Sexta-feira, 20 de Setembro de 2013

Flashes de uma vida – I Parte

Naquele fim de tarde pararam à beira mar para recolher os últimos raios daquele último Por de Sol

 
Tinham saído de uma grande discussão e iam a caminho do Porto onde viviam os pais do Jorge pelas estradas do interior.

por do sol em flashes de uma vida

Como a noite já se aproximava resolveram ficar num hotel da Figueira da Foz. Como até ali não tinham troado palavra, antes de entrarem no hotel, Jorge resolveu para quebrar o gelo ir até à beira mar para se deliciarem com o por de sol. Enquanto recebia os últimos raios de sol recomeçou a conversa que tinha tido inicio ainda em Lisboa.

 

-Chegas-te a contar a teus pais?

- Já!

- E qual foi a reacção deles?

- As primeiras reacções, foi não acreditar.

- E!

- Disseram que não era possível. Que não me tinham criado para isso. Que certamente estava equivocado. Que nada mais era que coisas da puberdade. Que devia arranjar outros amigos que me levassem para outros caminhos, inclusive que devia falar com o padre.

 

- Certamente contas-te sem os preparar antecipadamente.

- Mas como iria prepara-los antecipadamente se era evidente.

- Evidente para ti, mas não para eles, sempre ligados à Igreja e retrógrados na sua maneira de ver e pensar sobre o que é evidente.

 

 O Sol lá no infinito já dava mostrar de se esconder preparando-se para reaparecer horas depois.

De repente alguém bateu no vidro do carro todo embaciado. Era um polícia.

- Então amigo! Ficou aqui no carro? Olhe que esta zona é perigosa!

 

Um ano antes

 

Mariana fazia vinte anos, tinha entrado para a Universidade e pela primeira vez os pais tementes a Deus como reconhecimento do feito resolveram dar-lhe como prémio uma festa em casa convidando alguns paroquianos rapazes e raparigas do coro da Igreja e até o padre e o sacristão para abençoares a festa. Por sua vez, como era uma festa surpresa pediram ao outro filho Mário que convidasse outros amigos da faculdade.

A festa foi um êxito. Mariana ficou muito reconhecida assim como seu irmão Mário. Os pais nunca tinham feito coisa assim ou parecida. Para eles era o trabalho e a igreja. Bem! Nem todos pois o Mário desde que fez a comunhão poucas vezes frequentava a Igreja. Quem fazia parte do coro era a irmã.

Naquela festa de aniversário falou-se de tudo e com todos e entre tanta gente a pessoa que mais despertou a atenção ao Mário foi o sacristão pois era um rapas da sua idade. Ele do seu tempo de frequentar a igreja tinha como recordação o sacristão ser um tipo mais velho, mais ou menos da idade do padre. Talvez por isso mesmo foi com ele que mais conversou.

Os pais ao notarem e até fizeram questão de os aproximarem mais pois seria por ali que o seu menino ganhasse gosto para voltar a frequentar o templo de Deus.

Às tantas pediu-lhes ajuda para irem à cave buscar mais umas garrafas de vinho.

O Padre que observou o pedido atalhou:

- Já agora eu também posso ajudar.

- Venha! Venha Sr. Padre e escolhe uma garrafita para acompanhar as óstia na missa. – Disse o Mário com ar de gozo.

Todos se riram menos D. Alzira que comentou:

- Então menino! A missa não é para se brincar.

- Desculpem! Mas diz-me lá Jorge. O vinho que bebe na missa é só para acompanhares as hóstias? Não metes os lábios no gargalo de vez em quando?

- Meu caro não seja herege. O vinho como você diz acompanha as hóstias é o sangue de Cristo e as hóstias são o corpo de Deus – Atalhou o padre.

- Desculpe Sr. Padre mas há por aí muito boa gente que tem mau vinho.

- Acabou a conversa! Vão lá buscar umas garrafas e deixem-se de coisas – atalhou já irritada D. Alzira.

 

Aqueles dixotes ficaram por ali mas foi o suficiente para o Mário e o Jorge começarem uma certa amizade.

Domingo na Igreja

 

Depois da festa de aniversário da Mariana começaram todos por frequentar a Igreja até o pai Simão também começou a acompanhar a família.

 

Naquele Domingo Mário e a irmã foram mais sedo para ver o ensaio do coro e ficou entusiasmado com o que ouviu e pediu ao mestre se podia integrar-se. O ensaiador e o padre ficaram satisfeitos pois era mais um elemento para o coro e mais um filho de Deus que entrava na religião. Havia só um senão. Não sabiam se ele tinha voz suficiente mas também não era grande obstáculo. O Jorge tocava guitarra e órgão e ficaria com a missão de ensaiar com o Mário e verificar se tinha ou não aptidões suficientes para se integrar no coro. Chamaram-no e pediram-lhe esse favor, o que sabendo do que se tratava de imediato aceitou a incumbência. Só havia um senão! Não era na Igreja que isso podia acontecer já que esta estava aberta durante o dia, mas o Padre resolveu logo o assunto.

 

- Mas não há problema. Creio eu! Como os pais do Jorge estão actualmente a viver no Porto e o Jorge tem piano em casa, os manos podem ir ensaiar a sua casa.

 

Jorge perante o pedido do Padre, logo aceitou e ficou combinado os ensaios serem da parte da tarde em sua casa.

 

Assim ficou combinado, os manos irem na segunda-feira a casa do Jorge para verificarem as capacidades vocais do Mário.

 

Aquelas segundas-feiras prologaram-se pela semana fora já que o Mário tinha uma voz de tenor e podia fazer um duo com a irmã.

 

Mariana que tinha namorado e ainda tinha aulas na Faculdade de vez em quando falhava às aulas o que foi uma oportunidade para Mário e Jorge se conhecerem melhor.

 

Mário afinal de contas o Mário era sacristão porque tinha andado no seminário mas não se tinha dado lá muito bem, pois gostava de curtir umas noites na Docas e em outros bares como qualquer rapaz da sua idade e estando a viver sozinho em Lisboa e os pais o sustentavam aquela coisa de ser seminarista não era com ele.

 

Um dia o ensaio em conjunto dos irmãos e com a presença do Eduardo, namorado da Mariana prolongou-se até mais tarde já que estavam a preparar uma missa cantada de casamento para uns novos nubentes.

Eduardo como não era metido nem achado nos coros e nem na Igreja, prontificou-se a preparar algo para o jantar.

- E pá para todos não tenho grande coisa em casa mas ao fundo da rua há uma loja de conveniência onde costumo me abastecer. Vinho, cerveja e ovos ainda existe! - Atalhou o Jorge.

- Não se importem. Fui eu da ideia, sou eu que vou às compras. – disse o Eduardo e saiu porta fora.

 

Aquela noite não ficaria por ali e seria o inicio de muitas outras.

 

Eduardo chegou com umas cuvetes de bacalhau com natas que meteu no micro ondas e o repasto foi até à meia-noite.

Eduardo era o homem das ideias e alvitrou irem até às Docas para tomarem um copo a que todos aderiram em uníssono.

 

Docas à noite em lisboa

Acabaram os copos já perto das três da manhã quando resolveram ir para casa. Mas qual casa? Era o dilema.

Para casa do Eduardo não podia ser pois tinha a casa cheia com uns primos que tinham vindo de França e com os pais a casa não era assim tão grande. Para casa do Mário, não era aquela hora que os manos iam acordar os pais pois não tinham levado as chaves.

Já que o carro era do Jorge e o Eduardo estava com desejos de dar uma queca com a namorada, alvitrou ficarem todos em casa do Jorge.

A casa do Jorge tinha dois quartos, um dele e o outro dos pais que sendo tipo suite ele utilizava.

- E agora como vai ser? – Argumentou o Jorge assim que entraram em casa – Alguém tem de ficar no sofá.

Mariana atalhou logo:

- O Eduardo não é certamente que fica comigo, portanto sobra o meu irmão.

- Pois! Tinha que calhar a mim! Mas tu já dormes com o Eduardo?

- Mano! Não sejas parvo! Já namoramos há mais de um ano e andávamos só aos beijinhos?

- Bem! Ficar no sofá também não é lá muito confortável. Se não te importares podes ficar comigo! É como ficares com um Santo já que sou um homem de Deus – atalhou o Jorge rindo-se para o Mário.  

Foi riso geral e alguns comentários a propósito de quem dorme com quem.

Jorge foi buscar umas bolachas, duas garrafas de vinho branco e uns copos, entregou umas ao Eduardo e levou outras para o quarto.

 

Jorge assim que entrou no quarto perguntou ao Mário se não queria tomar um duche pois era o que ele iria fazer.

 - Desde que não seja eu a apanhar o sabão também posso ir.

 

a primeira queca no banheiro

Despiram-se e entraram no duche. Miraram-se de alto a baixo.

Porque assim estava destinado pelos Deuses ou porque a água quente escorria pelos seus corpos com salpicos batendo nas sua gaitas, estas foram-se levantando.

Encostaram-se um pouco até as pirocas se tocarem.

Depois foi a vês de seus corpos até que de repente Jorge deu um tremendo beijo no Mário que de princípio ficou um pouco atrapalhado mas pela insistência de Jorge, de um simples encosto de lábios passou a um linguajar sensual. Seus corpos juntaram-se mais até que Jorge como se estivesse a ajoelhar-se no púlpito da sua igreja na sua missão de sacristão foi descendo até meter em sua boca aquele pinto do amigo de cabeça lustrosa que parecia estar a rir-se para ele. Bombou de tal forma até que o coitado começou a lacrimejar até passar a um choro compulsivo ao mesmo tempo que todo o corpo de Mário estremeceu e se encostou à parede do chuveiro quase desmaiando.

A água morna continuou a percorrer seus corpos misturando-se com o suor de ambos.

Estava dada a primeira experiencia homossexual do Mário que seria o início de uma amizade que se iria prolongar até Deus querer.

 

Mário saiu do chuveiro um pouco atrapalhado com o que tinha acontecido, enrolou uma toalha à cintura:

- O Melhor é ir dormir no sofá.

- E eu? Fico remoendo a consciência? De manhã o que é que a tua irmã vai dizer? À noite ficaste no meu quarto e de manhã encontra-te no sofá? O que é que ela vai pensar? Que tivemos problema durante a noite? E o Eduardo que não é parvo?

- Tá bem! Mas não abuses.

- Eu? Abusar? E eras capas de te vires duas vezes nesta noite?

Jorge enquanto ia tendo esta prelecção de engate. Deitou-se todo nu, cobriu-se com parte da roupa deixando a outra parte aberta batendo nela com a mão como quem diz (Vá! Deita-te aqui)

Mário procurou os boxers para os vestir mas como não os encontrou (O Jorge tinha-os escondido) não teve outro remédio que também se deitar todo nu e aconchegou-se para dormir. Só como estava do lado direito da cama ficou com o traseiro virado para o centro ao mesmo tempo que dizia:

- Chega-te para lá.

Jorge arrumou-se para a beira da cama de costas para ele pronto a dormir, mas não conseguia, assim a pouco e pouco foi-se encostando ao Mário que também não conseguindo dormir e com o calor dos corpos o seu pau foi aumentando de volume e mais ainda quando Mário se encostou a ele e ficaram costas com costas. Passada uma meia hora Mário com uma das mãos procurou encontrar o pau do Jorge que o encontrou rijo e manuseou-o um pouco.

- Sempre és capaz de te vires novamente?

Mário virou-se e Jorge procurou novamente o seu pau e apontou-o ao seu buraco que estava já sedento de ser penetrado. Fez a pressão devida e lá começou a ser penetrado, primeiro lentamente e depois furiosamente ao mesmo tempo que puxou com uma mão a mão do Mário direito ao seu pirilau que com a pequena dor da penetração estava murcho, também se começou a levantar.

Ambos se vieram de prazer mas com o desperdício dos bicharocos do Jorge que ficaram à bulha no lençol enquanto os do Mário se instalaram confortavelmente dentro do Jorge até todos adormecerem na paz do Senhor.

 

No dia seguinte

 

(O Eduardo quando foi a distribuição dos quartos tinha dito que lhe apetecia dar uma queca com a Mariana mas afinal quem tinha dado uma queca gostosa tinha sido o cunhado).

 

Acabaram por adormecer.

 

Dormiram mesmo assim

     O pior de tudo foi quando de manhã, sem baterem à porta, Mariana e Eduardo deram com eles todos nus, destapados e um pouco agarrados, notando-se logo que ali tinha havido coisa.

Eduardo, esperto que nem alho comentou:

        - Afinal quem foi o Diabo e o Santinho? Tiveram mais sorte que eu! A Mariana está com o período. Se adivinhasse que se entendiam tinha vindo até cá!

        - Mas qual é a tua? O que é que estás a insinuar? – Respondeu prontamente a Mariana um pouco incomodada por ter percebido o que se tinha passado com o irmão.

     Com tanto barulho eles acordaram. O Mário tapou-se um pouco envergonhado pela irmã o ter apanhado naquele estrelai-o e Jorge respondeu virando-se para o Eduardo:

        - Mas afinal o que é que tu queres?

        - Não me importava de entrar num “menage à trois”.

        - Não te chega a tua namorada? Também gostas da fruta?

 

     Mariana não quis ouvir mais nada e pirou-se para a sala.

     A parir daquele momento todos ficaram a saber que havia homossexualidades entre os rapazes. Até o Eduardo também gostava.

 

     Mais tarde encontraram-se todos na sala e o Mário tentou desculpar-se perante a irmã pelo que tinha visto e pediu-lhe segredo perante os pais.

     Já o Eduardo como não tinha nada para se desculpar disse que tinha sido uma brincadeira os seus comentários.

O tempo foi passando

 

     Os meses seguintes com cumplicidade de Mariana por vezes o irmão ficava em casa do Jorge com a desculpa dos ensaios do coro e as lições de piano.

     O coro da Igreja estava cada vez mais perfeito e como todos se apresentavam na missa ao domingo os pais nunca se aperceberam que o filho e o sacristão eram mais que amigos.

 

O confronto com os pais do Jorge.

 

     Um dia chegaram os pais do Jorge e o Mário teve de deixar de ficar lá em casa. Foi só um mês mas esperto e vivido o pai do Jorge notou que havia qualquer coisa entre eles além da simples amizade. Então para por os pontos nos His combinou com a mulher fazer um jantar e convidar toda a gente.

     Estiveram presentes os pais do Mário, a irmã e o namorado.

 

     O tema da conversa foi sempre a de circunstância, até ser abordado o possível sacerdócio do Jorge. Tema que agradou bastante a Alzira e Simão beatos até à quinta casa. Eles tomavam como exemplo a vida do padre seguido os seus conselhos e agradava-lhes o filho conviver com o sacristão que certamente também seguiria a sua vida eclesiástica.

 

     Eduardo que ainda não tinha dito nada a não ser comer e de vez em quando fazer uma troca de olhares com a namorada, comentou.

 

        - Isso é tudo muito bonito! Só não concordo com essa coisa dos padres não poderem casar.

        - Pois por isso é que eles se entendem uns com os outros pelo menos no seminário.

        - Menina! Mas isso é uma blasfémia.

        - Não me diga que eles não têm as mesmas necessidades que os outros homens!

        - Sim! Mas o que te estás a referir é outra coisa. É homossexualidade.

     João Carlos que também tinha andado no seminário não gostando do caminho que estava levar a conversa esclareceu:

        - D. Alzira, é obvio que os padres também têm a mesmas necessidades que os outros. Eu também lá andei e resolvi sair para casar e não me importo nada que o meu filho passe pelas mesmas coisas que eu passei. Quando chegar a altura dele escolher o que quer fazer na vida sexualmente falando isso é com ele. No seminário é um internato como outro qualquer e havendo só rapazes é natural que tenham as suas experiencias.

        - Senhor João. Sempre achei que esses internatos fossem uma escola de virtudes.

        - E quem disse que não é?

 

     Se a ideia do João Carlos quando organizou aquele jantar foi para perceber até que ponto os pais do Mário iriam aceitar a relação com o filho que já há muito tinha descoberto as suas tendências sexuais, naquela noite ficou tudo esclarecido para poder ter uma conversa de homem para homem com o filho. Afinal o que queria era que ele fosse feliz com quem encontrasse na vida e parecia que o Mário ele o eleito.

 

     Naquele jantar mais nada ouve para contar.

     Alzira e Simão nunca aceitariam a homossexualidade do filho muito menos ser amigo de um, mesmo sendo acólito. Mariana e Eduardo deitaram axas à fogueira, mas continuaram a guardar segredo do que sabiam.

     Quanto aos pais do Jorge não ficaram lá muito satisfeitos por verem naquele casal una beatos empedernidos e homofóbicos.

     Depois do café e do conhaque da praxe. Os convidados prepararam-se para sair. Foi quando a mãe do Jorge se dirigiu ao Mário e pediu-lhe que ficasse mais um pouco pois queria conversar com ele sobre o coro que estava a organizar na igreja do Porto.

      Todos concordaram e o Mário, o Jorge e os pais voltaram para a sala depois dos outros terem saído.

 

     João Carlos preparou três copos de whisky enquanto a mulher foi para a cozinha dar andamento aos seus afazeres. Entregou um copo ao Mário e outro ao filho segredando-lhe ao ouvido. - É dele que gostas?

     Virou-se para o Mário e perguntou: - São felizes?

 

     Estava tudo dito. Maior prova de amor perante um filho não podia haver mais que aquelas simples palavras.

     D. Clara toda desinibida como é apanágio das gentes do Porto, entrou na sala e só disse:

         - Já fiz a cama de lavado, não bebam mais e vão-se deitar que já é tarde e já chega de conversas.

     Mário se tivesse ali um buraco, perante tudo o que se tinha passado naquela noite, principalmente as últimas palavras dos pais do Jorge, tinha-se enfiado por ele abaixo.


     Jorge beijou os pais, fez-lhes um sinal de cruz como a abençoa-los, pegou na mão do Mário e lá foram para o seu ninho.

Boys de mão dadas a caminho da felicidade

     Pelo caminho ainda foram ouvindo o tema “Thriller” com Michael Jackson que os pais do Jorge ficaram a ouver na sala. Mas isso já não interessava nada. Aqueles país eram fabulosos, compreenderam a situação e deram graças a Deus pelos rapazes serem felizes e não irem por outros caminhos tal como a droga ou o roubo. Afinal ser-se gay é só uma forma diferente de fazer amor e não interfere com os outros.

 

(Seguir para II Parte)

 

        As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

       Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

                  Nelson Camacho D’Magoito

                “Contos ao sabor da imaginação”

                       © Nelson Camacho
     2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 10:13
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