Segunda-feira, 29 de Junho de 2015

A Obra de Salazar

Já no tempo de Jesus foi perguntado ao povo quem deviam salvar: o ladrão Barrabás ou Jesus Cristo e o povo escolheram o ladrão

Estamos perto de eleições “Democráticas?” Nesta democracia só falta vender Portugal. Em contrapartida veja-se uma pequena lista de Obras de Grande interessa Nacional que foram feitas por Salazar de que tantos dizem mal. 

 

»»» Na Região de Lisboa:

 

1) Bairro Social do Arco do Cego

2) Bairro Social da Madre de Deus

3) Bairro Social da Encarnação

4) Bairro Social de Caselas

5) Bairros para Polícias

6) Bairro de Alvalade

7) Aeroporto Internacional da Portela

8) Instituto Superior Técnico

9) Cidade Universitária de Lisboa

10) Biblioteca Nacional

11) Instituto Nacional de Estatística

12) Laboratório Nacional de Engenharia Civil

13) Metropolitano de Lisboa

14) Ponte Salazar

15) Captação e encanamento das águas do Alviela (comemorada com a
Construção da Fonte Luminosa na Alameda Afonso Henriques)

16) Plantação do Parque florestal de Monsanto

17) Estádio Nacional do Jamor

18) Estádio 28 de Maio

19) Auto estrada da Costa do Estoril

20) Hospital Escolar de Santa Maria

21) Instituto Ricardo Jorge

22) Instituto de Oncologia

23) Hospital Egas Moniz

24) Assistência Nacional aos Tuberculosos o que permitiu a Obrigatoriedade do rastreio anual às populações estudantil, do Comércio e da Função Pública

25) Electrificação da linha do Estoril

26) Exposição do Mundo Português que permitiu a criação da Praça do
Império, hoje Sala de visitas de Lisboa.

27) Monumento aos Descobrimentos

28) Regularização da Estrada Marginal Lisboa-Cascais.

29) Criação da Emissora Nacional de Radiodifusão

30) Criação da Radiotelevisão Portuguesa incluindo a instalação das
respectivas antenas retransmissoras necessárias para cobrir todo o
território continental

31) Criação da Companhia Aérea de bandeira (TAP)

32) Nova Casa da Moeda (no Arco do Cego)


»»» Espalhadas pelo País e Ilhas Adjacentes:

 

33) Várias Escolas do Magistério Primário.

34) Escolas primárias do Plano dos Centenários em quase todas as Freguesias do País.

35) Liceus Normais em todas as capitais de Distrito.

36) Escolas Comerciais e Industriais espalhadas de Norte a Sul do País.

37) Cidade Universitária de Coimbra (Faculdade de Medicina. Faculdade de Letras, Faculdade de Ciências, Biblioteca Geral e o reordenamento urbano envolvente).

38) Hospital de S. João no Porto

39) Laboratório de Física e Engenharia Nuclear (na Bobadela – Sacavém) para onde se adquiriu e instalou um reactor atómico de investigação, tornando Portugal no 35º país do Mundo (à época) a dispor de tão moderno equipamento científico.

40) Ponte da Arrábida, Ponte Marechal Carmona em Vila Franca de Xira.

41) Construção dos grandes aproveitamentos hidroeléctricos com dezenas de grandes Barragens (por exemplo Rabagão, Cávado, Douro, Mondego, Zêzere e Tejo).

42) Construção de várias barragens para regadio e recreio, nomeadamente nas Beiras (como, por exemplo, na Vila de Soure) e por todo o Alentejo.

43) Melhoria geral de toda a rede Rodoviária Nacional.

47) Melhoria geral da Rede Ferroviária e modernização geral das viaturas do Caminho-de-ferro.

44) Melhoria, ampliação e renovação, em todo o território, da Rede Telefónica Nacional, Estações de Correios e Telecomunicações em geral.

45) Bases aéreas (Ota, Montijo, Monterreal, Beja, etc.)

46 Base naval da Marinha (Alfeite)

47) Navio hospital “Gil Eanes” de apoio à Frota Bacalhoeira

48) Criação das Casas do Povo

49) Criação das Casas dos Pescadores

50) Construção e beneficiação de muitos e diversos Hospitais, (damos como ex. o Hospital Rovisco Pais (Leprosaria) na Tocha (com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha) aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito e o Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid (próximo de Coimbra) com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha, só para citar dois).

51) Plano de colonização interna que permitiu grandes desenvolvimentos agrários em vários pontos quase desabitados do País como, por exemplo, Pegões

52) Construção de dezenas de Palácios da Justiça e remodelação de muitos Tribunais

53) Construção e remodelação de diversos Edifícios Prisionais e Prisões-escola

54) Construção da Central Termoeléctrica do Carregado

55) Criação dos “Livros únicos” para o Ensino Primário e Secundário, o que proporcionou grandes economias às Famílias portuguesas da época

56) Criação das Pousadas de Portugal espalhadas por todo o Território

57) Criação da FNAT

58) Instituição do ABONO DE FAMÍLIA

59) Instituição da ADSE

60) Acolhimento fraterno e seguro a inúmeros refugiados de guerra dos quais se destaca o Sr. Caloust Gulbenkian que, em agradecimento desse bom acolhimento, doou a Fundação com o seu nome, que tanto tem ajudado e cultivado sucessivas gerações de Portugueses nos mais diversos ramos do Saber e da Arte.

Quando me dizem que tudo isto foi feito à custa da exploração ultramarina, eu respondo:

 

- E o que lá ficou edificado e a seguir destruíram ou não souberam conservar?
- Não ficaram inúmeros autóctones com cursos escolares primários, cursos médios e cursos universitários ministrados e pagos pelo Erário Público Português?..

- Não ficaram todas as Províncias Ultramarinas e nomeadamente Angola e Moçambique dotados de dezenas de CIDADES COMPLETAS onde se incluíam toda a espécie de edifícios habitacionais, Mercados, Redes de abastecimento de águas, Redes de efluentes, Escolas primárias, Liceus, Universidades, Hospitais, Quarteis e toda a espécie de instalações militares e até unidades completas de Radiodifusão?..

- Não ficaram disseminadas pelos territórios inúmeras Pontes e Viadutos, Barragens grandiosas (como Cambambe e Cabora Bassa, só para citar duas), inúmeras Estradas, diversas Linhas de Caminhos de Ferro, Portos de mar e modernos (à época) Aeroportos e Aeródromos, etc…?

 

Para quem recebeu um País na Bancarrota, que atravessou as épocas difíceis da Guerra Civil de Espanha e da 2ª Guerra Mundial e teve ainda de enfrentar a Guerra do Ultramar, em três frentes, tendo deixado o País A CRESCER A 6% AO ANO, durante a sua última década de governação e muito mais de 800 toneladas de ouro nas reservas do Estado, é Obra!

 

Comparem com os dias de hoje, depois de mais de 40 anos de LIBERDADE!

 

Já no tempo de Jesus foi perguntado ao povo quem deviam salvar: o ladrão Barrabás ou Jesus Cristo e o povo escolheu o ladrão……………..como podiam hoje salvar Salazar e reconhecerem a sua obra? O povo aplaude e vota em ladrões, agora chamados de CORRUPTOS e VENDILHÕES DO TEMPLO.

 

Cada um tem o que merece mas que é triste, lá isso é!

 

PARA SUA INFORMAÇÃO..... e reflexão profunda.

Texto DR

 

           Nelson Camacho D’Magoito

                “Informação” ( cn-279)

              © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Domingo, 28 de Junho de 2015

Uma lição de vida

Uma garota na cozinha segurava em suas mãos duas maçãs.

 

Sua mãe entrou e pediu-lhe com uma voz doce e um belo sorriso:

 

     - Querida, você poderia dar-me uma de suas maçãs para mim?

 

A menina levantou os olhos para sua mãe durante alguns segundos, e subitamente morde uma das maçãs e logo em seguida a outra.

 

A Mãe sente seu rosto esfriar e logo perde o sorriso.

 

Ela tenta não mostrar sua decepção quando sua filha lhe dá uma das suas maçãs mordidas.

 

A pequena olha sua mãe com um sorriso de anjo e diz:

 

     - É essa a mais doce.

 

Pouco importa quem você é. Que você tenha experiência, de vida, seja competente ou sábio.

 

Retarde sempre o seu julgamento.

 

Dê aos outros o privilégio de poder se explicar.

 

Mesmo se a acção pareça errada, o motivo pode ser bom.

 

           Nelson Camacho D’Magoito

                © Nelson Camacho
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Um dia de praia - Primeiro Episódio

Um dia de praia

I .º Capitulo

 

     O Sol já tinha despontado e começava a entrar janela dentro do meu quarto indo sem quaisquer permissões lambuzar meu corpo desnudo em meus lençóis de seda.

     Virei-me e com uma das mãos fui apalpar quem me aquecia, mas o espaço estava vazio e só encontrei uma almofada.

 

     Naquela noite, tinha dormido só.

 

     Quem me aquecia eram os raios de sol que cada vez mais me queimava como a tentar acordar-me.

    Levantei-me danado. Não com o Sol mas por ao sentir aqueles raios em meu corpo, o meu pirilau que se esfregava contra os lençóis de seda, começava a levantar-se.

    Ainda lá fui com uma das mãos mas o gajo insistia em inchar-se. – Não sei se era daqueles raios que cada vez mais penetravam em meu corpo se era o sentir-se bem apertadinho entre a minha barriga e os lençóis de seda ou se era a tesão de mijo da manhã -.

 

     Resolvi abruptamente levantar-me e metendo os pés nos meus chinelos novos, lá fui direito ao chuveiro.

 

    Recomposto de toalha envolvendo as partes moribundas fui até à cozinha fazer o pequeno-almoço. Uma omeleta de fiambre e queijo. Para beber fiz um sumo de laranjas que uma amiga no dia anterior me tinha oferecido.

    Peguei na mochila, sempre preparada para as aventuras praianas, o telemóvel e desalvorei porta fora direito ao carro.

 

    A praia ainda estava deserta – talvez por ser dia de semana – aos fins-de-semana àquela hora o parque de estacionamento já está cheio e à beira mar já se encontram famílias – algumas com as suas provisões de almoço o que me chateia bastante evitando aqueles espaços nesses dias – Como moro perto, curto a praia só durante a semana.

 

    Olhando para o mar dentro, lá ao fundo já via alguns surfistas. – Sinal que os meus olhos se iriam alegrar com a beleza dos corpos delineados que eu também tentava ter com as minhas corridinhas ao longo do areal e a besuntadela que fazia com os cremes próprios para o efeito.

    Sempre gostei de praia principalmente porque a mistura do Sol com a água do mar meu corpo fica com aquela cor bronzeado mais apetitoso e também o meu desejo sexual aumenta dando-me uma vontade enorme de transar na praia.

 

    Numa das minhas caminhadas ao longo da beira-mar lá mais para o fundo reparei que estavam chegando três moços com suas pranchas e uma tenda de campismo que prontamente a abriram.

 

    Via-se serem já habitués naquelas andanças pois a tenda rapidamente ficou em pé.

 

    Como não estava ali só para fazer caminhadas, retirei da mochila um toalhão e a meia dizia de metros daquela malta, deitei-me usufruindo daquela azáfama.

 

    Ao que parecia faltava-lhes qualquer coisa, pois discutiam entre eles e algo procuravam nas suas mochilas, até que os ânimos se acalmaram e dois deles depois com o mais à-vontade possível se despiram totalmente e fizeram alguns exercícios de aquecimento – todos nus – depois vestiram os fatos próprios, agarraram nas pranchas e lá foram mar dentro procurando as ondas que tanto gostam para as suas acrobacias.

 

    Um deles ficou ainda dando voltas procurando algo até que desistiu. Olhou á volta e como não estava mais ninguém nas redondezas a não ser eu ali perto dirigiu-se-me.

 

        - Amigo!... Desculpe mas por acaso não tem um isqueiro?

        - Sim!... Tenho!..  – respondi de olhos esbugalhados para a quele Adónis que se prantava à minha frente.

      - Se não resolvo o problema estou lixado. Fui eu que fiz as mochilas. Não me esqueci de coisa alguma menos da porra do isqueiro. Os gajos queriam fumar e agora estão fritos comigo.

        - Se calhar até foi uma bênção. Não estou a ver malta tão ligada ao desporto, também fumarem.

        - Pois, eu por acaso também não fumo mas o isqueiro serve para outras coisas.

        - Isso é interessante!... Dois fumam e o outro não!..

        - Prefiro fumar outras coisas. –respondeu ele com ar de sacana e um brilho nos olhos.

 

    Não sei porquê mas aquela abordagem com a história do isqueiro fez-me lembrar os tempos em que frequentava o Parque Eduardo VII para o engate. Mal parava o carro havia sempre alguém que se aproximava a pedir lume – era o inicio de um engate -. E então respondi:

 

        - E que outras coisas gostas de fumar? Um xarro! Talvêz!.... 

        - Não!.. Não me meto na droga de qualquer espécie.

 

     Ele entretanto tinha-se deitado a meu lado e fixando-me nos olhos atirou:

 

         - Já te disseram que tens uns olhos azuis muito bonitos e brilhantes?

 

     A coisa estava feita!... e maliciosamente respondi:

 

        - E tu tens uns lábios carnudos e sensuais que esperam a aproximação dos meus…

        - Eras capaz?

        - De te beijar? Claro!... Mas não aqui a céu aberto e com o s teus colegas dentro de água olhando para nós.

 

     Jony. Era esse o seu nome como vim a saber mais tarde levantou-se, estendeu uma das mãos direita a uma das minhas e por incrível que pareça em quais tique maneirados convidou-me:

 

        - E se fossemos até à minha tenda? No nosso recato já me beijavas?

 

     Perante tal convite e sem pensar duas vezes. Estendi uma das mãos para a ajuda de me levantar e no caminho até à tenda as t-hirte voaram dos nossos corpos ficando no areal como a marcar o caminho até à tenda. Entramos e nos envolvemos em beijos frenéticos.

 

      Nossos paus se levantaram e saíram dos seus lugares de conforto tentando gladiarem-se como duas esgrimas de campeonato.

      Continuando nos beijando acabamos deitados no chão e também nossos calções voaram.

    Então sim!... Nossos instrumentos de prazer se encontraram tentando o meu que estava por cima penetrar entre pernas daquele Adónis de cabelos louros e um pouco compridos sobre os ombros.

 

         - Calma!...

 

     Foda-se… Mas qual calma qual coisa. Os meus neurónios estavam fervilhando e só queria era abrir as pernas daquele gajo e tentar penetra-lo.

 

         - Não me digas que agora não deixas comer-te – retorqui.

         - Não é isso!... Eu já disse que gostava de fumar e quero fumar o teu caralho.

 

      Passei da posição que estava para a de costas a fim de deixar todo o meu corpo à sua disposição.

     Foi a altura de ele deixar os meus lábios e começar a percorrer todo o meu corpo desde os mamilos, parando um pouco no umbigo onde redopiou com a ponta da língua até começando a lamber o meu pau que estava hirto e firme com pequenas mordidelas á volta da glande.

 

     Não sei se podem imaginar aquela situação num espaço fechado dentro de uma tenda de campismo e ouvindo ali perto o bater das ondas ao mesmo tempo que aquele gajo chupava sofregamente o meu pau.

 

     Toda aquela volúpia de amor durou alguns minutos. Estava tentando não acabar com a situação pois na minha mente era comer-lhe o cu então de repente ele pegando numa das minhas mãos levou-a ao seu pau e comecei a masturba-lo.

     Foi rápido- Senti em minha mão todo aquele fluxo de esperma saindo em catadupa do pau dele enquanto o meu com espasmos em todo o meu corpo se foi depositar em grande esguicho em meu corpo.

  Jony, sôfrego como não tivesse tomado o pequeno-almoço veio em meu corpo sorver aqueles milhões de espermatozóides loucos e quase a morrerem por não terem encontrado um local próprio de descanso.

 

     Há muito que não tinha saboreado os meus pestinhas e porque vinham ainda na boca do Jony, quando nos voltamos a beijar sofregamente, misturados com a saliva de ambos até nem eram de mau sabor.

 

        - Gostaste?.. perguntou o gajo.

        - Porra!... Adorei. Nunca esperei que isto acontecesse.

        - Achas que podemos repetir?

        - E os teus colegas? – perguntei ao mesmo tempo que vestia os calções.

        - Devem estar a sair do mar mas não tem importância. Fazemos todos a mesma coisa.

 

     Com aquela declaração fiquei um pouco atrapalhado. Será que tenho de levar com os três? Penei… e um pouco a medo perguntei.

 

-      Mas vocês são todos Gays?

 

.      Não!.. Somos como quais quer outros. Somos primos. Eu sou luso descendente, estou a passar férias em casa deles e numa noite como já estava habituado a estas coisas com meu colegas lá em Londres, desafiei-os e fizemos umas punhetas e uma mamadas e eles gostaram.

 

     Perante tal informação a minha melhor atitude seria o pirar-me dali para fora pois o encontro com mais aqueles dois não augurava nada de bom a meu favor. Estava naquela conjectura quando ouvi o bater de uma prancha no chão. – um deles pelo menos tinha chegado –

 

      Como estava de costas para a entrada não a vi abrir-se mas ouvi o fecho éclair abrir-se devagarinho. Voltei a cabeça e vi a cabeça de um jovem de cabelos molhados e desgrenhados entrar conjuntamente com um corpo atlético e bronzeado ainda com parte do fato de mergulho vestido e com ar de sacaninha comentava:

 

         - Com que então dando lições sexuais ao portuga.

 

     Via-se que o portuga era eu e o professor de anatomia seria o primo Jony.

 

     Com uma pequena gargalhada o Jony comentou:

 

         - Podes entrar que não estivemos a fazer nada de mais.

 

     E ele entrou…

 

     O que se passou a seguir, terás de ver o 2.º Capitulo

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

           Nelson Camacho D’Magoito

        “Contos ao sabor da imaginação” (cn-276)

             Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2015

DEUS LHE PAGUE

Um transeunte escorregou na rua, caiu, e foi levado para a urgência de um hospital particular ali perto, de índole católica e administrado por freiras.

Verificou-se que teria que ser urgentemente operado ao coração, intervenção o que foi realizada com total sucesso.

Quando acordou, tinha ao seu lado a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:

 

- Caro senhor, sua operação foi bem-sucedido e o senhor está salvo… no entanto há um assunto que precisa de ser resolvido: Como é que o senhor pretende pagar a conta do hospital?

 

E a cobrança começou...

 

- O senhor tem seguro-saúde?
- Não, Irmã.
- Tem cartão de crédito?
- Não, Irmã.
- Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, Irmã.

 

A freira começou a ficar com suores frios, antevendo a tragédia de perder o dinheiro da conta hospitalar. Mas prosseguiu com o questionário:

 

- Em cheque então, o senhor pode pagar?
- Também não, Irmã.

 

Nessa altura, a freira já estava à beira de um ataque de nervos, mas prosseguiu:

 

- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
- Ah... Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não sei se ela pode pagar...

 

A freira, corrigindo-o disse:

 

- Desculpe que o corrija senhor, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse.

Elas são casadas com Deus!!!

 

- Magnífico! Então, por favor, mande a conta para o meu cunhado!

 

E assim nasceu a expressão: "DEUS LHE PAGUE"

 

           Nelson Camacho D’Magoito

        “Contos ao sabor da imaginação” (cn-275)

             Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

Homenagem a Álvaro Cunhal

O que é que o ano de 1935 tem de especial?

 

É neste ano que nasce para o mundo um menino cheio de ilusões e sonhos. Alguns realizados e outros não.

Hoje, 13 de Junho de 2015 já passaram mais de oitenta anos e ainda tem sonhos por realizar.

 

Também nesta data, faz dez anos que outro menino mas este com noventa e dois anos nos deixou não tendo tido tempo para realizar os seus sonhos.

É em 1935 que Álvaro Cunhal entra na clandestinidade e participado no VI Congresso da Internacional Juvenil Comunista em Moscovo. 

Entre 1935 e 2005 Álvaro Cunhal vive vários anos na clandestinidade, é preso politicamente. É eleito Secretário-geral do PCP. É ministro sem pasta no I Governo Provisório. Mantém o mesmo cargo nos II, III e IV Governos Provisórios. É deputado à Assembleia Constituinte.

Em 1982 torna-se membro do Conselho de Estado, cargo que abandona em 1992. Ano que abandona o cargo de Secretário-geral do PCP, que passa a ser ocupado por Carlos Carvalhas, e é eleito pelo Comité Central para o então criado cargo de Presidente do Conselho Nacional do PCP.

Liberto das suas funções de liderança partidária, Álvaro Cunhal, a par da actividade política corrente, assume claramente a sua condição de romancista e esteta. Neste sentido, em 1995 reconhece publicamente ser o romancista Manuel Tiago e um ano mais tarde publica um ensaio sobre estética, onde apresenta as suas reflexões neste domínio.

É a 13 de Junho de 2005 que Alvar Cunhal, mais um menino cheio de sonhos nos deixa não conseguido realizar todos os seus sonhos, mas deixando para as novas gerações o exemplo do que deve ser um bom político.

Nelson Camacho

(O tal menino cheio de sonhos)

 

           Nelson Camacho D’Magoito

                  “Homenagens” (274)

                  © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2015

A Vergonha na Solidariedade

Encontrando-me num período sabático na minha escrita vou dando uma olhada por aqui e por ali e encontrei este texto delicioso e como estou de partida para outro servidor qui fica para você pensar e repensar.

 A vergonha por trás das campanhas de solidariedade! A verdade foi revelada!

Este artigo diz respeito às campanhas de solidariedade, e a forma como o estado, os hipermercados e a PT lidam com o caso, que parece ser de uma forma corrupta e sem escrúpulos.

Há algum tempo decorreu uma acção do programa de luta contra a fome, do Banco Alimentar, essa acção conseguiu recolher cerca de 2600 toneladas de alimentos, segundo o que deu nos noticiários.

Imaginando que cada pessoa comprou 2 produtos produto no supermercado, e que esses produtos em conjunto pesavam 1kg e custavam 50 cêntimos, façamos um pequeno cálculo:

2.500.000 x 0,5€ = 1.250.000€ (um milhão e duzentos e cinquenta mil euros) pagos pelos doadores nas caixas dos hipermercados

Quem lucrou com isto?

– O estado arrecadou 287.500€ em IVA

– Os hipermercados meteram ao bolso 375.000€, tendo em conta 30% de lucro que às vezes é bem mais

Não podemos no entanto deixar de louvar a atitude e manter o nosso respeito por quem se voluntaria para este tipo de acções, mas também esses precisam de saber para onde vai o dinheiro.

Um outro relato conta a história da recente tragédia da Madeira, bem presente na memória de todos nós, e os números falam por si:

Aos madeirenses chegaram apenas 2 milhões de euros, quando o arrecadado pela campanha de solidariedade aproximou-se quase dos 3 milhões de euros! Ficaram curiosos para onde foi o quase restante milhão de euros? É simples:

A acção decorreu nas televisões portuguesas, naquelas famosas chamadas de 60 cêntimos + IVA, o que na realidade são 72 cêntimos (mais uma vez o estado a tirar o comer da boca dos pobres).

O que eles não diziam na campanha é que ao bolso dos madeirenses apenas iriam chegar 50 cêntimos desses 0,72€

Então para onde vão os restantes 10 cêntimos?

Para a PT que cobra 0,10€ por cada uma das chamadas.

Tendo em conta que se trata de acções de solidariedade, a meu ver é vergonhoso o estado e uma empresa em particular estarem a lucrar tanto dinheiro com a boa vontade das pessoas, muitas delas que acabam por comprar menos para si próprias, para poderem contribuir para quem mais necessita, e já agora para o estado e para a PT.

Foi anunciado na altura com grande pompa e circunstância pelos noticiários que o montante atingido foi de 2 milhões de euros, quando na verdade foi de quase 3 milhões, quase mais 50% do valor total divido entre o estado e a PT, para eles poderem fazer as almoçaradas e andarem em carros com 4000cc de cilindrada.

Resumindo a longa história, a PT cobra 20% sobre um acto da mais pura solidariedade, quando a infra-estrutura deles há muito que está paga, o estado faz incidir sobre o mesmo acto o IVA.

Uma vergonha, um roubo autêntico aos portugueses e um ataque à inteligência de todos nós, mas acima de tudo uma grande falta de vergonha para-com os necessitados! É bom que toda a gente saiba para onde vai o nosso dinheiro, para que possam pensar noutras formas de poder ajudar quem mais precisa, sem ter de passar por essa roda “alimenta-porcos” que é a máquina do estado e as empresas/organizações que vivem à custa da boa vontade do povo português.

Mais uma vez afirmo, acho louvável a acção de todos os voluntários nestas campanhas, mas não podemos esquecer que nem todos são voluntários…alguém faz ideia de quanto aufere da Srª Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar? Ela que tanto apregoa ao voluntariado, porque não se voluntaria ela também? Porque lhe sabe bem a carteira recheada ao fim do mês, para comer bifes todos os dias.

Partilhem, divulguem, façam a vossa parte que eu já fiz a minha!

 

           Nelson Camacho D’Magoito

                   “Informação” (273)

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