Terça-feira, 14 de Maio de 2013

Frank Sinatra – A minha homenagem

 

Frank Sinatra em O canto do Nelson

 

     Tal como dizia Frank Sinatra, também, "Sou a favor de tudo que ajuda a atravessar a noite - seja uma oração, tranquilizante ou uma garrafa de Jack Daniels."

     "Só se vive uma vez e, do jeito que eu vivo, uma vez é suficiente" ”

 

     E porque de facto só se vive uma vez, esta dá-me o direito de homenagear as pessoas que fazem ou fizeram parte da minha vida enquanto vou pagando esta promessa de andar no mundo dos vivos.

 

     Frank Sinatra de nome próprio Francis Albert "Frank" Sinatra nascido em Hoboken (Nova Jérsei) a 12 de Dezembro de 1915. Filho dos imigrantes italianos Natalie Della Garavante, genovesa, mais conhecida como "Dolly", e Anthony Martin Sinatra, um siciliano, analfabeto e boxeador aportando em Nova York em 21 de Dezembro de 1903 a bordo do Cittá di Millano SS, conjuntamente com a restante família.

 

     Iniciando sua carreira musical na era do swing com Harry James e Tommy Dorsey, sem qualquer reino musical, desenvolveu um estilo sofisticado de canto. Sua habilidade em criar uma longa e fluente linha musical sem pausas para respiração, sua manipulação de frases o fez chegar bem mais longe que o usual dos cantores populares da época.

 

     Sinatra tornou-se um artista a solo de sucesso sem precedentes em medos dos anos 1940.

 

     Gravou para várias editoras, (até criar a sua própria) vários êxitos e passou a ser o ídolo das "bobby boxers" (como eram conhecidas as jovens fãs de swing), lançou o seu primeiro álbum, “The Voice of of Frank Sinatra” em 1946.

Sua carreira profissional esteve parada na década de 1950, mas renasceu em 1953 ao vencer o Óscar de melhor actor secundário por sua performance em “From Here to Eternity”.

A partir desse momento foi um nunca mais parar de êxitos mundiais. Óscares e Globos de Ouro pelos seus trabalhos como cantor e actor.

 

      Frank Sinatra, foi casado com Nancy Barbato e posteriormente com as actrizes Ava Gardner e Mia Farrow e com a socialite Barbara Marx, com quem terminou seus dias.

 

     Em 26 de Janeiro de 1980, já com 65 anos de idade fez um show histórico no Brasil, no Rio de Janeiro, com um Maracanã lotado, do qual cantou para impressionantes 170 mil pessoas entrando para o livro Guiness de Recordes. Teve seu próprio show de TV durante vários anos e nos anos 90 continuou na actividade em concertos e gravações, onde lançou uma série de duetos, inclusive via satélite, utilizando recursos da mais moderna tecnologia.

 

     Os Seus principais sucessos são "Fly me to the moon", "My Way" e "New York, New York". Sinatra também cantou com o brasileiro Tom Jobim. Na oportunidade, "Girl from Ipanema" brindou o grande encontro.

 

     Cantou e encantou presidentes, reis, anónimos do mundo e colegas de profissão que uns o tentaram imitar e outros como eu, seguir o seu exemplo.

 

     Possui duas estrelas na Calçada da Fama, uma por seu trabalho na música e outra por seu trabalho na TV americana. É considerado um dos maiores intérpretes da música na década de 1950. Teve três filhos: Nancy Sinatra, Frank Sinatra Jr., e Tina Sinatra.

 

Frank Sinatra lápide

     Com a saúde debilitada, Sinatra parou de fazer shows com 80 anos, em 1995. No dia 14 de Maio de 1998, Frank Sinatra morreu de um ataque cardíaco em Los Angeles, Califórnia.

Para quem o quiser visitar, encontra-se sepultado no Desert Memorial Park,Cathedral City. Condado de Riversaide, Califórnia nos Estados Unidos.

 

     Lá só vai encontrar uma lápide simples mas que diz tudo o que foi, cujo epitáfio é " The Best Is Yet To Come” ou "O Melhor Ainda Está Por Vir".

 

     Descendente de italianos, Sinatra teve seu nome diversas vezes ligado à máfia. Depois de sua morte, sua filha Tina fez revelações que ligavam Sinatra a esquemas na eleição do presidente Kennedy pelos Chefões de Chicago.

 

     Quando estou numa de nostalgia, ouço “My Way” (Meu jeito) que deixo por aqui o seu poema em português, de Paul Anka, Jacques Reveaur e Claude Françoes na voz inconfundível de Frank Sinatra que ainda hoje nos meus momentos de solidão bebo as suas palavras.

 

 

Meu Jeito

E agora o fim está próximo

E portanto encaro o desafio final

Meu amigo, direi claramente

Irei expor o meu caso do qual estou certo

 

Eu tenho vivido uma vida completa

Viajei por cada e todas as rodovias

E mais, muito mais que isso

Eu o fiz do meu jeito

 

Arrependimetos, eu tive alguns

Mas aí, novamente, pouquíssimos para mencionar

Eu fiz o que eu devia ter feito

E passei por tudo consciente, sem exceção

 

Eu planejei cada caminho do mapa

Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho

E mais, muito mais que isso

Eu o fiz do meu jeito

 

Sim, em certos momentos, tenho certeza que tu sabias

Que eu mordia mais do que eu podia mastigar

Todavia fora tudo apenas quando restavam dúvidas

Eu engolia e cuspia fora

 

Eu enfrentei a tudo e de pé firme continuei

E fiz tudo do meu jeito

 

Eu já amei, ri e chorei

Cometi minhas falhas, tive a minha parte nas derrotas

E agora conforme as lágrimas escorrem

Eu acho tudo tão divertido

 

E pensar que eu fiz tudo isto

E devo dizer, sem muita tímidez

Ah não, ah não, não eu

Eu fiz tudo do meu jeito

 

E para que serve um homem, o que ele possui?

Senão ele mesmo, então ele não tem nada

Para dizer as coisas que ele sente de verdade

E não as palavras de alguém de joelhos

 

Os registos mostram, eu recebi as pancadas

E fiz tudo do meu jeito

 

"Obrigada por me ler! Você estará sempre no meu coração"

 

     Nelson Camacho D’Magoito

               Recordações

           De: Nelson Camacho

Estou com uma pica dos diabos: tiste
música que estou a ouvir: my way of life
publicado por nelson camacho às 20:36
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