salas, mas na maior parte do tempo só utiliza uma divisão. Há quem tenha vários carros, mas só pode utilizar um de cada vez. Há quem seja casado e tenha uma amante, mas só vai para a cama com uma de cada vez. Há quem tenha vários empregos mas também só vai a um de cada vez, embora aí fique a ganhar pois fica com ordenados a dobrar ou a triplicar. Nestes casos são os senhores gestores de grandes empresas, banqueiros e políticos.

Mas também há os que só têm um quarto-sala e uma cozinha. Alguns, nem sequer casa de banho têm. São as verdadeiras quatro paredes.

 

De nada serve ter uma casa com muitas divisões ou uma família muito grande se em relação à casa para além do quarto só utilizamos o tal cantinho onde escrevemos, lemos, ouvimos uma musiquinha ou vimos um filme.

 

Quanto à família grande; filhos, netos, enteados, primos e primas, tios e tias, ex mulheres e amantes, de nada servem, pois cada um tem a sua vida já organizada e os pais ou avós que deram tudo o que tinham e não tinham a esses, agora, reformados e que teimam em não irem viver para uma qualquer instituição de velhos - diga-se depósitos de carne velha gasta e enrugada pelo tempo - são esquecidos.

 

 Alguns, em dias de festas e férias, são atirados para as urgências dos hospitais onde por ali ficam como se fossem cães danados. Também estes, embora estejam rodeados de outros nas mesmas circunstâncias, também vivem em quatro paredes, pois a sua condição de isolamento a que já está habituado não lhes dá para trocar conversa com outros que a seu lado se encontram para ali atirados pelos seus familiares.

 

A solidão das quatro paredes, mata e quanto mais uma pessoa se isola, à medida que o tempo vai passando, mais isolada quer estar.

As principais vítimas da solidão são os homens velhos de menos posses económicas, viúvos ou divorciados. As mulheres têm menos tendência à solidão pois conseguem fazer amizades com outras nas mesmas condições e também se alimentam melhor pois a sua condição feminina lhes deu um certo apego à cozinha.

 

Os jovens de hoje, também derivado às novas tecnologias, também têm tendência às quatro paredes dos seus quartos frente aos computadores onde jogam e fazer amizades virtuais. Estes estão em perigo, pois falta-lhes os diálogos das realidades humanas.

 

A ruptura dos equilíbrios tradicionais das famílias, a falta de apoios governamentais não fomentando espaços que reflictam as necessidades e valores fundamentais das pessoas a que se destinam, também são os causadores dos envelhecimentos mais precoces dos atirados para as quatro paredes.

 

Neste final do ano de 2008 fazendo uma retrospectiva sobre o que foi, nada de bom aconteceu para o pobre e comum dos murtais.

Ainda estamos na quadra natalícia por onde mais de meio milhão de pessoas vivem sós em Portugal. Segundo um último estudo do Instituto Nacional de Estatística, existem mais de 3 700 000 de famílias clássicas em Portugal dos quais foram recenseadas mais de 580 000 pessoas a viver sós.

 

É nesta época que os idosos aguardam um telefonema ou uma visita de um filho ou familiar que não chega. È nesta altura do ano que alguns são despejados nos hospitais culpando a gripe que não chega a todos. É neste período que o idoso, cansado, doente e triste, come uma sopa que lhe foi dada por uma amiga, porque o governo pelo qual lutou durante anos lhe fecha todas as portas. É neste tempo que os senhores e senhoras de “boa vontade” se desdobram em festas de caridade – a caridadezinha que já nos vão habituando – programas de televisão, só porque ficam bem no “boneco” e lhes traz proveitos sociais. Durante o ano, só ó Natal para eles, e se algumas migalhas vão dando aos sem-abrigo, a maioria das verbas conseguidas vão para carrinhas e instalações das ditas organizações, que vão proliferando por esse país fora. A sopa do pobre na Almirante Reis em Lisboa, os balneários públicos e a pedinchice junto dos hiper-mercados, onde uma boa parte das verbas são distribuídas por fornecedores e publicidade, é a vergonha de um país que só tem Sol para oferecer a que nos visita.

Os Hotéis mais caros no fim de ano estão cheios, as viagens ao estrangeiro estão super lutadas. Os senhores banqueiros que nos andaram a roubar vão até ao Casino, os pedófilos regozijam-se por ainda andarem em liberdade. Os ladrões e assassinos, são postos em liberdade pelos Juízes. Os políticos atentam contra a Constituição, e não se entendem porque primeiro está o seu eu e depois mas muito depois então vão pensar no povo que os elegeu.

O mundo está em guerra permanente, mata-se a torto e a direito porque todos querem o seu canto para poderem querer e mandar nos mais desfavorecidos.

Foi há mais de dois mil anos que um homem bom a que chamaram Cristo se passeou pela terra deixando saberes e conselhos para o homem vindouro mas este, não entendeu a sua palavra. Continua a haver os vendilhões de promessas à porta do seu templo. As religiões não se entendem. Seus representantes na terra olham somente para o seu umbigo, deixando a barbárie aumentar a cada dia sobre o seu povo. È a fome, são as doenças, é a guerra, a ganância, a podridão sobre os valores do homem que devia ser digno do seu próprio estatuto de ser pensante e cada vês mais a ganância pelo poder e pelo dinheiro aumenta vorazmente sobre o mais desprotegido dos seres.

Os políticos – diga-se vendilhões dos templos - prometem e não cumprem, os senhores do dinheiro tentam o mais possível fugir às suas obrigações como dignitários do poder absoluto. O povo, esse, qual prostituta que vende seu corpo para amamentar seus filhos que vieram ao mundo por falsas promessas, continua esperando a mão do Senhor que se esqueceu dele.

 

     Diz-se que somos o povo que temos. É capas de ser verdade porque não temos coragem nem saber para escolher os nossos governantes. Eles levam-nos à certa com as suas falsas promessas e não temos coragem de correr com eles quando se portam mal. É o nosso fado.

     É o fado do indigente que tem como cobertor uma simples caixa de cartão que veio lá do oriente com brindes e prendas fabricadas por mão famintas.

     É o novo pobre que foi despedido da fabrica onde trabalhava, seus patrões fecharam-na pois seus lucros já não sustentavam seus apetites vorazes.

     É o pobre envergonhado que para cumprir com suas obrigações, dentro de casa, come arroz ou massa acompanhadas por um laivo de azeite e ainda tem coragem para quando vem à rua rir-se de tudo e de todos para que não notem sua pobreza envergonhada.

     São os velhos com suas reformas de miséria que vão definhando cada vez mais, pois para pagarem a renda, a luz, a água o gás e alguma alimentação, não chegam para os remédios que os poderiam dar um pouco mais de dignidade para o caminho da sua morte lenta.

     São as crianças que são abusadas por quem deviam cuidar delas com zelo e carinho. Estas não pediram para vir a este mundo conturbado e assim dificilmente serão os homens de amanhã que todos estamos à espera.

     É a justiça que não funciona. Quando funciona é para o Zé pobre pagar.

     Os Senhores do colarinho branco pavoneiam-se em carros de alta cilindrada e ocupam casas de alto gabarito.

     O ladrão que roubou um carro a um pobre trabalhador é posto na rua pelo Sr. Juiz.

     O ladrão que assaltou um estabelecimento único proveito de vida de uma família, é posto na rua pelo Sr. Juiz.

     O ladrão que assaltou uma casa de um pobre trabalhador é posto na rua pelo Sr. Juiz.

     O assassino que matou um colega, amigo, mulher, amante por uma quezília de menos importância ou um desgraçado que estava no local errado à hora errada, é posto na rua pelo Sr. Juiz.

     O amante da mãe de um ou uma filha que abusou sexualmente destes, é posto na rua pelo Sr. Juiz.

     Aquele que andou a atentar durante anos contra a vida humana conduzindo carros sem licença para tal, também é posto na rua pelo Sr. Juiz.

Hoje apeteceu-me escrever o que me vai na alma, sonhando para além deste meu canto, ou seja, das quatro paredes em que vivo.

São oito da manhã, estive toda a noite debitando este meu desabafo. Vou deitar-me e espero dormir até amanhã que será outro dia e outro ano.

 

Ele que venha com mais amor e compreensão entre os povos deste planeta azul que eu adoro e não quero deixar.

 

Portem-se bem se poderem e sejam felizes.

 

 

Nelson Camacho   

Estou com uma pica dos diabos: São quatro da manhã. E esta!
música que estou a ouvir: Noites de verão
publicado por nelson camacho às 04:07
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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011

Voltei contra riscos e coriscos

Nelson em 2011

Três anos depois, volto! Só para chatear os mais sépticos.

 

Diz-se que as coisas más só acontecem aos outros! É mentira!

Estava eu em 2008 na pujança da vida social, económica e sexual quando me deu o “amoque”. Derivados a acontecimentos antigos quando publiquei “Quatro Paredes” a coisa já não andava bem e aquele texto não ficou completo. Recebi muitos e-mails e telefonemas, perguntando-me o que tinha acontecido, que era uma pena ter deixado de aparecer com as minhas histórias e criticas em todos os meus blogues.

Minhas amigas e meus amigos e até inimigos de quem tenho muito carinho de uns e respeito aos outros, o que aconteceu é o que acontece a muito boa gente: Deu-me definitivamente (graças a Deus não foi para sempre) um problema económico e derivado à solidão que atravessava na altura e também a erros do passado entrei em stress traumático. Abandonei tudo e todos e fui procurar outras paragens, lugares, pessoas e experiências. Tive problemas de saúde, estive hospitalizado vários meses e fui operado. Foi ali que conheci os meus verdadeiros amigos que me visitavam permanentemente, inclusive quando acordei da operação, quem estava aos pés da cama era a Glória Bicho e o seu marido Alcino Cardoso. Quando sai do hospital, fui para casa deles onde estive a recuperar durante oito dias. Deram-me o seu quarto e a sua cama. Amigos destes nem toda a gente têm. Só por esta atitude considero-me um homem feliz. Espero que vocês encontrem nas vidas pessoas amigas e tão bem formadas como estas que dão tudo em troca de nada Aqui fica a minha eterna estima e carinho a este casal.

Agora vamos ao que interessa!

Voltei! Voltei com vontade de no meu canto de escrita voltar a escrever o que me vai na alma em: “ O Canto do Nelson”.

 Criticar o que vejo quando me sento na minha cadeira de baloiço, para ler os jornais, revistas e ver um pouco de televisão vendo assim o mundo á minha maneira e a sociedade no seu geral em: “Na cadeira me sento”.

Também vou continuar a escrever histórias, para uns, eróticas, para outros, de vida contadas ou sabidas em “Historiasehistorietas”.

Em fim, vou voltar a escrever sobre o que me der na real gana e prazer, não ofendendo ninguém mas tomando à letra a única coisa que ficou do saudoso 25 de Abril de 74 (a revolução dos cravos) A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

 

Porque o prometido é devido, neste sitio e já e seguir segue o texto integral de “Quatro Paredes” que pelas razões já apontadas ficou a meio mas que infelizmente está actualizado.

 

Em Nota de rodapé aqui ficam os seguintes alertas: É de minha inteira responsabilidade todos os textos e fotografias que publico em meus blogues, inclusive, cada blogue nos seus cabeçalhos teem os alertas considerados necessários para não haver confusões.

Mais ainda, o facto de no meu nome ser acrescentado com D’Magoito é pura e simplesmente para não ser confundido com qualquer outro Nelson Camacho que por aí anda na net. Eu não me escondo atrás de qualquer pseudónimo. Continuo a ser e serei sempre o Nelson das cantigas que o 25 de Abril me roubou. O amor e o sentimento da crítica à minha maneira continuarão a fazer parte da minha génese até ao fim dos meus dias.

Inté e façam favor de serem felizes

 

  Nelson Camacho D’Magoito

Estou com uma pica dos diabos: Bem felizmente
música que estou a ouvir: Historia de un amor
publicado por nelson camacho às 21:51
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