Domingo, 3 de Novembro de 2013

Aconteceu poesia – Como um hetro se transforma em bi – I Parte

que se lixe a troika

 

I Capitulo

Há coisas que acontecem inesperadamente

 

A minha avó sempre disse que “Santos ao pé da porta não fazem milagres” mas ela estava enganada. Hoje não só aconteceu um milagre como Aconteceu Poesia.

 

Com aquela coisa de ontem ter passado o dia na manif “ Que se lixe a Troika” fiquei mesmo cansado. Não por andar a berrar conjuntamente com milhares de opositores ao governo como a caminhada desde o Parque Eduardo VII até à Assembleia da Republica e depois a volta ao Parque para ir buscar o carro onde o tinha deixado estacionado. Foram umas centenas de quilómetros a pé ao qual já não estou habituado.

 

Quando cheguei a casa atirei-me para o sofá e adormeci.

 

Quando acordei olhei o relógio e eram quatro horas da manhã. Liguei o rádio, na Rádio Amália. Estava a dar umas músicas do José Afonso e por acaso não era uma Playlist nesta noite tinha um locutor falando do Zeca ao mesmo tempo que dava as horas actuais. Foi quando reparei que afinal não eram quatro mas sim três da manhã, pois tinha mudado a hora. Levantei-me e fui alterar todos os relógio que foi uma trabalheira pois são muitos entre os fixos espalhados pela casa como os de pulso pois tenho uma colecção que me dão um trabalhão não só em acerta-los como de vez em quando mudar-lhes as pilhas, mas quem corre por gosto não cansa. Fiquei estafado, fui ao frigorífico bebi um copo de leite morno com uma colher de mel e fui-me deitar desta vez na cama.

 

Dei algumas voltas a pensar no que tinha acontecido na manifestação. Se teria valido a pena tanto esforço de milhares de pessoas protestando contra as medidas do actual governo. Cheguei à conclusão que os senhores que mandam neste país pensam lá para com eles que “Vozes de burro não chegam ao céu” sendo nós povo os burros e eles o céu e continuam a fazer o que querem e muito bem lhes apetece pois mais que a gente proteste a merda é sempre a mesma. Aumentos de todos os produtos doa transportes e dos impostos. Quanto aos ordenados e reformas vão diminuindo.

Acabei por adormecer novamente.

 

A meio do sono veio-me ao mesmo algumas figuras que fui detectando naquela caminhada e o mais que vinha à mente não eram os cartazes mas alguns rapazes, na sua maioria jovens bem possuídos em t-shirts e alguns até belos que no meio do meu sonho os ia beijando. O pau levantou-se e quando de repente acordei estava a bater uma.

 

Levantei-me e fui tomar um duche.

Voltei para o quarto e fui fazer a cama de lavado pois os lençóis estavam todos esporados.

 

Com tudo isto quando dei por mim já eram onze horas e resolvi pegar num livro de poesias de Ary dos Santos e fui até ao café cá do burgo que tem esplanada para se poder fumar e tomar o pequeno-almoço. Pedi uma sanduíche de mortadela com manteiga e uma garrafa de leite com chocolate.

Acendi um cigarrito e abri o livro dando uma espreitadela a alguns poemas já relidos mas estava-me a saber bem como a recordar as tertúlias com gente das artes e não só.

 

Estava naquele meu entretenimento quando alguém me perguntou:

 

- Desculpe!.. Dá-me um pouco de lume?

 

Desviei o olhar do que estava a ler. Olhei por cima dos óculos e vim um tipo lindo aí para os seus vinte e cinco anos tal como os com quem tinha sonhado. A minha primeira reacção foi de espanto pois já o tinha visto por ali mas nunca tínhamos chegado à fala. Trazia numa das mãos um livro “ Preso 374” de Carlos Crus que eu tão bem conhecia. Segurei no isqueiro acendi-o com uma das mãos e com a outra fiz de cata-vento para lhe acender o cigarro. Foi com essa mão que encostei aos queixos do dito e reparei nos lábios carnudos que seguravam o cigarro. Não pude deixar que os meus olhos brilhassem de prazer e desviando-os ao encontro dos dele notasse um certo brilho interrogatório.

 

- Com que então lendo Carlos Cruz…

- E você lendo Ary dos Santos…

- É verdade!.. Tanta coisa se tem dito deste Senhor Televisão que me despertou a atenção ler o seu livro.

- Nesse livro não conta toda a verdade dos factos que foi acusado mas já é uma ajuda para entender alguma coisa.

- Você acha que ele foi acusado indevidamente?

- Acho que sim!.. Aliás, já tive a oportunidade de escrever sobre o assunto e conhecendo-o como o conheci e ao ambiente que se passava na altura não acredito em nada do que se tem propagado e que ele está totalmente inocente.

- Então você acha que ele nunca teve relacionamentos com os putos da Casa Pia?

- Não só acho como tenho a certeza. O que se passou foi um caso político para denegrir a sua imagem e a imagem de pessoas do PS, mas estes tiveram força politica suficiente para os afastarem da trama.

 

Estávamos nesta conversa, o moço ainda de pé até que o convidei a sentar-se na minha mesa o qual aceitou prontamente pois a o diálogo estava a ser interessante.

 

- Você disse que já escreveu sobre o assunto! É escritor?

- Não propriamente dito mas tenho vários blogues onde abordo vários assuntos sendo um deles, dedicado a relações entre pessoas do mesmo sexo.

- Quer dizer… Gays!..

- Sim… Em parte. Conto histórias que vou ouvindo aqui e ali devidamente ficcionadas para não ofender quem me lê mas mostrando que esses relacionamentos não são bem como se diz e contrariando um pouco a homofobia. Os Gays também amam e choram como outro qualquer.

- Sim… agora até já nas telenovelas se aborda esse tema.

- É um facto… E os seus autores não fazem mais que a sua obrigação na medida em que é mostrarem a realidade dos tempos que correm.

- Então você está de acordo que esse tema seja bordado sem preconceitos.

  - Completamente… Veja só. Até o governo já homologou a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

- E você que escreve sobre o assunto o que acha na realidade?

- Como se diz agora, há uma linha que separa o Gay e um homossexual?

- Você é capaz de ter razão em tudo. Agora há uma linha que separa tudo e mais alguma coisa mas ainda não entendi o que separa o Gay do homossexual.

- É simples: A De acordo com uma pesquisa realizada pela revista “Time Out London”, 23% dos homens de Londres já fez sexo com outro homem.

O número de mulheres é ainda maior: 60% das moradoras da capital britânica responderam a mesma coisa.

No bairro de Havering, no extremo leste da cidade, 50% dos entrevistados disseram que já transaram com alguém do mesmo sexo.

A orientação sexual é o modo como as pessoas sentem atracão física e/ou emocional por pessoas do mesmo sexo, do sexo oposto, ou por ambos os sexos. Mas, independentemente da orientação sexual de cada um, existe na maioria das pessoas o mesmo desejo de intimidade, a mesma capacidade de dar e receber afecto e a mesma capacidade de amar.

 

As pessoas que sentem atracão física e/ou emocional por pessoas do mesmo sexo, ou seja, um homem por outro homem e uma mulher por outra mulher, têm uma orientação homossexual. As pessoas designadas por bissexuais sentem atracão física e/ou emocional tanto por homens como por mulheres.

 

- Nunca ninguém me tinha colocado a questão assim tão explícita mas afinal onde está a linha de separação entre um e outro?

 

- Amigo. O Gay ou o bissexual é um homem que em determinada altura pelas razões já apontadas sente uma certa atração por outro homem e se a circunstância chegar é capaz de experimentar ter sexo com essa pessoa. Depois, vai do companheiro lhe dar o afecto que ele procurava sem o saber mas que o encontrou e não deixa por isso de ser como qualquer homem e é difícil detecta-lo à primeira vista. Normalmente levam anos sem os familiares, amigos, filhos e até as próprias companheira pelo casamento dão por isso.

 

- Posso fazer uma pergunta?

- Pode… Pergunte o que quiser que sou um ex espert na matéria.

- Se eventualmente eu sentisse uma certa atracção por outro homem seria Gay?

 - Isso é uma resposta difícil pois teria sem preconceitos e totalmente desinibido teria de experimentar primeiro.

- Tenho outra dúvida. Sempre ouvi dizer que nessas relações há sempre um que faz de homem e outro de mulher.

 

Aquela conversa já ia um pouco longe de mais mas como não perco uma oportunidade de limpar a minha cana de pesca e estava ali a ver que ia ter a oportunidade de a limpar mesmo tomando em conta aos dizeres da minha avó “Santos ao pé da porta não fazem milagres” estava a ver que aquele gajo o que queria era ter sexo comigo. Como ainda não o sabia qual o género dele e se era mais esperto que eu mas também como sou pau para toda obra continuei fazendo-me um pouco de artolas.

 

- Pelos vistos já tem essa experiência.

- Meu amigo crê que para o caso não interessa nada. Como diz a outra. Mas para saber mais do assunto tinha muito gosto em mostrar-lhe o que escrevo sobre o assunto assim como livros escritos por psicólogos de renome internacional.

- E como posso ler esses textos e livros?

 

Estava feito o convite para uma horas de sexo com aquele jovem que aparentava ter à volta de vinte cinco anos mas muito interessante e com idade de saber onde se iria meter. Com a maior das calmas respondi:

 

- Pode ser em minha casa. Se estiveres interessado.

- E porque não? Moras perto do super mercado não é?

- Pelos vistos até já sabes onde moro.

- Sim… Por várias vezes quando vou lá com a minha mulher já te vi entrar e sair.

 

Com aquela indicação iam-me caindo tudo aos pés. Afinal o gajo era casado. Ia ser giro. Se pensava em me comer estava feito ao bife, pois ele é que ias se fodido.

 

- Então vamos lá… Respondi sem mais aquelas.

 

Pagamos a despesa e lá fomos como velhos amigos. Entramos encaminhei-o até ao escritório onde tenho o meu canto de escrita, biblioteca e um bar. Ofereci-lhe uma bebida à escolha. Aceitou um whisky e eu bebi outro.

 

II Capitulo

Como um Heterossexual se transforma em bissexual

 

- Isto sim… É uma casa a sério… Com escritório biblioteca, bar e tudo.

- Ó filho quando se chega à minha idade se não se tem algum conforto então não vale a pena termos trabalhado a vida inteira.

- E o resto da tua família?

- Já estão todos na terra das tabletas (menti eu pois não era altura de contar toda a minha vida) e tu? Já disseste que és casado. Tens filhos?

- Não… Não tenho filhos e sou casado por imposição da família.

- Isso deve ser chato. Então porque casaste.

- Na família já todos tinham casado e eu com vinte e cinco anos ainda não o tinha feito.

- Mas alguma razão especial da tua parte? Sempre gostaste de mulheres?

- Nunca tive problemas nesse sentido mas de muito novo principalmente no ginásio quando via alguns corpos de colegas sentia algo de estranho e cheguei a comprar filmes de gays para ver como a coisa se processava.

- E chegaste a alguma conclusão? Dava-te vontade de experimentar?

- Nunca isso aconteceu mas achava estranho como dois homens podiam ter prazer e mais confusão tinha quando tinha relações com mulheres e não sentia o mesmo prazer que tinha visto nesses filmes mas tu que és um ex espert no assunto podes explicar-me.

 

Com toda a baralhação na cabeça daquele tipo não iria ter qualquer problema em arranjar consentimento para ir além

 

- A melhor explicação depois da já dada ainda no café é mostrar-te um filme americano sobre sexo tendo em conta que ter sexo é um estimulo para a vida, independentemente de ser entre homo ou hetro. Na linha dos homossexuais, já sabes como é resta saber é se o que tens feito está de acordo com os teus mais íntimos desejos.

 

- Como assim?

- Por exemplo: As relações que tens com a tua mulher, são as chamadas normais ou tens algumas variantes.

- Explica-me melhor.

- Por exemplo: Só lhe comes a rata?

- O que devia fazer mais, sendo ela a minha mulher e não uma prostituta qualquer?

- Por exemplo: Ela já te fez um broxe? Já lhe comeste o cú? Ela já te bateu uma punheta enquanto tu lhe davas dentadinhas no clítoris?

- Já vi que és a pessoa indicada para sair dos meus traumas. És ou foste casado e fizeste tudo isso com a tua mulher.

- Não!.. Talvez por na altura ter os teus traumas que me transformei em bissexual e em vez de procurar ter amantes mulheres, tive amantes homens.

É aí que entra a minha questão. Entre dois homens há sempre um que faz a parte feminina e outro de macho?

- Claro que nem sempre existe um papel feminino num casal gay, pois todos somos diferentes e comportamo-nos de forma diferente no entanto, a verdade é que na maior parte dos casos, existe em principio um homem que assume o papel de mulher. Esta decisão não é pensada pelo casal, pois é algo instintivo e que depende muito da personalidade de cada pessoa. Quando se consegue ter uma relação aberta e sem preconceitos essa questão não é posta. Tenho por hábito dizer que “Na cama não há programa”

 

Toda aquela conversa que mais parecia uma aula sobre sexologia, já íamos do segundo whisky puro e sentados no sofá e resolvi ir ao ataque. Colocando uma mão na sua perna mirei-o nos olhos para ver a reacção e lá no fundo só vi um pequeno brilho e um trejeito nos lábios que me apeteceu beijá-los mas ainda era cedo e então perguntei:

 

- Então queres que te empreste um livro sobre sexologia ou queres ver um filme que aborda o tema?

- Pode ser um filme. – respondeu ele prontamente e entusiasmado.

 

Escolhi o “Refeição nua”. É um filme de um bar onde os empregados andam nus e com uma tanga tipo avental para tapar o sexo. Os clientes vão entrando e enquanto esperam pela refeição propriamente dita é-lhes servida uma refeição de sexo. Onde consta de todas as posições do Kamasutra homo.

 

Gays inicio de relação

 

Enquanto o filme estava a rodar servi-lhe mais um whisky que propositadamente deixei cair um pouco sobre a sua braguilha. Pedi desculpas e tentei limpar a zona com a mão e detectei que já estava de pau feito. Ele movimentou-se um pouco mas não de repulsa mas de aceitação do meu gesto. Então ataquei mesmo.

Despi-lhe a camisa, comecei beijando-lhe com algumas trincadas suaves nos mamilos fui descendo até à cintura ao mesmo tempo que lhe abria a braguilha tirando cá para fora aquele pau gostoso que já se encontrava hirto.

Não me fazendo rogado lambo a glande inchada e muito saborosa e mamo a cabecinha com os lábios. Foi ele próprio que desceu as calças e as cuecas ficando com a sua majestosa piça que até não era muito grande portanto com possibilidade de mais tarde me vir a penetrar, toda acessível para eu mamar. Então, vou-lhe logo aos colhões e chupo e lambo e até mamo, fazendo-o gemer de gozo e dor.

 

Eu mamava aquele caralho com vício e metia o mais que podia na boca, mas sabendo que daí a pouco o ia ter na boca até aos colhões. Ele forçava a minha boca com a piça e ia enterrando cada vez mais como se estivesse a foder uma vagina. Única coisa que até ali ele conhecia.

 Ele, tolo de tesão, dizia-me que ia esporrar-se e segura na minha cabeça e continua a foder-me a boca

 Eu estava a gostar daquilo e já sentia a boca a ficar salgada. E mamava o mais que podia apalpando-lhe os colhões inchados, mas aquele caralho não demorava muito a esporrar... gemendo em surdina ao mesmo tempo que com a mão veio ao meu caralho.

Então, em acto contínuo, as piças explodem. A dele enche-me a boca de esporra. E que boa esporra! E a minha vai-se prostrar em grande jacto desde sua barriga até todo o seu peito. 

Subi lambendo todo o meu esperma misturando com o dele. Subi mais um pouco e fui depositar todo aquele prazer em sua boca num tremendo beijo misturando aqueles sabores com a sua saliva.

Beijamo-nos ardentemente durante alguns momentos, ambos engolimos os restos daqueles néctares.

 

Gays romanticos - Kisse

    Rimo-nos da nossa cumplicidade e ficamos mais de meia hora olhando-nos olhos nos olhos até que ele comentou:

- Nunca tinha gozado tanto. Nem sabia que um broche feito por um homem desse tanto prazer. Como será comer um cu?

 

- Isso não será estares a abusar um bocadinho? Com a tua mulher também dás duas numa noite?

- Às vezes nem uma. E estas coisas nunca fizemos.

- E sentes-te com capacidade para te vires novamente?

- Não sei bem até onde posso ir mas que me dás uma tesão do caralho isso é verdade.

 

- Jura que é a primeira vez.

- Juro por tudo quanto há mais sagrado que nunca tinha estado na cama com um homem. Já tinha tido esse desejo mas nunca com um tipo mais velho. Mas valeu a pena.

- Ainda não viste tudo! Não queres experimentar dar uns beijinhos na minha piça? Vais ver que a tua começa a levantar-se novamente.

 

Sem mais palavras começou me beijando. Acariciei-o no rosto como se faz aos gatos de mão aberta e encaminhei-o até ao meu pau que lentamente começou entrando em sua boca sem reticências. Fui até ao dele num sessenta e nove perfeito e confirmei que também já estava pronto a utiliza-lo tanto o meu como o dele já estavam hirtos, como diz o outro, como barras de ferro”   

 Punhetei-o um pouco e antes que nos viéssemos novamente fiz um acto de loucura.

 Passai à posição de cavaleiro apontei aquele caralho em meu cu que primeiro entrou a cabeça e com alguns movimentos de ambos acabou por penetrar todo o seu corpo dentro de mim.

O prazer foi recíproco. Cavalguei como num corcel, ele movimentou-se como um asno até que começámos primeiro a gemer suavemente e depois mais sofregamente até que senti uma quantidade enorme de esperma penetrar-me ao mesmo tempo que também ejaculei abundantemente mais uma vês em seu corpo com tal força que as últimas gotas daquele jacto foram parar à boca daquele gajo que nunca tinha pensado recebe-lo assim de mão beijada e voltamos a nos beijar sofregamente.

 

O comando do DVD estava mesmo ali à mão e carreguei no Play. Parecia que vinha mesmo a propósito e como tinha acontecido poesia entre nós apareceu no ecrã João Vilarett com o poema “Aconteceu poesia”…

 

 

A poesia não é

Tão rara como parece.

Na mais ínfima das coisas

A poesia acontece.

 

As palavras foram-se esvaziando em nossos ouvidos até que adormecemos.

 

Fim da I Parte

Veja o que aconteceu (mais tarde)

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

Comente sem medos

 

       Nelson Camacho D’Magoito

                  (O Caçador)

      “Contos ao sabor da imaginação”

                 © Nelson Camacho
2013 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 04:56
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