Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

Poemas para degustar II - Amor eterno

corpos na penumbra - amor eterno - nelson camacho

     Depois do almoço fui até à praia. Estava tomando café quando de repente duas mesas mais ao lado pereceu-me ver uma pessoa que já há muito não via.  Apanhei um susto. O meu coração bateu apressadamente, mas quando essa pessoa se voltou, não era quem eu esperava.

     A minha cabeça fervilhava de recordações. Peguei na caneta e escrevi este poema.

 

Amor eterno

(É como uma doença)

 

Quando me perguntam

Se ainda te desejo

Se os anos ajudaram a esquecer

Se recordo o teu olhar

O teu sorriso

A figura do teu corpo até a caminhar

Se á minha vida não chegou outro amor

Para ocupar o teu lugar

Digo-te

Esse amor ainda não foi encontrado

É difícil porque eu nunca te esqueci

Não é que viva de lembranças

Conheço bem a realidade

Aconteceu, não foi um sonho

Fui feliz, e é verdade

 

Faz parte da minha vida

Vem por momentos

Vai com os pensamentos

E nas horas de tristeza de solidão

Sinto que esse amor ainda existe

E sinto que me dá amor eterno

Faz parte da minha vida

E por consequência

Choro a tua ausência

E se me perguntares até quando vai durar

Para dizer a verdade

Tenho de responder

É em amor eterno, difícil de acabar.

 

 

Magoito 16de Outubro de 2012

 Nelson Camacho

 

Estou com uma pica dos diabos: com saudades
música que estou a ouvir: Moon River (Richard Clayderman)
publicado por nelson camacho às 05:44
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