Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

A Montagem de Chuventos

 

chuventos para carros montagem

 

     Já me tinha despedido de vocês no meu Blogue em “Adeus até para o Ano

     Dizia eu que ia de férias. De facto a intenção era essa mas fui acometido de uma grave constipação e as férias resumiram-se a ficar na caminha com umas receitas caseiras da minha avó. Depois uns malditos comprimidos, uns publicitados nas TVs (que livram sessões de pois de morto) e outros receitados telefonicamente pelo meu médico assistentes. Nada me fez efeito e as promessas de Natal deste ano ficaram por fazer assim como as prendas que por causa da crise até foi bom pois não comprei nenhumas e não dei nada a ninguém. Talvez tenha sido um pouco mauzinho pois no dia a seguir ao Natal bateu-me à porta o marido de uma amiga minha onde é hábito passar o Natal com um saco com uma serie de prendas que me estavam destinadas se tivesse ido. Foi uma visita rápida e nem tivemos tempo de tomar um copo pois não estava em condições de beber álcool e o meu amigo também não bebe.

     Os dias seguintes foram uma chatice. Caminha, leite com mel e os tais comprimidos que não fazem nada, pelo menos com a pressa que tinha em melhorar pois aproximava-se o Fim de Ano e queria ir para a borga.

     Chegou o 31. Lá fora já se ouviam tachos e panelas batendo umas nas outras e algumas estrelinhas já se vislumbravam no céu anunciando o Fim de ano mas o que aconteceu podem ler em “A última Noite de 2013”


     De manhã elas ainda queriam continuar e entrada de ano com o “ménage à trois” mas sinceramente “galinhas” para uma noite tinha chegado e corri com todos voltando para a cama para descansar o pito.

Dormindo com bunda à mostra

 

     No dia seguinte passei-o todo o dia na caminha, chegou a noite e senti-me só. Sem vontade de fazer fosse que fosse. Faltava-me um afago um carinho ou simplesmente com quem conversasse. Também o meu escape de escrita nada me vinha à mente. Sentei-me várias vezes frente ao computador mas não saia nada. Procurei coisas sem nexo até que fui parar a um saite de material e acessórios do Porto onde tinha para venda “chuventos” (autoparaventos) da Macos e resolvi encomendar um jogo para o meu novo carro. Foram rápidos, na sexta-feira estavam a fazer a entrega.

     Aquela coisa é prática e simples de montar mas não estive para ali voltado e na segunda-feira fui até uma oficina aqui da zona para ser montado.

     Quem me atendeu foi o patrão e disse-me que estava cheio de trabalho mas lá para o fim do dia podia ser que um seu empregado o pudesse fazer. Voltei mais tarde e já estavam a fechar a oficina foi quando o Luís o empregado se prontificou a monta-lo mesmo na minha garagem pois era uma coisa simples.

     O Luís já não estava de fato-macaco conforme era hábito velo. Estava com umas calças de ganga bastante apertadas vislumbrando-se um chumaço no sítio de entre pernas mas contrariamente ao que é hábito do lado direito e uma camisa de flanela com os botões todos abertos mostrando uns pelinhos semi semeados e uns mamilos bastante elucidativos de que faz algum ginásio.

     Olhei-o bem de alto a baixo e a minha ideia foi que iria fazer de tudo não só para ele montar o chuvento no carro ou outras montagens.

     Como iam fechar a oficina e ele já estava vestido para sair, combinámos então ele ir montar-me o chuvento na minha garagem.

     Meteu-se no carro e lá fomos. No caminho fizemos uma conversa da treta que durou pouco tempo pois a distância da oficina à garagem é bastante curta.

     Quando entramos na garagem ele fez a observação a que já estou habituado de quem lá entra.

 

- Epá!.. Isto não é uma garagem é mais um apartamento.

 

     Efectivamente, tem o espaço suficiente para dois carros e a um canto um bar e dois maples e um sofá.

 

- Queres tomar um copo? – Perguntei.

- Pode ser um Martini. É o que bebo antes do jantar.

- Com gelo ou ao natural?

- Pode ser ao natural se tiveres uma fatia de limão. Gosto de coisas ao natural.

- Gostas de tudo ao natural? Mas mesmo tudo?

- Há coisas que dizem não ser natural mas eu gosto.

- E quais são as coisas não naturais que gostas?

- Sou novo e gosto de experimentar um pouco de tudo.

 

     Com esta conversa toda estava dado o mote para dar azo ao meu primeiro pensamento quando o vi sem o fato-macaco e convidei-o para jantar ao mesmo tempo que atirava de catadupa algumas perguntas.

 

              - Já são quase oito horas. Queres jantar cá em casa? Ou não podes? Tens namorada?

              - Jantar! Posso!.. Namorada não tenho!.. Vivo com os meus pais que são extremamente religiosos e só tenho de lhes telefonar. Também não tomei duche na oficina pois o patrão estava com pressa pois parece que tinha um jantar de família lá em casa.

             - Mas isso não há problemas. O telefonares para casa é contigo. O jantar, sou eu que o faço. Uns bifes com natas ovos estrelados e batata frita. Quanto ao duche, estás à vontade é só uma questão de subirmos e tomas um enquanto faço o jantar.

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Já no Primeiro andar

 

     Subimos as escadas interiores que dão acesso ao apartamento, indiquei-lhe a casa de banho privada do meu quarto uns boxers se quisesse vestir já que ia tomar banho e fui para a cozinha fazer o tal bife na tábua com cogumelos batata frita e ovo estrelado. Coisa rápida. Eu por mim nem ainda me tinha despido. Só tinha tirado o casaco e por um avental.

     Embora este tipo de refeição seja rápido não o é tanto como tomar um duche então estava a meio dos preparativos quando entrou o Luís de boxers perguntou ao mesmo tempo se colocava por traz de mim:

 

Gays na cozinha

          - Queres que te ajude? Desculpa mas vim através do cheiro.

 

     O sacana parecia ser mais sabido que eu então virei-me e dei-lhe um tremendo beijo que reciprocamente aceitou e linguajámos um pouco.

     Depois desci uma mão e fui tentar o seu pirilau que porra, era um caralho me meter inveja. Foi aqui a prova que o gajo até era sabido, segurou-me na cabeça levando-a até aquele pau hirto que coloquei fora dos boxers e depois em minha boca,

     Ele gemeu um pouco e então ouvi a coisa mais ordinária que tinha ouvido até àquele momento:

 

           - Tens aqui o leite para os bifes

 

     A minha concordância foi uhuhuhuhhuuhuuhu

 

     Deliciei-me com aquele néctar que saia rapidamente daquele pénis gostoso que tinha um certo travo a agridoce. Foi todo aproveitado.

     Levantei-me e comentei:

 

          -Se a ideia era aproveita-lo para os bifes já o bebi todo.

 

     Ambos nos rimos até que perguntei:

 

- Ficamos por aqui? Ou tens força para mais?

- Não!.. Primeiro, quero jantar e depois fico à tua disposição. Já telefonei para casa para não contarem comigo e que vou ficar fora.

- O chuvento vai levar assim tanto tempo a montar?

- Isso pode ser de manhã. Temos outras coisas para fazer.

 

     Assim foi. Ele prontificou-se a acabar a refeição enquanto eu fui tomar o meu duche

     Enquanto jantávamos ele contou-me que já tinha tido um namorado mais ou menos da idade dele mas tinham acabado porque sempre tinha sonhado ter um mais velho e sabedor para uma ligação mais profunda e tinha-lhe calhado eu na rifa.

     Fiquei entusiasmado com a sua história pois nos dia que correm para mim já na are dos cotas é difícil encontrar um jovem com o mesmo sentido de prazer que eu

     Depois da refeição fomos até ao bar tomámos café e enchi dois copos de whisky e fomos pata o quarto. No caminho perguntei-lhe se já estava refeito.

 

- Julgavas que ficava satisfeito com o que fizemos?

- Não!.. Até se o teu gosto era conheceres um tipo mais velho, este aqui vai dar-te trabalho o resto da noite.

- Sempre quero ver!...

 

     Naquela altura já eu estava também de boxers e de duche tomado e atirámo-nos para a cama. Eu já tinha bebido todo o meu whisky e ele não, então perguntei-lhe se não bebia mais. Ele disse que não. Então pequei no copo e derramei o resto em todo o seu corpo. Ele estremeceu um pouco com aquele liquida frio.

 

     Foi a minha vês de ir beber aqueles restos em seu corpo bebericando o pouco que se encontrava no buraco do umbigo que sorvi e fui depositar o resto naquele mangalho que já estava hirto novamente. Fiz como um Koktail de saliva whisky e algum espremam que já começava a sair em minha boca.

     Nunca tinha ouvido um gajo guinchar tanto.

     Antes que ele se vir, Sai daquela are de conforto e perguntei-lhe em ar de confirmação:

 

- Gostava de te comer!... Deixas? Certamente não é novidade para ti.

 


     A resposta foi pronta. Virou-se e ficou na posição mais bela que conheci.

Kamasutra homo canzana

 

     De princípio tive o maior cuidado possível pois o meu pau também não é nada para esquecer e a pouco e pouco lá foi entrando. Ele ajudou movimentando-se. Soquei várias vezes. Ambos gemíamos de prazer até que fui ao membro dele e comecei a masturba-lo. Foram minutos aterradores de gozo prazer e dor até que o acto ficou completo.

 

     Depois caímos para o lado e adormecemos.

     De manhã é que o chuvento foi montado sem antes ter havido umas brincadeiras e o pequeno-almoço. Luís foi para a oficina e eu fiquei em casa a arrumar os estardalhaços que tínhamos feito.

     Da parte da tarde luís telefonou-me a perguntar se podia ir ficar lá em casa. Ele levava o vinho para o jantar.

     È Óbvio que disse que sim 

     Durante uns tempos já sei que ou ter companhia. Até porque há coisas mais a fazer no carro.

------------------FIM------------------

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

       Nelson Camacho D’Magoito

    “Contos ao sabor da imaginação”

             © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

 

 

Estou com uma pica dos diabos:
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Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

A Primeira vez do Jorge - I Parte

Praia de são julião - Sintra em dia de temporal

Praia de São Julião - Sintra ao fim do dia

 

     O céu estava dividido em dois. De um lado. Lá para os lados da montanha estava escuro como a adivinhar trovoada do outro lado nuvens algumas brancas, outras cheias de água prontas a descarregarem uma carga. Estas mesmas lá no fundo abriam-se para entrar uns raios de sol que reflectidos na ondas altas que se vinham espraiar na praia que já fora pois a areia já tinha sido comida na praia mar deixando ficar pedras e rochas que nem sabia haver naquele local paradisíaco nas épocas de verão.

     Cá do alto sentado num banco de pedra olhando o mar onde vou buscar inspiração para a transpiração de formar histórias e personagens que existem mas contestadas por alguns. Estava nas minhas divagações quando senti alguém sentar-se a meu lado.

Olhei e vim um moço de aparência credível brincando com uma chaves que se notava ser de carro e virando-se para mim comentou.

 

        - É de facto um espectáculo o mar visto daqui!..

 

     Não estava muito para conversas pois absorvido com aquele espectáculo a minha mente ia engendrando situações em contos para o meu livro que tinha entre mãos mas olhei mais atentamente e lá estava o meu amigo de ocasião.

 

     Não teria mais de vinte cinco anos. Com uma barbicha bem cortada como se usa agora. Olhos louros e reluzentes e inquiridores. Testa alta como dizendo ser pessoa inteligente. Orelhas pequenas e lábios carnudos numa boca entreaberta dava um sorriso como a pedir conversa e quiçá beija-lo. Foi a minha primeira tentação mas não! Não só não o conhecia de lado algum como não era o local próprio para isso e refreei os meus intentos, no entanto todo o meu corpo estremeceu e as tais borboletas no meu estômago deram sinal que estava a haver um klic qualquer e iniciámos conversa:

 

        - Sim de facto este local não só é espectacular pela sua quietude como é brilhante pela sua paisagem se se pode chamar de paisagem este mar imenso que nos leva a outras paragens.

        - Mas isso é muito poético. Não me diga que é escritor.

        - Se escrever uns contos e histórias do dia-a-dia é ser escritor então sim! Sou!

        - Que bom é vir encontrar alguém que escreve. Nunca tive muito jeito para a escrita, mas desde Balzac a Saramago, quando posso não perco um bom livro.

        - Mas os autores que mencionou não são os mais lidos por jovens como você.

        - Sim! Não ligo muito a livros de guerra, policias e ladrões ou folhetins de faca e alguidar. Prefiro ler livros que me contam história de vidas passadas ou presentes.

        - Já leu alguma coisa de Leon Toltói? Por exemplo “Guerra e Paz”?

        - Já ouvi falar mas disseram que é um livro bastante grande e ainda não me deu para o comprar

        - De facto é uma das obras mais volumosas da história da literatura universal. Narra a história da Rússia à época das  guerras napoleónicas. A riqueza e realismo de seus detalhes assim como suas numerosas descrições psicológicas fazem com que seja considerado um dos maiores livros da História da literatura. De Fyódor Dostoiévski ?

        - Pelo nome parece-me Russo.

        - Sim é um dos maiores romancistas Russos que no seu livro “Crime e Castigo”descreve a história de um jovem estudante que comete um assassinato e se vê perseguido pela incapacidade de continuar sua vida após o delito.

        - Vê-se que você é entendido na matéria. Que tipo de romances escreve?

        - Vou escrevinhando história de vida que vou conhecendo ou conheci devidamente ficcionada. Algumas até passadas comigo.

        - Quer dizer que o nosso encontro pode dar tema para um conto?

        - Se houver justificação para tal, porque não?

        - Quer dizer que se lhe contar um pouco da minha vida será um bom pretexto?

        - Nem sempre isso acontece mas se tiver algo que ache interessante para ser transposto para uma folha de papel, porque não?

       - De facto, tirando a parte de gostar de um bom romance e da minha namorada me ter trocado por outro, faço uma vida simples. Casa trabalho, trabalho casa e mais nada.

        - Quer dizer que você é um solitário.

        - Mais ou menos. Não sou tipo de sair há noite para curtir e não tenho muitos amigos. Refugio-me na solidão do meu quarto lendo.

        - Então e namoradas? Já que uma lhe deu com os pés?

        - Isto está mal. Vou batendo uma com a mão até encontrar uma nova.

        - Quer dizer que joga nos “Cinco a um”!,,

 

     O rapaz riu-se e comentou:

 

        - Nunca tinha ouvido essa expressão dos “Cinco a um”

        - Pois !.. Há essa dos “cinco a um” e a outra dos “Cinco a dois”

        - Essa, não entendo...

        - Também não é para entender, mas pode ser que um dia venha a entender.

 

      Esta conversa da treta lá ia passando sem quaisquer resultados aparentes até que voltamos a falar de livros e escritores.

 

        - Você há pouco falou do livro “Guerra e Paz” já ouvi esse título algures mas nunca encontrei o livro.

        - Não sou muito de emprestar livros mas por acaso tenho dois porque tive um amigo que não sabendo que já o tinha ofereceu-me. Se quiser e tiver tempo, moro aqui perto e tinha muito gosto em lho emprestar depois de ler um ou outro parágrafo e se ficar interessado.

        - Mas tempo, porque é sexta-feira e amanhã como não trabalho tenho todo o tempo do mundo.

 

     Aquelas borboletas no meu estômago começaram a voar ainda mais como a dizer-me que o resto do dia ia se bastante proveitoso e então convidei-o a ir a minha casa e como já se aproximava a hora de jantar convidei-o para o mesmo, o que ele aceitou prontamente, aproveitando também para nos apresentar.

 

         - Eu sou o Jorge. Tenho vinte cinco anos bom rapaz desinibido e solteiro.

         - Eu sou o Nelson. Celibatário, um pouco mais velho, gosto de uma boa aventura e de conversar com pessoas que me entendam.

 

     Depois das apresentações formais como ambos tínhamos carro pedi-lhe que me seguisse.

 

     Entramos em casa e como fazem aos pobrezinhos mostrei-a ficando para o fim a biblioteca que é também o meu canto de escrita e biblioteca onde também tem um bar e um sofá para ocasiões especiais e perguntei-lhe se queria beber algo. Ele aceitou um café. Depois procurei no meu Inventário digital do computador onde se encontravam aos tais livros.

 

        - Você tem tudo muito bem organizado até parece uma biblioteca a sério.

        - É pá com tantos livros LPs, CDs e Lps é difícil encontrar um. Tenho de ter tudo informatizado.

 

     Entretanto lá encontrei o livro que no seu caso é dividido em dois.

 

        - Toma senta-te no sofá e vai-o lendo enquanto vou tomar um duche e fazer o jantar. Gostas de Bacalhau com Natas? É uma cena rápida. É de compra congelada mas de boa qualidade e acrescento-lhe sempre mais natas para não ficar tão ceco.

        - Já tenho comprado mas nunca lhe acrescentei natas. Quero experimentar.

        - Pois! Cá em casa há sempre algo de novo para experimentar.

 

     É óbvio que naquela altura já estava a pensar noutra coisa. Não de comida de prato mas de comida sexual. Aquele gajo tinha de ser comido desse lá para onde desse e com o puto que já era um homem iria com jeito alinhar lá fui para os meu afazeres.

 

     Quando voltei já tinha feito o jantar, posto a mesa tomado duche besuntar-me com um perfume bastante activo e vestido um robe de seda branco apresentando-me assim frente a ele que olhando-me de alto a baixo comentou.

 

         - Tens um robe muito bonito.

         - Desculpa o meu a vontade mas estou em casa. O robe é de seda pois escorrega melhor e tu também podes ficar à vontade, Cá em casa não há preconceitos. Estás a gostar do livro.

         - Estou!.. Estou a dar uma olhada em um ou outro capítulo e vou aceitar o teu empréstimo já que tens dois.

         - Bem… Vamos jantar? Já são horas.

 

      Preparei dois Portos entreguei-lhe um e segurando com uma mão o outro coloquei a outra nas suas costas e encaminhei-o para a sala de jantar. Ao entra-mos ele olhou primeiro para a mesa e depois para mim e comentou.

 

 . Champanhe num frapê e velas? Até parece um jantar romântico entre dois namorados.

 - A tua namorada nunca te apresentou uma mesa assim?

 - Não nem ninguém o fez para mim. Isto é cana de filme.

 - Pois tanto pode ser uma cena de um filme como o primeiro capítulo de uma história de amor.

 - Sim… Mas uma história de amor entre dois homens nunca tinha visto.

 - Nem nas telenovelas actuais em que versam o tema da homossexualidade? Ao que me deu a entender até aqui és um moço de mente aberta.

 - Não me digas que és Gay? Não tinha dado por isso. E tudo isto tem a finalidades de praticarmos sexo?

 - Se pensas assim, seria um primeiro passo para fazeres uma experiência e ficarias a saber aquela história dos “cinco a um”.

 

     O Jorge nada mais comentou nem eu. Pousamos os cálices do Porto, abri a garrafa de champanhe e começámos a comer.

 

Fim da I Parte

Segue para a II Parte.

 


Cena da Batalha de Austerlitz no romance “Guerra e Paz”

Batalha de Austerlitz no romance Gierre e Paz

Quadro de Francis Gerard

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

            Nelson Camacho D’Magoito

        “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
     2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 20:03
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Sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014

Uma hora de tempo

não tenho tempo - nelson camacho

     A família deve ser o mais importante para si. Nós sabemos que o trabalho é importante para o seu sustento e da vossa família, mas esta deve estar em primeiro lugar seja ela qual for. Sem tempo para dar e receber afectos a sua vida não vale nada.

  

     Leia esta história e no fim oiça o poema.

-----------------****---------------

    FILHO: "Pai, posso fazer uma pergunta?"

 

    PAI: "Sim, claro, o que é?"

 

    FILHO: "Pai, quanto você ganha em uma hora?"

 

    PAI: "Isso não é da sua conta, por que você pergunta uma coisa dessas?"

 

    FILHO: ". Eu só quero saber - Por favor diga-me, quanto você ganha em uma hora?"

 

    PAI: "Se você quer saber, eu ganho 100 Euros por hora."

 

    FILHO: "Oh (com a cabeça para baixo)

 

    FILHO: "Pai, posso pedir por favor 50 Euros?"


     O pai se enfurece.


        - Se a única razão que você perguntou é essa , para conseguir algum dinheiro e comprar mais um brinquedo ou alguma outra coisa sem sentido? Vá directo para o seu quarto, e para sua cama. Pense o por que você está sendo tão egoísta. Eu trabalhando duro todos os dias para ver tal comportamento infantil.

     O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.


     O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino e pensou:

 

     “Como ele ousa fazer tais perguntas só para conseguir algum dinheiro?”

 

      Depois de cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar:
     Talvez houvesse algo que ele realmente precisasse comprar com esses 50 Euros, Ele realmente não pedia dinheiro com muita frequência.

     O homem foi até a porta do quarto do menino e abriu a porta.

 

         - Você está dormindo, meu filho?

 

         - Não pai, estou acordado

 

         - Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você antes. Tive um longo dia e não deveria ter descontado meu stress em você. Aqui estão os 50 Euros que você pediu.

 

     O menino levantou-se sorrindo.

 

        - Oh, obrigado pai!.

 

     Então, afastando seu travesseiro puxou algumas notas amassados.

     O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, começou a se enfurecer novamente.

     O menino lentamente contou o seu dinheiro, e em seguida olhou para o pai. Que sem perceber e ainda irritado:

 

     "Por que você quer mais dinheiro se você já tem? "

 

        - Porque eu não tinha o suficiente, mas agora já tenho. Pai! Agora já tenho 100 Euros. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, venha para casa amanhã cedo. Gostaria de jantar com você.

 

     O pai foi esmagado. Ele colocou os braços em volta de seu filho, e pediu o seu perdão.


      Esta história é apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham arduamente na vida.
     Não devemos deixar o tempo passar através dos nossos olhos sem ter passado algum tempo com aqueles que realmente importam para nós, os perto de nossos corações.
     Se morrermos amanhã, a empresa que estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de dias. Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas. E chegou a pensar nisso, nós derramamo-nos mais em trabalho do que a nossa família


     Algumas coisas são mais importantes. Amar enquanto há tempo!!!

 

Não Tenho Tempo poema de Neimar de Barros, dito por Vitor de Sousa

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             Nelson Camacho D’Magoito

                       “Contos DR”

                  © Nelson Camacho
    2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

música que estou a ouvir: Igreja de Santo Estevão
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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

Feliz Dia do Pai - D8

 

casamento de jose pereira e virginia camacho

     Pai. Quando menino na escola depois das férias na ala de português éramos obrigados s escrever uma redacção obre como tinha passado as férias e então escrevia histórias passadas contigo.

     Talvez tenha sido por isso que a mania da escrita ficou no meu subconsciente e hoje no meu canto de escrita vou debitando histórias de vidas que fui conhecendo ao longo da vida.

     A quando dessa altura ganhei alguns prémios mas não te ganhei com a tua presença pois por duas vezes foste comprar tabaco e nunca mais voltaste.

     Tenho pena de nunca ter tido a oportunidades de te confrontar com a situação. Já tinha trinta e tal anos quando descobri que moravas com outra família em Macedo de Cavaleiros. Descobri que tinha três irmãos. Quis trazer-te para o seio da tua família original. Fiz a proposta de trazeres os putos contigo mas a tua amante não deixou.

     Tomamos um café mas nunca tive a oportunidade de te confrontar seriamente com a situação que me criaste. Vi-me embora com a mágoa inserida no meu coração.

     Agora, depois de velho, encontrei num programa da TV “Factor X” um menino como eu que divulgou ao mundo a sua mágoa que é minha e de muitos como eu que sobreviveram sem a companhia de um Pai. Mas que se tornaram homens ajudados pelo amor de sua mãe.

     O Puto de que te falo é o Diogo Valente mais conhecido por D8 um rapaz de 16 anos que escreve palavras que nós gostaríamos de ter escrito.

Alguém já disse que “gostaria de ter um filho assim”.

 

     O Factor X Português na SIC termina no Domingo é preciso que todos votem nele para que ganhe o prémio merecido.

Basta marcar no seu telefone 760 200 411. Não custa nada. O seu custo é o preço de uma bica.

      Estas são as palavras que gostaria de ter dado a meu pai que por duas vezes foi comprar tabaco e nunca mais voltou. Parabéns D8 por fazeres tuas, as minhas palavras.

 

"Feliz Dia do Pai"

 

Foste embora cedo demais
Não matou,
Fortalece o que não mata
Parece um bom tema de conversa
Para inicar essa dura carta
Não sei porque escrevo
Talvez por raiva
Medo, Desabafo, Receio
Ou simplesmente para que saibas
Que tentei compreender mas não me entra na cabeça
Porquê a distância
Para quê a dispensa
Da tua vida
Tenho uma questão
Não foste comprar tabaco
O que foste fazer então ?
Seja o que for
Não voltaste depois
Foste tu, a mãe
Ou o tango dança-se a 2?
Será que o que sentes por mim
É amor ou ódio?
Tens mulher, outro filho
Eu preencho o pódio?
Bué dúvidas
O puto é que não mostra
Sempre fui durão
Hoje a minha alma é exposta
Chegava a casa do infantário
E não te via
1 miúdo que tentava, não entendia
O presente do dia do Pai
Era a mulher que o oferecia
Não sou de histórias encantadas
Mas no choro elas eram almofadas
Não era pouco
As lágrimas não eram saudade
Nem sabia onde tavas no meio desse povo
A mãe não entendia o motivo do choro
Havia cenas proibidas
Uma delas: o teu nome
A mesma mãe
Que sempre se esforçou
Me alimentou, mas pra isso nunca descansou
E se eu não me deixo levar por outros
É porque ela me criou!
Ela não seguiu o exemplo do marido
Que me abandonou !

Refrão
Eu sei que não estás aqui
Mas mesmo assim te digo :
Feliz Dia do Pai para Ti

Foram anos
Sem um: "Filho como te sentes ?"
E tal como juntos
O clima entre nós é quente
Agora (Damn)
Já vais tarde
Dizem nunca é tarde para mudar
E as noites que eu passei na cave
A escrever sobre o pai
Não
Não te vou chamar disso
Pai de verdade não faz promessas para iludir o filho
Pai de verdade, assume os seus compromissos
(Yeah)
As memórias que tenho de ti
É a tua ausência
Sonhava jogar à bola contigo
Perdias por falta de comparência
Custa a crer
Mas eu tolero
Dizes que não luto por ti
Só luto pelo que quero
Hoje já ligas
Reclamas que não dou o braço a torcer
Tu nunca deste a mão
Para ver o teu filho crescer
Será que hoje o pai cumpre as juras que faz?
Trauma em jovem
O homem com 2 pés atrás
Habituei-me a não te ter perto
Deus separou
Por linhas tortas
Ele escreve coreto
E tal como no Natal
Quando o Homem quer é dia do Pai
Cumprimentos do Diogo

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A foto aqui apresentada é de meu Pai e minha Mãe no dia do casamento

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

            Nelson Camacho D’Magoito

                   “Pedaços de vida”

                  © Nelson Camacho
    2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Domingo, 2 de Fevereiro de 2014

Amor de Mãe

casal gay - amor de mãe

Mãe! Somos só amigos e nada mais

 

     Meus amigos quando me despedi no fim do ano passado tinha prometido que voltava breve mas como devem saber os meus contos aqui em “O Canto do Nelson” como são contos baseados na realidade levam o seu tempo a escrever e a fada da escrita não tem chegado. Estão alguns a meio caminho e ainda vão levar o seu tempo pela sua complexidade. Contos mais rápidos estão a ser publicados no blogue aqui ao lado “Historias & Historietas Eróticas” que vocês certamente também conhecem. Entretanto um amigo meu enviou-me por e-mail uma pequena história digna de ser lida por vocês. Ela exemplifica o que é na realidade o amor de mãe e aqui fica.

 

 

     "Uma mãe foi jantar na casa de seu filho, que dividia o apartamento com um amigo. Durante o jantar ela não podia deixar de notar como o amigo do seu filho era bonito. Ela suspeitava da sexualidade do seu filho, mas sendo uma boa mãe ela sentiu que ele deveria contar para ela quando ele se sentisse à vontade para tal. Mas vendo os dois juntos só a deixou mais curiosa.

      Durante a agradável noite, vendo tamanha intimidade entre os dois, ela ficou mais curiosa ainda se havia realmente algo ali além de amizade. Seu filho, percebendo a curiosidade de sua mãe logo disse: "Mãe, eu sei o que você está pensando e pode esquecer, somos só amigos e nada mais."

       Uma semana depois o amigo que dividia o apartamento disse ao filho: "Desde que sua mãe esteve aqui, sumiu a travessa de prata. Você acha que foi ela?"

      O filho respondeu: "Tenho certeza que não, mas vou mandar um E-mail para ela só para garantir". Ele sentou-se e escreveu:

 

     "Oi mãe, Não estou dizendo que você pegou a travessa de prata da minha casa, e nem dizendo que você não pegou, mas o fato é que desde que você esteve aqui para jantar, ela sumiu. Beijos, Seu Filho"

 

      Dois dias depois ele recebeu a resposta da mãe:

 

     "Querido filho, Não estou dizendo que você dorme com o seu amigo, e nem dizendo que não dorme com ele, e você sabe que eu te amo de qualquer maneira. Mas o fato é que se ele estivesse dormindo na cama do quarto dele, ele teria encontrado a travessa debaixo do travesseiro. Quando vocês dois vem aqui em casa para jantar? Beijos, Mamãe.""

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

 

           Nelson Camacho D’Magoito

             “Contos DR de José Araújo”

                  © Nelson Camacho
  2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
música que estou a ouvir: Amor de mãe de Alfredo Marceneiro
publicado por nelson camacho às 14:25
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