Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012

Mordomo precisa-se – II Capítulo

Mordomo perfeito

O Mordomo Perfeito

Mordomo, Chauffeur e Secretário

 

    Esta profissão nasceu da ideia de poder satisfazer todas as necessidades de uma família ou de uma pessoa a viver só, substituindo os patrões, embora sobre as suas diretrizes pré definidas a quando da contratação no comando e manutenção de toda a casa, restante pessoal jardins, piscinas, e anexos. Eventualmente manutenção dos carros, serviços de secretariado do patrão e chauffeur.

    Normalmente tem a sua própria suite dentro da habitação enquanto o restante pessoal habita num anexo.

    O Mordomo dirige todos os afazeres dos outros empregados que haja na casa inclusive organiza as festas e contrata pessoal de fora para os eventos ou reparações na casa. É ele o responsável por toda a limpeza, decoração, e manutenção da área habitável e jardins. – O Mordomo é o Senhor da casa e só a ele se dirigem todo o restante pessoal interno ou externo inclusive, é ele que faz as suas contratações. Só o mordomo responde como responsável total pela casa perante os patrões.

    No caso de só existir um patrão é ele que trata da sua agenda cultural e comunica com os amigos convidando-os para uma festa ou evento. Nestes casos é o Mordomo que trata pessoalmente da roupa do patrão o ajuda a vestir quando este vai a um evento mais formal aconselhando-o de acordo, assim como de toda zona de dormir. Eventualmente poderá também ser o seu chauffeur e concelheiro particular, acompanhando-o com sua pasta de trabalho nos contactos de laborais. Também eventualmente poderá ser seu guarda-costas.

    Um Mordomo para poder ter todos estes predicados tem de ser uma pessoa bem formada intelectualmente, apresentável mas não submisso na sua apresentação e com alguns estudos. Nunca se apresentar como ‘cão de fila’ nem melhor apresentável que o patrão, caminhando sempre dois passos atrás daquele.

    Entre patrão e empregado tem de haver uma certa confidencialidade e animosidade reciproca. Há mordomos que estão em famílias durante anos passando de pais para filhos.

    O Mordomo por vezes é o confidente de toda a família, sabendo histórias da mesma que ficam entre quatro paredes para todo o sempre.

 

    Era com todos estes predicados que eu ia precisar de encontrar o mordomo certo depois do que me tinha acontecido conforme conto em “Mordomo Precisa-se – I Capítulo”.

    Os meus afazeres profissionais não me deixavam tempo para tratar da casa e até de mim próprio. Foi quando resolvi colocar o tal anúncio até encontrar pessoal doméstico e o tal mordomo de acordo com as minhas necessidades.

Para não mostrar logo à partida o local de trabalho dos possíveis empregados, para uma primeira apreciação, resolvi recebe-los no escritório da empresa.

 

    Com tanta falta de trabalho que por ai existe estava convencido que iria ter o dia todo ocupado, mas não.

    Para a cozinha apareceram somente quatro candidatas todas com problemas de maridos e filhos e o que eu queria eram empregadas/os residentes.

    Para serviço de fora, também só responderam ao núncio cinco inscritas no Fundo do Desemprego e só queriam uma assinatura minha num documento confirmando que tinham respondido a um anúncio.

    Para jardineiro também só apareceram dois e com o mesmo propósito. Inclusive até disseram que ganhavam quatrocentos euros por mês do FD e fazendo uns pesca-tos aqui e ali não se iam sujeitar a horários de trabalho.

    Quando chegou à altura dos mordomos, apareceram seis sem qualquer curriculum para tal e só queriam ser chauffeures.

Posto isto, naquele dia não consegui arranjar empregados. Fui lanchar com um colega do trabalho, ainda fomos ver umas obras que tínhamos em curso e nos entretantos contei-lhe a minha história.

      - Oh homem, a vida está difícil com respeito aos empregados domésticos, eu ainda tenho sorte porque a empregada de fora que era da avó da minha mulher, não tenho chauffeur e a cozinheira é um cozinheiro que arranjei numa escola de hotelaria.

      - É pá, deste-me uma ideia, vou tentar arranjar alguém numa dessas escolas.

    E assim fiz, procurei na internet escolas de hotelaria e no dia seguinte contactei com os seus diretores e contei-lhes o que pretendia.

    De imediato um deles prontificou-se a ajudar-me

      - Olhe meu amigo, mulher é um pouco difícil, umas estão em casa dos pais, outras são casadas e com filhos, mas rapazes já com uma certa experiência uns e outros que estão em fim de curso, são da província e vivem em quartos, sou capas de lhe arranjar.

Fiquei satisfeito, marquei uma reunião para acertarmos o que pretendia e lá arranjei, um cozinheiro e um empregado polivalente que serviria à mesa, trataria do bar dos quartos e eventualmente da zona exterior da casa. Não tinham compromissos familiares e faria um contrato com eles por dois anos na qualidade de estagiários.

    Faltava o mordomo.

    Ficou acordado com o tal diretor da escola, ele tentar arranjar a pessoa ideal.

    Oito dias depois já tinha o cozinheiro João de 20 anos e o doméstico Luís de 25.

    Continuava a faltar o Mordomo.

    Nos primeiros dias fui com eles ao supermercado e fiz as compras necessária para a casa de acordo com as suas diretrizes do João e do Luís.   Gastei uma pipa de massa, pois em casa praticamente não havia nada a não ser uns hambúrgueres congelados e uns pacotes de batatas fritas também congeladas (coias de rapaz solteiro).

    As coisas lá iam correndo bem, estava a ser bem alimentado e a casa sempre bem limpa, o João e o Luís lá iam dando conta do recado embora acha-se ser trabalho de mais só para dois empregados derivado ao tamanho da casa, depois tinha que me preocupar com as compras e de quem me tratasse da agenda e me guiasse o carro.

 

Mordomo candidatando-se em emprego

    Um dia, entrou-me no escritório o Pedro que vinha de mando do tal diretor da Escola de Hotelaria para se candidatar a Mordomo/Chauffeur e Assistente. Pela apresentação de imediato, fiquei com boa impressão. Vinha de blazer, calça de ganga, camisa azul com mangas e gravata a condizer e os sapatos não eram de ténis, portanto uma boa apresentação. Rapaz bem-apessoado (fazia ginásio), bem-falante, com carta de condução e andava no segundo ano de Marketing, vivia sozinho os pais eram de Seia e não conseguia emprego. Já tinha vinte e cinco anos e tinha uma boa recomendação da escola de hotelaria. Conversamos durante duas horas, informei-o do trabalho a que estaria destinado, ao qual ele concordou. Entretanto tocou o telefone e ele perguntou se podia atender. Eu disse que sim!

      - Estou sim! Bom dia! Fala do escritório do engenheiro João Paulo.

      - Quem devo anunciar?

      - Só um momento! O sr. Engenheiro está numa reunião, vou ver se pode atender!

    Com a maior das calmas virou-se para mim e disse:

      - É o arquiteto Luís Fraga. Pode atender?

    Eu fiquei como se costuma dizer, de boca aberta, e só disse: sim.. sim… eu atendo… obrigado! Peguei no telefone e atendi a chamada.

    Ao mesmo tempo que falava pelo telefone com o meu colega Luís Fraga os meus neurónios desviavam-se para aquele rapaz candidato a meu empregado ao mesmo tempo que recordava nunca a minha antiga secretária alguma vez tinha atendido o telefone daquela maneira.

 

    A partir daquele momento se não houvesse algo em contrário o Pedro estaria contratado.

 

    A manhã já estava no fim e a hora do almoço aproximava-se então resolvi convida-lo para almoçar. Assim continuaríamos a conversa.

    Ele aceitou! Levantou-se e dirigiu-se à porta para a abrir a fim de me deixar passar.

    Descemos pelo elevador até à garagem sem trocarmos qualquer palavra. Assim que chagámos, perguntou-me se queria que conduzir-se o carro. Eu ainda fiquei mais parvo e não dizendo nada, entreguei-lhe a chave não dizendo qual era o veículo. Ele não esteve de modas, carregou no botão do alarme e o carrito lá começou aos berros. (foi a forma de descobrir qual era o meu caro). Dirigimo-nos a ele e o Pedro continuou como se já estivesse habituado, passou à minha frente a abriu a porta de traz para eu entrar.

    Cada vez estava mais parvo com a atitude deste jovem à procura de emprego.

      - Onde vai almoçar Senhor?

      - Vamos ao Tavares Rico. Embora eles tenham um serviço de estacionamento Valet Parking gratuito é bom quando venho sozinho. Você pode ir arrumar o carro no parque subterrâneo do Camões que é aqui ao virar da esquina e serva para darmos um passeio depois do almoço. Não é preciso pagar. O carro tem o sensor da briza. Depois venha ter comigo ao restaurante pois está convidado para almoçar comigo e entretanto falaremos da sua contratação.

Lisboa - restaurante tavares rico

“Para quem não sabe, o Restaurante Tavares, fica situado num dos bairros mais antigos de Lisboa, e o mais antigo do mundo sendo o mais emblemático e luxuoso - foi inaugurado em 1784 pelo italiano Nicolau Massa. Em 1823 passou a ser gerido pelos irmãos Tavares que o restauraram e lhe fixaram o nome (mais conhecido por “O Tavares Rico” derivado ao seu ambiente e decoração requintada, com grande profusão de talha dourada, espelhos e lustres, sendo assim, um ambiente elegante com uma frequência constante de pessoas ilustres e intelectuais de Portugal. É conhecido internacionalmente e já tem no seu palmarés uma estrela Michelin.”

 

    Depois de me deixar à porta do restaurante, entrei e ele lá foi arrumar o carro.

    Eu sei que foi uma grande aventura deixar o meu BMW nas mãos de um tipo que tinha conhecido há meia dúzia de horas mas para além de me inspirar confiança pela sua forma de estar também confiava na sua recomendação. Há coisas que se fazem na vida sem saber o porquê.

 

      - Bom dia Sr. Engenheiro! A mesa do costume?

      - Sim Jorge! Ponha mais um prato pois tenho um convidado que está a chegar. Entretanto traga para adoçar o paladar e como entrada, vinho branco de reserva de Reguengos e Vieiras salteadas, com toucinho gordo do Alentejo.

    O Jorge que nada lhe passa despercebido e tem confiança para tal, atirou:

      - Amigo novo?

      - Não! Por enquanto é um candidato a meu empregado. Depois logo se vê.

    Com aquele ar maroto já conhecido o Jorge voltou:

      - Só eu não tenho essa sorte de ser seu empregado.

      - Pois! Deixa-te estar como estás. Tens um bom emprego e já tiveste a oportunidade.

    O Jorge deu mais um ar de riso e lá foi ao seu serviço.

    Entretanto chegou o Pedro que foi encaminhado para a minha mesa.

    Ficou de pé, esperando que o mandasse sentar e assim o fiz.

       - Ó homem senta-te! Como disse és meu convidado para o almoço e mesmo se te contratar não é para ficares espectado como um guarda-costas. É para me fazeres companhia e conversarmos sobre coisas triviais da vida e do trabalho.

       - Nunca ninguém me tinha convidado para um almoço em um restaurante tão requintado.

       - Pois! Eu gosto desta casa e sou sempre muito bem atendido pelo Jorge. Já o conheço à uns anos e conhece os meus hábitos. Vinha cá muito com a minha mulher. Quando fiquei divorciado, aturou-me algumas noites de copos. Hoje somos amigos.

       - Essa amizade não chegou para o contratar como mordomo?

       - Não! Ele é livre a gosta de continuar assim. Por vezes na vida é preferível ter um bom amigo que será para sempre que uma aventura pouco duradoura.

       - Não entendo lá muito bem mas o Sr. Engenheiro é que sabe.

    Entretanto chegou o vinho e as vieiras para aperitivo e começámos.

    O Jorge entretanto colocou a carta do menu frente aos olhos do Pedro que ficou um pouco atrapalhado. Detetando a malandrice disse:

       - O melhor é talvez eu escolher. Escolha você o vinho.

    E troquei as cartas.

       - Pedro! Você gosta mais de peixe ou de carne?

       - Por acaso até tenho boa boca, e nesta casa deve haver umas coisas muito esquisitas a que não estou habituado, portanto o melhor é ser o Sr. Engenheiro a escolher.

       - Tá bem. Sendo assim vamos comer; (entretanto o Jorge que observava situação, ali de pé esperando as nossas escolhas e com aquele ar de malandrice que já lho conhecia, atirou: - Quanto ao vinho, posso trazer aquela reserva que o Sr. tanto gosta) Sim pode ser. Traga então Robalo escalfado em água do mar com açafrão e para a sobremesa pode se Fondant de chocolate com gelado de laranja.

    Enquanto o Jorge se afastava começamos a comer a entrada e a nossa conversa.

       - Então tens 25 anos, és de Seia e vives só em Lisboa?

       - É verdade! Vim para Lisboa para tirar o curso de marketing no ramo da hotelaria. Tirei a carta de condução e tenho feito alguns serviços na  Escola. Sabendo a minha situação e os meus propósitos para a vida o Sr. Diretor, seu amigo, a semana passada perguntou-me se me queria candidatar a assistente de um seu amigo que para o caso é o Sr. Engenheiro. Aceitei, e cá estou. Estou feliz, pois não esperava encontrar um gentleman, mas sim um velhote cheio de dinheiro e com manias de novo-rico.

       - Com que então nem tenho manias de novo-riquismo nem sou velhote! Essa agrada-me.

       - Desculpe Sr. Engenheiro mas é a forma de me expressar e tentar mostrar que sou na realidade. De forma alguma a minha intenção foi ofender.

       - Não! Estou a gostar da tua sinceridade! Aliás a quando da tua primeira entrada no meu gabinete, talvez, “por motivos” como diz o outro, achei que serias um bom companheiro de retrabalho. Sabes, eu também uma vez andei um pouco perdido. Sem emprego e quase sem dinheiro e um dia respondi a um anúncio para chauffeur e calhou-me um chefe de vendas. A minha missão era ir busca-lo todos os dias a casa, leva-lo ao escritório e acompanha-lo aos clientes. Derivado à minha forma de ser, passados dois meses passei para chefe de vendas. Mais tarde ela abandonou a empresa e eu fiquei no seu lugar. Como vês, a vida tem destas coisas.

       - É engraçada a sua história mas eu não penso ocupar o seu lugar, pois não estudei para tanto.

       - Foi só para exemplificar que a vida por vezes dá voltas que nem o Diabo sabe prognosticar.

       - É verdade! Quem me diria que ao candidatar-me a mordomo/assistente, estaria conduzir um BMW e a almoçar num dos restaurantes mais chiques da nossa cidade.

     A conversa agradável foi-se prolongando durante o almoço e passámos a conhecermo-nos um pouco um ao outro.

    Coloquei as minhas condições que seriam: O Pedro passaria a estar disponíveis 24 horas dias como mordomo da casa, meu assistente e chauffeur. Teria o Domingo de folga, casa, alimentação, férias a combinar e um ordenado de cinco mil euros mensais, através de um contrato com a empresa que eu dirigia.

     O Pedro perante esta minha proposta só disse:

       - Posso ainda hoje mudar-me para sua casa?

       - Calma! Primeiro vou mostrar-te onde vivo as tua acomodações, o pessoal com quem vais conviver e dirigir e se gostares, amanhã encontramo-nos no escritório para elaborarmos o contrato de prestação de serviços e então a minha passará a ser a tua casa também.

Ainda ouve mais uma conversa de circunstância para finalizar o almoço. Saímos e caminhamos lado a lado direito ao largo de Camões onde estava o carrito.

 

Lisboa pombalina - Largo do Camões

    Desta vez e porque não iriamos a qualquer cliente sentei-me no lugar do pendura e indiquei a morada da minha residência.

    Mal paramos, o Pedro como bom chauffeur, saltou do carro deu a volta e abriu-me a porta. Depois abriu a porta traseira e pegou na minha pasta, colocando-se a meu lado.

    Não havia mais dúvidas: Estava ali o Mordomo Perfeito.

    Entramos e fomos direitos ao escritório. Pela campainha interna chamei o João e o Luís para os apresentar ao Pedro como sendo este o futuro Mordomo da casa ao qual se deviam dirigir para qualquer assunto relacionado com os afazeres domésticos e pedi-lhes que lhe mostrassem a casa, zonas envolventes e seus espaços de habitação.

    Quanto á zona de habitação do Pedro, foi-lhe designado uma suite no andar de cima e que ficava ao fundo de um corredor condizente com a minha. Ao restante pessoal já estava designado um anexo à copa.

    Como na garagem existia outro carro. Um pequeno Peugeot, quando o Pedro voltou, perguntei-lhe:

    Então gostou das instalações? Sempre aceita a minha proposta de emprego?

       - Já tinha dito que sim! Posso mudar-me hoje?

       - Tá bem!... Na garagem está um Peugeot que pode utilizar para fazer a sua mudança. Os documentos e as chaves estão no porta-luvas. Já mandei o Luís arranjar as suas instalações. Só vou precisar de si amanhã por volta da 9 horas para me levar ao escritório. As refeições do pessoal não têm horário, desde que não interfira com os meus, mas isso é um assunto que resolverão entre vocês. Hoje não vou jantar em casa pois vou sair.

 

O Honda do nelson

    Depois de dar as minhas ordens, subi para o quarto, tomei um duche e vesti-me de uma forma formal para a noite que esperava ser boa.

    Tinha sido mais um dia que foi possível resolver os assuntos caseiros. Já tinha pelo menos dois empregados para a manutenção da casa e um Mordomo-Assistente que iniciaria o seu trabalho no dia seguinte.

    Apetecia-me estar só e curtir a noite. Desci até à garagem, peguei no meu Honda e lá fui estrada fora.

 

Para ler o III capítulo e se tiver mais de 18 anos, tenha calma! (ainda o estou a escrever)

NOTA; (Finalmente escrevi o III Capítulo)

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

 

Nelson Camacho

       

“Contos ao sabor da imaginação”

           de Nelson Camacho

      Fotos de arquivo e retiradas da net

 

Estou com uma pica dos diabos:
música que estou a ouvir: My Love My Life (abba)
publicado por nelson camacho às 20:38
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2 comentários:
De ftj a 16 de Março de 2013 às 13:34
Não encontro o capitulo III, vc publicou? é que estava a adorar
De nelson camacho a 17 de Março de 2013 às 00:55
Pois é amigo, não encontra porque ainda não tive tempo para o acabar. As minhas historias obedecem a um estilo literário que por vezes me é doloroso escrever alem de ter outras coisas entre mãos. não é só este conto que está inacabado. espero na próxima semana publicar o III capitulo. Um abraço e obrigado por ter vindo até cá. Nelson Camacho

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