Sexta-feira, 22 de Março de 2013

Mordomo precisa-se – III Capítulo

 

mordomo

Mordomo Secretário e amante

 

    Depois de tudo o que se passou nos ( I ) e ( II ) Capítulos, que pode rever clicando nos respectivos, eis-me de volta:

 

III Capítulo

     Depois daqueles dias atribulados de afazeres profissionais e de contratações de pessoal, principalmente o último dia, apetecia-me estar só e repensar o tinha sido a minha vida nos últimos meses. O divórcio a amante que tinha ido para o marido a casa que por um golpe de sorte tinha conseguido e a solidão que sentia.

    Diz-se que o período mais difícil para um homem divorciado é os primeiros meses, principalmente mesmo que se tenha uma vida fácil no que se refere a parte económica não é bem assim. Fazer uma refeição em casa, é um problema, tratar da mesma, é outro problema e quando se trata de uma casa grande como a minha, ainda é pior, mas o pior de tudo é a solidão, com que nos encontramos. Resta-nos uns copos nas noites de Lisboa com os amigos ou uma prostituta para nos satisfazer as necessidades sexuais mais prementes.

    Naquela noite estava mesmo numa de solidão. Naquele dia, Já tinha tratado de tudo no respeitante à parte social, tanto no escritório como em casa e resolvi ir jantar fora. Tomei um duche e vesti-me à maneira para uma noitada sem problemas. Desci até à garagem, peguei no Honda, lá fui.

    Àquela hora na IC 19 só havia filas de carros no sentido inverso, portanto o percurso fez-se normalmente liguei uma Pen que tenho com uma miscelânea de músicas para estas ocasiões ao leitor do carro e lá fui direito a Lisboa. Onde ir jantar? Não sabia concretamente, desci a avenida da Liberdade sem saber ainda onde ir parar, dei uma volta pelo Rossio e não encontrei local para estacionar. Não me apetecia guarda-lo no parque de estacionamento. Queria um locar perto de um restaurante e voltei a subia a avenida. Estava chegar mesmo ao fim, quando vi um lugar um pouco antes do Diário de Noticias, mesmo e em frente à Cova da Onça. È mesmo aqui! Disse de mim para mim. Aproveito para jantar, tomar um copo e fazer uma converseta com uma gaja. Já agora mais puta menos puta serviria para passar um pouco da noite e só isso. Embora andasse a precisar de sexo não era ali que me ia satisfazer, já me bastava ter de lhes pagar os cocktails da treta, quanto mais pagar uma foda, coisa que nunca fiz, pagar para foder. Falando em dinheiro, comecei logo a gasta-lo à entrada quando o porteiro cheio de salamaleques me cumprimentando fazendo a observação:

       - Então Sr. Engenheiro há muito que não aparece por cá! Zangou-se com a gente ou com as meninas?

       - Não pá! Não me zanguei! Tenho tido uma vida muito ocupada. - Meti a mão na algibeira e lá boi barão. – Ainda sou dos que usam o dinheiro na algibeira das calças. Com tantos carteiristas que andam por aí!.. É mais seguro.

    Desci a escada, procurei uma mesa e esperei pelo empregado. Enquanto ele não vinha logo veio uma “menina” junto a mim:

       - Olá querido! Já não te via por cá há muito tempo. Posso sentar-me?

    Como é hábito naquelas casas, sem permissão alguma do cliente, logo se sentou dando o beijo da praxe e pediu sem aquelas – como também é hábito a bebida ao Manel que entretanto também já estava junto a nós.

       - Olá ser. Engenheiro, há muito tempo que não o via por cá. Posso servir a menina? O Sr. o que vai beber?

       - Boa noite Manel. É verdade é verdade já por cá não venho à muito. Hoje apeteceu-me ver se há meninas novas e quero jantar.

      - Quanto ao jantar hoje temos um Bacalhau com natas que está uma delicia, quanto a menina novas para comer, só há duas que são estrangeiras.

       - Sendo assim, podes trazer o bacalhau. Quanto às meninas, prefiro as portuguesas e pelos vistos já atracou aqui uma. – Ambos nos rimos e o Manel lá foi.

    Até vir o jantar e mesmo durante o mesmo a conversa com aquela puta não passou do habitual incluindo mais uma bebida para a mesma. A gaja ainda tentou uma garrafa de champanhe mas não fui na conversa. Não estava disposto a deixar ali uma pipa de massa assim como já estava farto dos beijinhos e dos apalpões nas pernas e na gaita, que não estava disposta a trabalhar com aquela gaja. Ainda dançamos umas músicas que agora são por aparelhagem. Já lá vai o tempo que aquela casa de putas mais ou menos finas, tinham orquestra. Actualmente o ambiente não tem nada a ver com o antigamente. Mais parece uma casa de prostitutas do Bairro Alto dos anos 60, mas para o pior.

    Os ponteiros já tinham batido nas duas horas, pedi a conta e pirei-me daquele lugar que já não era o meu. Naquela noite! Sexo! Nem vê-lo! Ainda ia bater uma com a mão esquerda que dizem dar a ideia que é feita por outra pessoa. Voltei à IC19 e fui para casa.

    Na volta pelo Marques de Pombal com as novas alterações de trânsito ainda ia batendo num gajo qualquer que apitou furiosamente e eu mandei-o para o caralho.

No dia seguinte

    Cheguei a casa fui direito ao chuveiro. Assim que a água quente começou a debitar calor pelo meu corpo o pau levantou-se de tal forma a pedir que o amaciasse e lá bati uma punheta. Acabei o banho e fui-me deitar.

 

homens na cozinha - o mordomo

    Tinha-me deitado tarde e quando acordei tinha uma certa sensação áspera na garganta, ainda reste-as dos whiskies bebidos durante a noite. Vesti um roupão e desci até à cozinha para apanhar um copo de água fresquinha.

    Quem lá estava já de volta de legumes e frutas? O Pedro!

       - Bom dia!

       - Bom dia Sr. Engenheiro.

       - Então fazendo trabalhos de cozinha?

       - Foi uma combinação que fiz com o João. Quem vai passar a preparar o pequeno-almoço para o patrão, vou ser eu, assim como da sua roupa. O João continua com os afazeres da cozinha, e o Luís com os restantes afazeres da casa. Quanto ao seu quarto vai ser segundo a minha supervisão.

       - Quer dizer que já fez as distribuições das tarefas.

       - É verdade! Na qualidade de Mordomo quero supervisionar tudo.

       - Não sei como vai ter tempo para tudo mas logo se vê. A propósito, está bem instalado?

       - Sim o melhor não podia estar. Quando quiser, o pequeno-almoço está pronto e o Luís irá servi-lo enquanto vou tratar da sua roupa para se vestir. A que horas quer sair?

       - Hoje como não tenho visitas a fazer a qualquer obra, vamos direitos ao escritório aí por volta das 10 horas. Assinamos o contrato que ainda não fizemos e depois logo se vê.

 

    Durante os primeiros oito dias o Pedro demonstrou ser um mordomo à antiga. Tratou eficazmente do mando da casa e como secretário, demonstrou igualmente ser um bom colaborador atendendo sempre às minhas necessidades profissionais.

    Naquele fim-de-semana apeteceu-me ir ver uma peça teatro de revista e mandei-o comprar dois bilhetes para o Maria Vitoria, único teatro ainda a funcionar no recinto, mercê da persistência do seu empresário Helder Freire Costa com a revista “Humor com Humor de Paga”.

 

    Depois do jantar em casa disse ao Pedro para vestir uma roupa mais informal, pois iria comigo. O rapaz ficou um pouco atarantado mas não disse nada. (nunca pensou que o segundo bilhete para o teatro fosse para si) 

    Mais tarde quando desci para a garagem, já lá estava ele de porta de traz do carro já aberta e ao lado da mesma do BMW.

       - Mas não vamos nesse! Vamos no Peogeot que é mais discreto.

    O Pedro logo solícito, saiu a correr a abrir a porta do pendura, pois aquele carro é só de três portas e abriu-a.

    Pelo caminho perguntei se se estava a sentir bem em minha casa e se os afazeres estavam de acordo com as suas expectativas.

    Ele comentou que nunca tinha pensado encontrar um emprego e um patrão como eu e alvitrou não fazer folgas, pois sentia-se como em sua casa e não tinha ninguém conhecido em Lisboa que merecesse a sua companhia.

       - E quanto a namoradas? Perguntei a certa altura.

       - Tive uma lá na terra, mas também durou pouco tempo. Não fazia o meu género.

       - Então qual é o teu género?

       - Se quer que lhe diga, ainda não sei. Também ainda estou novo.

       - Mas tens necessidades, como qualquer rapaz da tua idade!

       - Sim! É natural mas não me preocupam essas coisas. Quando chegar a altura logo se vê.

 

    Entretanto já estávamos a entrar no Parque Mayer. Ele arrumou o carro e lá fomos direitos ao Maria Vitoria. Foi no caminho que notei bem nele. Vestia umas calças de ganga, e um blusão por cima de uma camisa branca com os três botões desabotoados de forma a denotar-se a sua compleição física e atirei.

       - Estás a ver? Assim vestido passas por meu sobrinho nas horas de lazer. Estou sempre a encontrar pessoa conhecidas e ainda me iam criticar por vir ao teatro com o chofer.

       - Se o senhor o diz.

    Ficamos por ali na conversa e entrámos!

 

    Quanto à revista, não passou de mais uma sem grandes artistas de nota dez. Quanto aos cenários e guarda-roupa, fiquei com saudades do Pinto de Campos.

    Certamente por causa da crise ou por falta de inspiração, o teatro de revista de hoje já nada tem a ver com as de antigamente. Os quadros de rua deixaram um pouco a desejar. As encenações também são um pouco pobres. Quanto à parte musical, orquestra, nem vela, quanto a temas, nenhum que ficasse no ouvido como antigamente. Nota-se uma falta tremenda de inspiração, embora haja muita transpiração. Se compararmos com as peças encenadas pelo Lá Féria que também vive da bilheteira e não tem subsídios do governo, a distância é enorme.

 

    No intervalo fomos até ao bar tomar café e conversamos um pouco sobre a sua vida do Pedro até ao momento em que me conheceu demonstrando estar bastante satisfeito inclusive ser a primeira vez que vinha a o teatro e eu das discussões com a minha ex mulher e a razão do nosso divórcio. Como seria natural omitindo factos que não vinham ao caso.

    Acabou o espectáculo, aplaudimos de pé como é normal, até porque os artistas merecem e muitas vezes é o nosso aplauso o se maior pagamento.

Já na rua

       - Vamos tomar uma Cerveja?

       - Vou buscar o carro?

       - Não! Vamos ao Águia D’ouro! É mesmo aqui à saída do Parque.

    O Águia D’Ouro é uma cervejaria muito antiga e que tenho gratas recordações dos meus tempos das cantigas.

       - Das antigas?

       - Sim! Das cantigas! Era aqui que os artistas depois das sessões dos teatros vinham cear e fazer as nossas tertúlias.

    Batemos com o nariz na porta o Águia D’Ouro também tinha fechado.

 

    O Parque e todas as zonas envolventes estão totalmente degradados.

    No espaço do velho Parque, Haviam restaurantes, barracas de tirinhos e outras, esplanadas, pavilhões para exposições, cafés e casas de fado. Chegou a existir um pavilhão de luta livre e boxe por onde passaram os maiores artistas do mundo. O Parque Mayer com os seus locais de diversão foi um local de boémia por excelência, onde tanto ocorria o povo folião, como a elite política e os intelectuais de Lisboa.

    Quando aquele espaço foi vendido em 1921 a Luís Galhardo que sendo personalidade ligada ao meio teatral criou ali o Parque Mayer onde implantou um espaço dedicado à diversão.

    Em 1922 foi inaugurado o Teatro Maria Vitória, único que ainda persiste pela força e vontade do seu empresário, Helder Freire Costa.

    Em 1926 (8 de Julho), com a revista "Pó de Arroz", abriu o Teatro Variedades

    Em 1931 segundo um projecto do arquitecto Luís Cristiano da Silva, foi inaugurado o Teatro Capitólio, de uma concepção arrojada para a época No seu telhado tinha uma sala de cinema de céu aberto com mesas, dando um ar diferente do habitual onde tomávamos umas cervejas e víamos os filmes. (naquele tempo não haviam pipocas que hoje a sua degustação parecem ratos a roer e os telemóveis que nos chateiam com os seus zumbidos e luzinha a parecerem pirilampos) Foi também a primeiro teatro do mundo a ter uma escada rolante no seu interior e cinema ao ar livre.

    Por último, já em 1956 (13 de Janeiro) o empresário José Miguel criava o novo Teatro ABC, no espaço que fora do "Alhambra"um salão de dança e parte do "Pavilhão Português", estreando com a revista "Haja Saúde". Parece que foi agoiro para o Parque porque nos pós 25 de Abril de 74 o Parque nunca mais teve saúde sendo actualmente um local triste, abandonado e decadente estando destinado a parque de estacionamento.

    Mas passemos adiante, como a cervejaria estava também fechada o Pedro foi buscar o carro, descemos a avenida e fomos parar nas Portas de Santo Antão e lá fomos comer um bitoque ao Sol Mar. Cervejaria ao lado do Coliseu e que ainda se encontra aberta até mais tarde.

De volta a casa

    Quando arrumamos o carro na garagem já eram mais das três horas da manhã de Sábado

    Subimos e o Pedro perguntou se queria que me fizesse um chá ou outra coisa.

       - Não! Obrigado o que quero agora é tomar um duche e ir para a cama e ouvir uma musiquinha. Tive um dia nada calmo. Devíamos ter ido ao teatro hoje e não ontem, mas já está, já está.

       - E se lhe fizesse uma massagem?

       - Mas também sabe fazer massagens?

       - Não cheguei a fazer o curso na totalidade mas ainda fiz uns meses o que é suficiente para não fazer asneira.

       - Se assim o dizes, vou tomar o duche e depois logo se vê.

    Lá fui para o duche enquanto ele desapareceu sem antes colocar um toalhão em cima da cama e dizer para não vestir o pijama.

    Como o duche condiz directamente com o quarto, quando saí, pensando que estava só, vinha todo nu. Estava à minha espera o Pedro em calções curtos e uma t-shirt de cava e o tualhão nas mãos para me envolver olhando-me de alto a baixo com um olhar que achei esquisito.

 

mordomo e massagista - nelson d'magoito

    Se há coisas boas que acontecem a um homem é uma boa massagem e naquela altura aquelas mãos delicadas envoltas em creme percorrendo as minhas cotas estavam a fazer os meus neurónios saltitarem de prazer. Pena era não serem de uma gaja de mãos tailandesas, mas estavam a superar quaisquer uma que normalmente acabam em sexo. De repente vim há realidades quando o Pedro perguntou se não seria melhor colocar uma musiquinha para relaxar melhor.

    Acordei daqueles pensamentos repentinamente e confirmei.

    Para não arrefecer meu corpo tapou-me as com o tualhão  e lá foi até onde tinha os CDs. Depois de rebuscar um pouco:

       - Está aqui um DVD dos GNR! Posso colocar este?

       - Podes! Só que esse não é um CD mas um DVD bastante antigo. Podes por esse que é giro e certamente não conheces.

       - Tem na capa o Rui Reininho e o título é “Dunas”, Conheço a música.

    Quando o tema começou a ser projectado no LCD que é bastante grande e está numa das

paredes do quarto, voltei a cabeça na direcção do mesmo enquanto o Pedro voltava  a destapar-me reiniciando a massagem. Veio-me à lembrança os meus velhos tempos de juventude nas dunas da Costa de Caparica e o que por lá se fazia.

       - Não conhecia este vídeo. - Disse ele

       - É uma relíquia dos GNR que exemplifica a época dos anos 80.

       - Deve ter sido uma boa época! - Disse o Pedro ao mesmo tempo que percorria com mais força todas as minhas costas indo acabar nas nádegas ao mesmo tempo que manuseava o meu rego até ao inicio do buraco.

    Não sei porquê, mas comecei a sentir o meu pau começar a inchar contra os lençóis começando a flectir meu corpo contra o mesmo.

    Quando estava a sentir aquela massagem gotosa em minhas nádegas, senti uma mão vir até debaixo do corpo, direita ao pau que já se encontrava hirto e manuseá-lo um pouco.

    Não aguentei mais e virei-me. O tualhão caiu para os lados e ali ficou todo lampeiro o pau para o que desse e viesse.

    Sem mais aquelas, o Pedro sem sequer pedir licença começou beijando meus seios que também já estavam hirtos, mordiscou ambos um pouco e iniciou o percurso com umas lambidelas até meu pau que começou fodende-o gostosamente com a boca.

    A partir desse momento até me esqueci que era meu empregado e um gajo e nos envolvemos em carícias e beijos ardentes

    Se andava já há uns dias sedento por sexo, embora não fosse bem aquilo que tinha pensado estava a sentir um gozo imenso. Aquele rapaz estava a dar-me uma sensação de liberdade como já em tempos tinha estado nas dunas da Costa de Caparica.

    Envoltos num turbilhão de prazer, ora nos beijando em nossas bocas ora em nossos paus de cabeças arregaladas e olhos brilhantes. Com a ponta dos meus pés comecei brincando em suas pernas. Ele parecia tremer.

       - Gostas? Já lhe dizia ao ouvido.

       - Não, não é isso.

       - Então é o quê?

       - Na verdade… nunca imaginei que estaria com você assim.

       - Então não imagina nada… Deixa acontecer

       - Não sei o que fazer mais, estou louco por você. Nunca me tinha acontecido isto!

       - Não precisas… Deixa que eu faço tudo o resto. – Dizia eu já louco de prazer.

    A caixa do creme que me tinha dado as massagens estava mesmo ali à mão, meti os dedos nela, retirei um pouco e comecei introduzindo naquele buraco um dedo e depois outro, que se adivinhava gostoso e apertadinho. Depois a pouco e pouco e depois de bem lubrificado meu pénis lá se foi introduzindo, primeiro a cabeça depois todo o seu corpo naquele cuzinho que me deu a sensação de ser virgem. Ele gemeu um pouco e retirei-o. Andou por ali pelas bordas um pouco até que penetrou novamente até sentir minhas bolas quase se esmigalhando em suas nádegas num vai e vem constante até um turbilhão de esperma num esguicho voraz entrou pelo seu recto dentro, ao mesmo tempo que todo o meu corpo estremeceu r o coração bateu fortemente de prazer. Fiquei naquela posição até tentar que meu pau murcha-se, mas nada! O gajo parecia que queria mais.

    Pedro ajudou a colocarmo-nos na posição de concha e levou uma das minhas mãos ao seu pau e ajudou-me a masturba-lo ao mesmo tempo que se movimentava de forma a continuar a foder aquele cu que apertava mais e mais a minha verga, pronta para mais uma deliciosa foda.

    Quando senti seu leite viscoso em minha mão, vime novamente dentro dele.

    Passámos bem uns quinze minutos naquele estrelaio, até que ele virando a cabeça:

       - E agora? Estou despedido? Nunca tinha feito isto!

       - Mas ao menos gostas-te?

       - Já mais tinha pensado nisto mas a forma como me tem tratado nestes dias e tudo o que me tem proporcionado. Desculpe, mas se há paixão entre homens, eu estou apaixonado por você.

       - Para mim! Também foi uma experiencia expectante e se não queres ser despedido, passas a ficar comigo todas as noites.

       - Mas eu quero! Disse ele olhando-me nos olhos brilhantes que descobri serem castanhos-claros encimados por uma boca bem delineada e que na altura dava rasgos de sorriso.

       - Só temos de ter um certo cuidado com os teus colegas e passar a ser um segredo entre nós. Toda a gente pode saber que sabe que vivo com um homem, mas no dia em que dissermos que somos gays e eu ou tu, “aquele é o meu namorado” acho que metade dos meus clientes, desapareciam. O português odeia confrontar-se com coisas e tomar partido. Portanto, demasiada explicitação leva a reacções negativas.

       - Se acha que assim é, sei separar as águas. Trabalho é trabalho e conhaque é conhaque.

    Ao mesmo tempo que ia dando a sua opinião e já com nossos corpos frente e frente, ia tocando levemente seus lábios nos meus. Então respondi:   

      - Tomando um texto de revista da Ivone Silva (Olívia patroa e Olívia empregada) se te portares bem não serás despedido e passarás a ser “Mordomo Secretário e amante”

    As horas foram passando. Acabámos adormecendo enroscados e quando acordámos nos beijamos nos acariciamos e voltamos a comemorar a noite repetindo a dose.

 

o mordomo e  patrão

    De dia somos patrão e empregado e na calada da noite somos amantes.

    O mordomo secretário e amantes, tem pernas para andar por longos anos de felicidade conjunta até que os Deuses nos separem.

 

 

        Apesar de inspirado em factos reais esta história é fictícia e não retrata a forma de estar de qualquer pessoa aqui mencionada.

 

    Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência. O geral ultrapassa a ficção.

    As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

 

     Nelson Camacho D’Magoito

   “Contos ao sabor da imaginação”

            de Nelson Camacho

        Para maiores de 18 anos

Estou com uma pica dos diabos:
música que estou a ouvir: Dunas
publicado por nelson camacho às 16:19
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6 comentários:
De ftj a 22 de Março de 2013 às 19:55
Eu sou o rapaz que comentou no outro dia, por isso Muito Obrigado por publicar a terceira parte.
De nelson camacho a 25 de Março de 2013 às 17:59
Obrigado por vires até aqui. Espero que esta III parte esteja dentro das tuas expectativas . é sempre bom saber não só que leste como se achas que foi um final feliz. Um abraço.
De nuno a 26 de Março de 2013 às 14:00
eu também pedi a última parte... finalmente aí está ela. obrigado.
De nelson camacho a 28 de Março de 2013 às 01:42
Obrigado Nuno por vires até cá. Sabes, escrever contos eróticos não é fácil pelo menos da forma literária que os escrevo. Achas que o final está bem ou terias outro final? Mas atenção que tem de haver sempre um pouco de realidade. Um abraço
De Nuno a 28 de Março de 2013 às 08:42
Olá Nelson. Não é fácil escrever nada, acho eu... talvez um 'porno' seja mais fácil, para mim foi. Teria um final diferente? provavelmente, mas as coisas são assim mesmo, não é? ;)

Passa no meu blog, por favor... ser visto é fixe, mas uma seca; gostava de uma crítica... sem nenhum comentário estou a começar a perder a pica :\

http://contosdemachosemachinhos.blogspot.pt/

abraço
De nelson camacho a 29 de Março de 2013 às 11:43
Meu caro Nuno, de facto escrever por vezes é uma seca. Escrevemos por impulso que geralmente vem de uma ideia que se teve para um tema, um personagem, um período, um cenário, um enredo ou um significado. Nestes casos é mais fácil. Ressalvando outra opinião é o seu estilo de escrita (porno) é tudo mais fácil.
Quando pretendemos escrever uma história com um fundo literário, que é o meu género, embora tenha pelo meio cenas eróticas é um pouco mais difícil, pois eu conto histórias de vida e não de sexo/porno.
Já dei uma volta pelo seu blogue, gostei e recomendo. Não perca a pica da escrita pois até conseguirmos os nossos leitores habituais é um pouco difícil. Por vezes não conseguimos encontrar o alvo indicado. Um abraço e Boa Páscoa Nelson Camacho.

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