Quinta-feira, 29 de Agosto de 2013

Regresso às Aulas Boa Noite Ciderela

 

segredos que ficam para toda a vida

 

Segredos que ficam para toda a vida

 

     Você está numa festa e aceita uma bebida de um estranho e de repente fica tudo escuro, você acorda em um lugar totalmente diferente, pensa em ligar pra alguém e... epa! Onde está o telemóvel? E a carteira? Então percebe que foi vítima de um golpe: o Boa Noite Cinderela.

     “Boa noite Cinderela” é um Koktail de drogas, entre as quais: Lorax, Rohypnol, Lexotam, GHB (ácido gama-hidroxibutírico) e Ketamina (Special K). Elas são encontradas normalmente na forma de compridos ou líquidos.

     Essas drogas agem directamente no sistema nervoso central, podendo provocar amnésia durante a intoxicação. A pessoa perde a consciência de seus actos, a capacidade de discernimento, apresenta dificuldade de resistir a ameaças, e sujeita-se a ordens de estranhos, entre outros.

     Devido aos efeitos apresentados, essas substâncias são muito utilizadas por assaltantes e agressores que dopam a vítima a fim de assaltá-la ou abusar sexualmente, sendo portanto, denominadas também de “rape drugs” (drogas de estupro).

     Há inúmeros casos de pessoas que sofreram o “Golpe Boa Noite Cinderela”. Este golpe é frequentemente aplicado em boates, mas também pode ocorrer em restaurantes. O meliante finge estar ingerindo determinada bebida, contendo substância entorpecente, e oferece à vítima, que, após ingerir o líquido contrafeito, fica a mercê do bandido.

     O bandido que se utiliza dessas drogas para aplicar o golpe, muitas vezes é bastante apresentável, o que faz com que fique difícil duvidar de suas intenções.

     Já por aqui tenho alertado para determinados perigos que se avizinham a quando da entrada novamente na escola, não sou psicólogo mas tenho uma grande experiencia de vida que me dá esse direito.

     Quem lê normalmente as minhas histórias e contos sabe que elas embora ficcionadas são com base na realidade de tal forma que muitos leitores se revêem nelas.

     Há histórias de vidas que por vezes acabam bem, outras acabam mal por esta razão hoje venho aqui e mais uma vez contar alguns casos reais mais prementes, servindo não só a jovens heterossexuais, homossexuais, bissexuais como a pais menos atentos.

     Um dos maiores perigos da actualidade, são os amigos virtuais e a falta de acompanhamento de certos pais, que com a desculpa de que não têm tempo não acompanham devidamente os filhos, deixando-os ao abandono no escuro dos seus quartos, trocando desabafos e fotografias com predadores que do outro lado se encontram sempre atentos a darem a machadada.

     Combinam um encontro e a partir dai, tudo pode acontecer.

     Normalmente estes encontros acontecem por falta de diálogo entre pais e filhos. Os pais cada vez mais atarefados com o sustento da família ou por razões sociais ficam arredados das suas inquietações e quando acontece algo diferente do que esperavam para seus filhos dizem que são eles os culpados, só porque nunca os quiseram entender.

Se descobrem que um filho é Gay. A culpa é deles. E não aceitam a diversidade. Esquecendo-se que isso aconteceu pela tal falta de diálogo ao longo dos anos pois dizem que essas coisas só acontecem aos outros.

     Se descobrem que um filho foi estropiado. A culpa é deles porque não tiveram cuidado.

     Está tudo errado! O que acontece aos outros também acontece aos nossos filhos infelizmente, até quando os acompanhamos no seu crescimento, mas se não os acompanharmos de verdade a possibilidades de se transformarem naquilo que não queríamos para eles é muito maior.

Um professor pedófilo

 

 

     Certa vez o João que chegava à escola sempre cabisbaixo e não se aproximava muito dos colegas o professor de matemática notando o seu desapego perante os colegas e até aos estudos, no fim da aula chamou-o de parte perguntando o que se passava e ele lamuriou-se que em casa haviam discussões constantes entre os pais e não ligavam aos seus problemas fossem eles quis fossem.

     O professor perante tal situação logo verificou haver ali falta de carinho perante o rapaz e então perguntou-lhe:

        - E se organizarmos uma visitas de estudo num fim-de-semana achas que eles deixam-te ir?

        - Se não custar dinheiro para eles e se levar um escrito nesse sentido da escola eles não se importam.

     Assim ficou combinado. O professor disse que ia organizar o fim-de-semana com outra turma e depois dizia-lhe.

     João quando chegou a casa quis contar aos pais a proposta recebida mas eles estavam mais preocupados com os seus problemas.

     Entretanto na escola o tal professor tomou o João como seu aluno preferido, passando a dar-lhe mais apoio escolar, inclusive ficava com ele depois de algumas aulas dando-lhe apoio nos estudos.

     Uma quarta-feira o João chegou a casa com um bilhete do professor perguntando aos pais se eles não se importavam que ele fosse passar o fim-de-semana com ele. Bastava para tanto que assinassem o documento.

     Na quinta-feira seguinte João entregou ao professor o tal documento devidamente assinado e ficou combinado partirem para a tal visita de estudo na sexta-feira.

     Como o João era de poucas falas com os colegas e a visita de estudo seria com outra turma, aguardou nas calmas a hora de partida. Certamente numa camioneta ou coisa assim.

     Sexta-feira cinco da tarde acabaram as aulas e João plantou-se à porta de escola à espera, - julgava ele - outros colegas e a camioneta que supostamente os iria levar debandada.

     Já todos tinham saído e nada. Estava só de mochila às costas onde tinha colocado uma muda de roupa misturada com os livros.

     Já estava um pouco desesperado quando apareceu o professor pedindo desculpas pelo atraso, segurou-lhe na mochila e encaminho-o para o seu carro.

        - Então os outros! - Perguntou muito admirado o João

        - Os outros como saíram mais cedo já foram. Nós vamos lá ter.

     Pelo caminho nada de justificações nem conversas. Somente beberam umas Coca-Cola que o professor já tinha preparado. Saíram da Cidade e a estrada parecia que nunca mais acabava. O João já estava um pouco sonolento, até que chegaram a uma vila e depois de a passarem entraram numa estrada de terra batida indo terminar numa quinta fechada com um portão automático que foi aberto mal o carro se encostou ao dito. Mais uma pequena estrada e lá estava uma vivenda. João já dormitava.

        - Chegámos!

     João abriu os olhos um pouco a custo e perguntou novamente:

        - Então os outros.

        - Devem estar a chegar. Vamos entrar! O caminho fez-te adormecer um pouco.

        - Pois parece que sim! E também me deu fome.

        - Já vamos resolver isso.

     Entraram e o professor como o João se tinha queixado da sua sonolência levou-o até ao quarto dizendo-lhe que descansasse um pouco enquanto ia preparar uma refeição.

     O Professor assim fez.

     Foi ao carro buscar uma maleta de onde retirou uma sanduíche e mais uma Coca-Cola que verteu num copo misturando como já tinha feito anteriormente um comprimido.  

    Levou o “petisco” ao João que se deliciou.

        - Descansa mais um pouco enquanto vou ver se “eles” já chegaram.

     Mentira! Meteu-se no banheiro e tomou um duche.

 

Boa noite cinderela

     Quando saiu do duche dirigiu-se ao quarto. João já estava mesmo dormindo, despi-o e meteu na cama ao mesmo tempo que também se despindo e se deitou a seu lado abraçando-o de conchinha.

     Com o calor dos corpos o professor abraçando-o cada vez mais e sem que João desse por isso, foi penetrado.

     De manhã João acordou com uma sensação estranha e uma certa dor no ânus. O professor ainda se encontrava abraçado a ele e só lhe disse:

     Este fica a ser o nosso segredo.

     Vou cuidar de ti melhor que teus pais, ao mesmo tempo que o acariciava. João sentiu-se confortável e deixou-se penetrar novamente.

 

Outros casos

O Convite para uma noite de farra.

 

     Carlos era um moço de mente aberta e sempre pronto a acompanhar os colegas para uma boa noitada, desde que a música fosse a seu gosto. Extrovertido, ia a todas.

     Um dia um colega convidou-o a ir assistir a uma noite de strippers gay. Nunca tinha ido, mas era hora de experimentar. Foram todos, eram três com ele quatro.

     Entraram na boate que era só para sócios. Escura de tal forma que raramente se vislumbravam as feições de cada um. Lá ao fundo um balcão que era notado pela sua iluminação do balcão propriamente dito de tons azulados parecendo estar suspenso. Por trás do mesmo tês empregados de tronco nu, jovens e atléticos como saídos de uma capa de revista para meninas de bom gosto. Mário, era o amigo mais velho e que na entrada se identificou como sócios e os outros como seus convidados, separou-se do grupo dirigiu-se e ao balcão e pediu quatro cervejas e uma mesa para onde se dirigiram.

     O ambiente estava agradável. Música tecno mas não muito alta. Já na mesa a conversa foi de circunstância até que Carlos viu os outros dois colegas se beijarem.

        - Porra!.. Mas vocês são paneleiros? – Comentou muito admirado o Carlos.

        - Mas nunca beijaste um homem? – Retorquiu o Mário.

        - Mas é claro que não!

        - E não queres experimentar?

        - És parvo ou quê?

        - E se for somente encostar os lábios como fazem no cinema? Afinal somos amigos ou não?

     Perante tanta insistência e depois de já ir na segunda cerveja onde o Mário tinha depositado um comprimido. Carlos aceitou.

     Misturado com os aperitivos estava um de cor diferente que Mário colocou nas lábios antes do beijo que ao faze-lo transferiu para a boca do Carlos. Este julgando ser mais um aperitivo mastigou e engoliu.

     - Nunca o tivesse feito -. Misturado com a última cerveja, era o “Boa Noite Cinderela”

     Veio o show, todas as luzes se apagaram. Somente as luzes do palco, ficando toda a sala completamente às escuras.

     Carlos já só via o palco mas cada vez mais pequeno até que começou a sentir que alguém lhe desapertava a braguilha e manuseava seu pau já cá fora ao mesmo tempo que o Mário o beijava com língua e tudo.

     Aqueles lábios e língua na sua boca e uma mão na sua gaita foi o êxtase para começar a estar confortável. Melhor ainda quando sentiu que seu pito já não estava a ser seguro por uma mão mas enfiado numa boca que não sabia qual mas que lhe estava a dar prazer. Foi a vez de outro dos seus amigos lhe segurar na cabeça e baixando-a a encaminhou para o seu pau que já estava de fora das calças à espera de se abocanhado.

     O show continuava com músicas frenéticas e vozes esganiçadas. Ao lado da sua mesa, algo idêntico ao que se passava na sua estava a acontecer, mas o prazer que estava a ter era tanto que já nem sabia onde estava.

     Tudo terminou quando todos satisfizeram seus desejos mais pecaminosos onde Carlos entrou sem dar por isso.

     O show terminou as luzes foram-se acendendo pouco a pouco, o barman serviu mais uma cervejas. E foram todos para casa. Mário levou o Carlos de táxi. Quando se despediu, segredou-lhe ao ouvido:

          - Este fica a ser o nosso segredo.

 

Do Whisky para a calçada

 

     O publicitário Pedro Janeiro, que participava numa festa de formatura de uns colegas, resolveu às tantas da noite irem a um bar de meninas.

     Pedro era um rapaz alto, bonito, forte, sensual e atiradiço a qualquer menina pelo que logo deu nas vistas ao entrar.

     Como é hábito naquelas casas logo se aproximaram várias meninas para os assediarem a uma bebida. Pedro sendo o mais atiradiço logo começou por ser recebido com beijinhos.

     Mão aqui, mão ali e logo o pau se pôs em pé. A prostituta para além de pedir mais uma bebida para si também verteu mais uma no copo do Pedro e mais tarde outro. Às folhas tantas embora já todos estivessem um pouco bebidos o Pedro sendo o mais atrevido e em pior estado e esperando naquele noite uma rapidinha aceitou o convite da prostituta a saírem para a rua. Ele foi e não se lembra de mais nada. Foi encontrado pelos colegas duas horas mais tarde na beira do passeio sem quaisquer documentos e sem o dinheiro que levava consigo.

 

Um Gay abandonado

 

     Há muito que ele se tinha enamorado com quem era feliz embora a sua diferença de idade fosse grande. Resultado, um dia o companheiro pirou-se. Aquilo foi uma tragédia para o nosso cóta, entrou em depressão e raramente saia de casa, até que uma noite sentindo falta de um carinho, depois de se aparaltar meteu-se a caminhos de um bar gay.

     Assim que entrou deu de caras com um tipo jovem, moreno bens constituído e sensual o estereótipo idealizado por si para substituir o seu mais que tudo. Uma troca de olhares foi o suficiente para depois de uma bebida que o outro lhe ofereceu foi o suficiente para saltarem para a pista e começarem a dançar. O comportamento daquele rapaz lindo de morrer começou a ficar um pouco estranho. Ao mesmo tempo que suas mãos percorriam todo o seu corpo também apalpava seus bolsos.

     Momentos depois, a confirmação do que nunca esperou viesse a acontecer.

     - Através do beijo - isso mesmo, do beijo – o morenaço despejou em sua boca o drink que toda hora lhe oferecia e fingia beber.

 

     Pedro beijou e engoli, consciente do que estava por vir (ou não). Em poucos minutos, um sono profundo tomou conta do Pedro sedento de amor, mal conseguindo mexer-se.

     O Príncipe moreno por sua vez assoprava calmamente seus olhos que não conseguia abrir, fechava-os com os dedos.

     Pedro ainda tentou esquivar-se mas o príncipe encantado transformou-se em lobo: puxou-o bruscamente, carregando-o a caminho de um dark room. Onde foi estupriado e roubado


Mulher! Procura homem para convívio num site.

 

     Isabel, 15 anos. A melhor prenda que os pais lhe poderiam ter oferecido foi um computador portátil dos mais caros com quick cam e tudo. Passou a ser o seu companheiro em todas as horas e amigo de mostragem aos seus amigos na escola. Todos os dias lá ia ela toda contente de mochila às costas e computador debaixo do braço. Isabel até então tinha poucas amigas a partir desse momento os amigos e amigas aumentaram, mas nenhum deles era o seu príncipe encantado. Quando chegava a casa recolhia-se no escuro do seu quarto na busca constante de novos amigos nos sítios sociais, trocando mensagens e suas expectativas para a vida e para o amor até que um dia encontrou um namorado virtual lindo. Rapaz moreno de olhos verdes e cabelos compridos que misturados com um corpo bastante atlético era o homem dos seus sonhos.

     Trocaram todas as informações possíveis. Fotografias, estado social, moradas, telefones e até informações sobre os pais.

Isabel até já tinha mandado emoldurar uma fotografia daquele rapaz e colocado na mesa-de-cabeceira.

     A Mãe mesmo depois de ver tal fotografia não a questionou, nem o pai se preocupou com o assunto depois de a mulher lhe ter contado nem tão pouco a fazer uma visita ao computador da filha.

     Um dia depois da escola foi cumprir com o compromisso de se encontrar com o seu amigo virtual.

     Quem estava lá à sua espera era uma carrinha daquelas que a porta lateral se abre lateralmente e só ouviu lá de dentro dizer:

          - Isabel! Entra! Sou eu…

 

     Isabel foi encontrada oito dias depois num barracão a meio do nada no Alentejo, estropiada. E da conta bancária do pai tinham desaparecido uns milhares de euros.

     Meus amigos estas histórias são verdadeiras. Aconteceram por aí num mundo onde os pais pelos seus afazeres julgados mais prementes, pouca importância ligam aos filhos deixando-os na escuridão das noites em seus quartos desabafando com os amigos virtuais as sua inquietações ou na rua entre colegas e outros o carinho que não têm em casa.

 

     Depois do estupro as vítimas temem denunciar por vergonha alguns carregando com essa cruz durante anos.

     "A vergonha é um dos sentimentos mais presentes nas vítimas, a cicatriz mais difícil de curar. É preciso tempo e, muitas vezes, psicoterapia para que a vítima se recupere".

  

Previna-se
     Não existe faixa etária, opção sexual, dia, nem lugar. Todos estão sujeitos a cair nas mãos de golpistas e aproveitadores sexuais.

     Não aceitar nada de estranhos ou de quem não tenha inteira confiança.

     Depois é ficar atento no assunto da conversa e nunca levar alguém de imediato para casa.

 

 Final Feliz?

     O crime pode ser legalmente tipificado de várias formas, do sequestro ao roubo qualificado, até mesmo tentativa de latrocínio, mas, dadas as dificuldades que as vítimas encontram nas polícias o mais normal é um mero registo de roubo, estupro ou pedofilia.

     Enquanto isso, o lobo moreno e simpático continua lindo e solto nos vossos caminhos

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

 

        Nelson Camacho D’Magoito

             “As minhas raivas”

             de Nelson Camacho

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 00:49
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2 comentários:
De Fernando a 3 de Setembro de 2013 às 10:36
Bastante INTERESSANTE este artigo...e pode efectivamente acontecer a qualquer um, por mais ou menos distraido que possa ser!
Abração
De nelson camacho a 4 de Setembro de 2013 às 03:25
Mais uma vez obrigado por me ler, mesmo sendo um artigo e não mais uma das minhas historias. Creio que este devia ser lido por pais & filhos. Vou publica-lo no face. Um abraço

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