Segunda-feira, 3 de Novembro de 2014

Chove lá fora

Chove lá fora

Sexta-feira sete da tarde toca o telefone. Não reconheci o número e não atendi. O telefone voltou a tocar. Carreguei no botãozinho verde e ouvi do outro lado:

- Estás ocupado? Ou não marcaste o meu número e não sabes quem te telefona?

- Efectivamente não tenho este número na minha lista de contactos! Quem fala?

- É o Luís. O moço da chuvada de há um Mês atrás e me trouxeste a casa. Já te lembras?

Dei meia volta aos neurónios e lá me lembrei do que tinha acontecido um mês antes e em dia de tempestade.

Um Mês antes

 

Estava tão absorto a ouvir o novo CD do FF “ Saffra” que entre outros temas têm “Safra deste ano” uma bela musica e um belo poema. Uma das minhas músicas incertas numa pen do carro onde tenho incerta uma playlist, para os momentos em que estou só com os meus botões ou em viagem que nem dei por baterem no vidro. Foi preciso alguns segundos para comprovar que estavam mesmo a bater no vidro da minha porta. Pouco se via lá para fora pois este estava embaciado com o calor da minha respiração e pela bátega de água que tinha ocorrido momentos antes os vidros estavam mesmo todos embaciados e foi-me difícil ver que batia. A primeira reacção foi que devia ser algum polícia de trânsito mais profissional e vendo um carro ali parado em tempo de temporal, estaria preocupado com o que se passava. Desci o vidro e fiquei mais descansado pois não era um polícia mas sim um moço aí para os eus vinte anos todo encharcado com a carga da água que certamente tinha caído sobre ele. Não tinha ar de drogado nem pedinte derivado à forma como se vestia com uma carpa negra que parecia de marca e uma sacola pendurada no ombro. Fiquei mais descansado e desvaneceu-se qualquer receio pois o local onde me encontrava não era o melhor. - Local escuro e por traz da Universidade de Lisboa -. Tinha ido ao Hospital de Santa Maria falar com um médico meu amigo que estava de banco e à noite era a melhor hora para o contactar. Quando resolvi o meu problema meti-me no carro para dar uma volta pela lisboa Nocturna quando começou a cais uma chuvada dos diabos e como não gosto de conduzir com chuva parei por ali à espera que ela parasse.

Depois de abrir o vidro e ter reparado naquele jovem este com o maior dos sorrisos perguntou-me:

 

- Tens um cigarro?

- Sabes que o cigarro mata?

- Pois! Eu sei mas também a chuvada que apanhei também pode matar se continuar todo ensopado.

- Oh homem lá por causa disso toma lá um cigarro!

- Obrigado!... Sempre me vai aquecendo a alma.

- Mas porque andaste à chuva?

- Sou estudante na Universidade e tive aulas de compensação até tarde e no caminho para o auto carro começou a chover. Como não há abrigos, foi o que aconteceu.

  

 Vi tanta sinceridade nas palavras daquele jovem e sem qualquer receio convide-o a entrar no carro perguntando antes onde morava.

 

- Então onde moras?

- Moro na Amadora. Tenho de apanhar o metro ou o autocarro para o Rossio e depois apanho o comboio.

- Queres entrar? Pelo menos livras-te da chuva que ao que parece ainda vem lá mais.

- Se não se importa. Era bom…

Abri a porta do pendura e lá entrou o moço que colocou a sacola no banco de traz.

- Não queres despir o blusão? Vou ligar o aquecimento para ficarmos mais confortáveis.

O moço despiu o blusão, colocou-o também no banco de traz e ajeitou-se mais confortavelmente.

- Então como te chamas?

- Chamo-me Luís… e o Senhor?

- Essa do Senhor é como me estares a chamar de cota.

- Foi sem ofensa, mas é muito mais velho que eu e fui criado assim. A minha mãe costuma dizer que “O respeitinho é muito bonito”.

- E o teu pai!.. Não diz nada?

- Não tenho Pai desde os dois anos e vivo só com minha Mãe.

- Já passei por essa situação e sei como é.

- Também é filho de divorciados? Já agora desculpe a pergunta. É casado? Ainda não disse o seu nome.

- Já são muitas perguntas juntas, mas lá vai. Sou divorciado, tenho dois filhos. Cada um vive as suas vidas, eu vivo sozinho. Também sou filho de divorciados. Parece que é genético e chamo-me Nelson… Está tudo respondido?

- Só mais uma coisinha!... O que faz aqui a esta hora?

- Porquê? Este não é um local como outro qualquer?

- Tenho ouvido dizer dos meus colegas que por aqui passam-se coisas menos próprias.

- Não me diga que é poiso de ladrões.

- Ladrões, não sei mas de prostitutas isso é verdade.

- E achas-me com cara de andar às prostitutas?

 - Não por acaso até acho ser uma pessoa bem formada.

- Não sei se sou bem ou mal formada mas sei que sou pessoa honesta trabalhadora e amigo do amigo. Quando tenho um amigo é para a vida inteira.

- Era isso mesmo que gostaria de encontrar. Uma migo mais velho para me aconselhar para a vida, Por vezes sinto a falta de não ter um pai.

 

Entretanto já tinha parado de chover e a playlist já tinha chegado ao fim e perguntei:

 

- Vamos tomar um café a qualquer lado?

- Por acaso até sabia bem.

 

Pus o carro a trabalhar e lá fomos à procura de um café. O pior foi encontrar um lugar para o carro e então propus:

 

- Como moro em Sintra, Amadora fica no caminho, podemos tomar o café por lá e já ficas em casa. O que achas?

- Epá!... Isso era o melhor que me podia acontecer. Se não te dá muito trabalho.

- Mas não me dá trabalho algum.

 

Assim aconteceu… Fomos direitos a Amadora, indicou-me onde morava mesmo ao lado de uma pastelaria que ainda estava aberta. Entramos, tomamos café e uns whiskeys, embora ele dissesse que não estava habituado a beber bebidas alcoólicas lá bebeu um.

O tempo já tinha melhorado. Já não chovia e mantivemos uma conversa de circunstância e não só. Luís contou-me toda a sua vida e eu a parte mais interessante para um desconhecido até ali. Luís revelou-se ser um jovem carente de afectos e bom menino – para os seus dezanove anos –

Aquela noite ficou por ali não sem antes trocarmos números de telefone.

 

Um Mês depois

 

Depois daquele compasso de espera. Ainda ao telefone estupefacto pela chamada e depois de rapidamente fazer uma retrospectiva do que se tinha passado naquele dia respondi:

 

- Sim já me lembro. És o moço da Universidade de Lisboa que apanhou uma chovada e que levei a casa.

-Então!.. Está tudo bem contigo? Sempre esperei que me telefonasses.

- Desculpa mas não tinha nada de especial para isso.

- Pois hoje encontrei um motivo para te telefonar.

- Então qual é?

- A minha avó que se dá com pessoas do Parque Mayer arranjou-me dois bilhetes para o Maria Vitória e como falámos que gostas de teatro lembrei-me de te convidar para pagamento da gentileza que tiveste naquele dia.

 

Ao longo da vida tenho tido muitos engates que normalmente acontece tudo logo de repente. O que estava a acontecer com aquele telefonema fugia de todos os parâmetros com que me rejo e fiquei periclitante com o convite ao mesmo tempo que lembrando-me da sua cara e do seu cheiro de imediato o meu eu me obrigou de imediato a responder:

 

- A que horas e onde nos encontramos?

- Pode ser às 21 no restaurante “A Gina” do Parque Mayer, reencontramo-nos e toamos um café. Está bem para ti? Ainda te lembras de mim?

- Pode ser tudo como dizes. Quanto ao lembrar-me de ti, desculpa o atrevimento mas não me podia esquecer.

- Então está combinado. – Amanhã Sábado às 21 horas.

 

Sábado – Maria Vitória

 

Na hora aprazada lá nos encontramos. Luís estava mais belo do que me lembrava. Já não vinha de blusão negro nem todo encharcado. - Vinha todo moderno – Com uma camisa de cor mel, calças de ganga e o blazer no braço trazendo um toque de “dândi”. Lembrava-me dos seus olhos brilhantes azuis mas desta vez vinham tapados com óculos escuros. Lembrava-me do seu cabelo louro e curto mas desgrenhado pela chuva. Naquele momento via um cabelo um pouco comprido e bem tratado. Com alguns botões da camisa abertos vislumbrava-se um peito musculado e queimado do sol. Via-se ser um moço totalmente diferente do que me lembrava a quando o conheci naquela noite de tempestade. Luís atravessou a rua para me vir cumprimentar e assim que depois de o ter mirado bem, assim que recebi sua mão na minha como cumprimento senti de imediato umas borboletas esvoaçando no estomago. – Será que me estava a apaixonar? Ou seria mais um engate como tantos outros? –

 

- Olá!... Tudo bem? – disse Luís – Ainda me conheces?

- Mas claro que sim!.. Mas para o melhor.

- Para o melhor? Que queres dizer?

- Quando te conheci notei que havia algo de especial em ti mas hoje as minhas borboletas voaram com mais força.

 

Luís não tinha entendido o toque e com o riso mais aberto e lindo do mundo retorqui-o:

 

- Até parece uma paqueirada!.. Como dizem os brasileiros.

- Entende como quiseres mas creio que serei o tal amigo que no nosso primeiro encontro disseste que gostavas de ter.

- Foi por me lembrar de ti e por tudo aquilo que conversámos que nunca mais me esqueci e embora tu não tenhas ligado muito, assim que tive uma oportunidade plausível, fui eu a quebrar a barreira.

- E foi o melhor momento e oportunidade. Primeiro porque gosto mesmo de teatro principalmente de revista. Há algum tempo que não vinha ao Parque e andava numa de dor de corno.

- Não me digas que levaste com os pés de alguma gaja?

 

Com esta resposta-pergunta logo vi que o gajo não estava a entender nada e para dar o primeiro passo ainda estive para responder – Não, não foi uma gaja mas um gajo – mas desisti e só respondi:

 

- Não!.. Não foi uma gaja mas depois conto-te. O melhor é entrarmos, pois está na hora e já se ouve o sinal para o começo da peça.

A nossa entrada no teatro foi logo uma surpresa para o Luís quando o porteiro me cumprimentou com um:

 

- Olá Nelson!... Sejas bem visto!..

 

Luís que não esperava aquele cumprimento perguntou:

 

- Mas afinal és conhecido por estas bandas:

- Depois conto-te… Agora vamo-nos sentar…

 

As pancadinhas de Molière foram ouvidas e o pano de boca foi-se levantando ao mesmo tempo que apareciam os bailarinos e uma cantora interpretando “ O Tejo e as Gaivotas” 

 

Dali para afrente foi uma bela Revista permanentemente aplaudida até à sua apoteose com toda a companhia.

 

- Então, gostas-te? – Perguntou Luís – Tens de me contar como é que os porteiros te conheceram. Afinal no nosso primeiro encontro não contas-te tudo.

 

- Diz-se que “o segredo á alma do negócio” e não hera no primeiro encontro e da forma como foi que te ia contar toda a minha vida.

- Tens razão!.... E agora o que vamos fazer? Disse à minha mãe que iria ficar cá em Lisboa em casa de minha avó e a esta disse que chegaria tarde.

- Se foi ela que te deu os bilhetes com quem disseste que vinhas.

- Disse que vinha com uma colega lá da Escola.

- E então agora onde queres ir com a colega? – Perguntei com um riso de gozo:

- Não me gozes por favor!... Não ia dizer que vinha ao teatro com um cota.

- Obrigado pelo elogio. Agora por castigo e como sou eu que tenho o carro e podes chegar tarde, vamos ver o mar?

- E onde?

- Vamos tomar um copo ao Caravela.

- Onde fica isso?

- Em Belém ao pé da Torre de Belém é um local aprazível e tem um passeio por onde podemos conversar mais à vontade. À noite anda pouca gente para por lá… A não serem os namorados.

 

- Então vamos!....

 

Depois de tomarmos um café e um Whisky misturado com uma conversa da treta, saímos e fomos para o passeio pedestre para andarmos um pouco e conversarmos mais um pouco, mas parecia que o São Pedro nos estava afazer uma surpresa e começou a pingar.

 

- O melhor é irmos para o carro – disse eu.

 - Parece que temos sina de apanhar chuva ao sábado.

- Deve ser o São Pedro com o Cupido que se juntaram para nos encontrar.

 

Mal disse aquela graça, os Santos zangaram-se e mandaram uma bátega de água. Fomos obrigados a correr para o carro que estava numa reentrância do passeio mesmo frente ao Tejo. Liguei o rádio e parecia mesmo de propósito. Estava a tocar “Strangers In The Night na voz de Frank Sinatra”

Fechei as janelas que entretanto se estavam a embaciar que misturado com as peliculas esfumadas dos vidros, podíamos estar ali à vontade que ninguém nos iria chatear. Então não estive com meia medidas recostei os bancos para traz e ficamos os dois deitados lado a lado como numa cama.

 

- És capaz de traduzir o tema desta canção?

- Com uma tradução à letra será “Estranhos numa noite”.

- E achas que já somos estranhos?

- Acho que não… comentou o Luís ao mesmo tempo que me olhava nos olhos com profundidade e interrogatórios.

Neste momento o CD estava a voltar ao princípio e ouvia-se a voz pastosa de Frank Sinatra

Strangers in the night exchanging glances

Wondering in the night

What were the chances we'd be sharing love

Before the night was through”.

Era o que estava à espera. Aproximei-me mais dele e dei-lhe um tremendo beijo nos lábios.

Ele estremeceu um pouco mas como não o larguei acabou por aceitar com algum fervor.

Foi um beijo fervente e cheio de esperança que tudo dali para a frente iria ser melhor.

Depois de alguns minutos que durou aquela troca de salivas, comecei por desabotoar-lhe a camisa e meus lábios começaram a percorrer desde o pescoço até ao umbigo daquele jovem inexperiente destas coisas mas aceitando de bom agrado e deixou de ficar paralisado mas bastante excitado.

 

 Para verificar se a excitação era real, com uma das mãos metia entre o corpo e as calças e verifiquei que era mesmo excitação pois o seu pau já estava hirto. Tirei-o de fora e brinquei com ele. Tinha uma cabeça lustrosa e para o vermelho e com o dedo maior entre a masturbação fui manuseando o buraco daquela cabecita e senti algumas gotas de esperma começando a sair. Luís retorcia-se de prazer e eu mais que excitado abri-lhe a braguilha e coloquei cá para fora todo o instrumento com bolas e tudo. Abri as minhas calças e retirei cá para fora o meu que saltou todo lampeiro a pedir a boca do Luís. Ainda era cedo para tanto desvairo e puxei uma das mãos dele dirigindo-a à minha piroca e que começou a masturba-lo.

Luís gemia de prazer e antes que se viesse, depois de mordicar seus seios vim por aí abaixo e meti na boca aquele caralho gostoso.  

Durante o tempo em que as palavras não ditas se demoravam a registar no meu cérebro ia sentindo o seu sema leitoso e agridoce percorrer todo o espaço da minha boca. Então parei de repente e perguntai:

 

- Não queres fazer mesmo? Aguenta um pouco e não te venha já.

 

Então inesperadamente Luís pegou na minha cabeça elevou-a até à sua e me beijou ardentemente, Depois foi a vez dele se baixar e beijar a cabecita do meu pau que já estava mais que hirto.

 Peguei-o com a mão e fazendo pressão nos seus lábios que estavam serrados para o obrigar a entrar. Os lábios foram cedendo gradualmente, apertando-lhe a cabeça do pénis que foi deslizando por fazes para dentro da sua boca. Eu sentia o calor delicioso dos lábios que me percorriam o pénis. Ficou cada vez mais rijo e agarrei-lhe a cabeça para o conseguir penetrar agora fundo, cada vez mais fundo. Luís chupava-o com força a cabeça do pénis que ia ficando cada vez maior. Começou a meter e a tirar, a meter e a tirar, acabando por entrar num tempo rítmico ao mesmo tempo que era eu a masturba-lo.

     A rapidez de movimentos transformou-se em violência e depois em loucura, até que finalmente veio os espasmos de ambos que contorcendo-nos de prazer nos viemos ao mesmo tempo.

Quando Luís tirou o meu pénis da sua boca estava a tremer. Refastelou-se no banco, olhou para mim com ar interrogatório e perguntou:

 

- E agora?

- Agora encontras-te o amigo que procuravas e que nunca mais te vai deixar,

- E vamos fazer isto mais vezes? E nunca mais me vais deixar?

- Creio que ambos encontramos a pessoa certa para um convívio saudável, mas por amor da Santa… No carro nunca mais.

- E porquê?

- Normalmente quando estas coisas acontecem no carro são situações descartáveis e vejo em ti alguém muito especial que quero preservar.

- Disse a minha avó que chegaria mais tarde mas não disse a que horas. Podia-mos ir para tua casa?

- E porque não?

 

E fomos……

Aquele encontro passou-se há dois anos e ainda somos amantes. Fazemos férias juntas, passa em minha casa os fins-de-semana. Já conheço a mãe e a avó e na minha família Luís é conhecido como meu afilhado que entretanto já acabou o curso. Não temos tiques amaneirados sexualmente entendemo-nos muito bem e somos felizes. Como diz no final da canção do Frank Sinatra:

“Desde aquela noite, estamos juntos

Amantes à primeira vista, apaixonados para sempre

Tudo saiu perfeito

Para desconhecidos na noite”

Caro leitor, espero que lhe tenha acontecido uma história idêntica e façam o favor de serem felizes.

Fim

 

As fotos aqui apresentadas são livres de copyright e retiradas da Net.

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

          Nelson Camacho D’Magoito

      “Contos ao sabor da imaginação”

             Para maiores de 18 anos

                © Nelson Camacho

2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 20:06
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