Quinta-feira, 6 de Novembro de 2014

Fui amente de um prostituto- II Parte

Fui amente de um prostituto

Não comesse a ler este conto sem antes ler a I Parte - (Leia aqui)

 

Depois de o ter reconhecido e me lembrado onde tinha conhecido o Pedro enquanto ia descendo as escada abri a porta.

Era mesmo ele. Rapaz de cabelos louros e compridos descendo para além do pescoço, olhos azuis brilhantes e como da primeira vez de camisa branca com os primeiros botões abertos por onde se vislumbrava uma tês queimada pelo sol da praia e uns bíceps trabalhados.

 

- Olá… - disse ele – Ainda se lembras de mim?

- Como me poderia esquecer?

- Então porque nunca me telefonaste?

- Disse-te na altura se bem me lembro que nunca tinha pago para ter sexo. Mas entra… Não vamos ficar aqui à porta a falar.

Pedro entrou e continuou:

- Tenho por hábito nunca deixar de pagar as minha dívidas.

- Mas tu não me deves seja o que for 

- Isso é o que tu pensas.

 

Entretanto já estávamos no salão onde tenho um bar com a máquina de café e algumas bebidas e convidei-o a sentar-se.

 

- Estava mesmo agora a tomar o meu café depois do jantar. Queres um?

- Pode ser!

- Queres acompanhado com uma bebia? Por exemplo um Whisky? Com ou sem gelo.

- Pode ser um Whisky mas sem gelo. Não gosto de misturas e ia estragar o gelo – respondeu o Pedro com ar de sacaninha.

- Não gostas de misturas?

- Só quando me obrigam.

- E quais são as situações que te obrigam a fazeres misturas?

- Por exemplo: um dos teus amigos que me indicas-te é mais puta que eu. A primeira vez que estive com ele tive de me armar em machão e comi-o de todas as maneiras e feitios.

- E ele gostou?

- Mais que gostou e pagou bem. Depois como a mulher e os filhos iam para o Algarve no fim-de-semana convidou-me a ir lá passar em casa esses dias mas com a condição de estar presente mais um amigo dele.

- E tu foste… Claro.

- Mas é claro que fui não sem antes dizer-lhe que essa coisa de “menage à trois” era muito mais caro pois certamente tinha de fazer outras coisas que não tinha feito com ele. Ao qual ele respondeu não haver problemas pois o amigo também fazia o papel de passivo. Quanto ao dinheiro não havia problemas pois o que ele queria era ser comido e não gosta de bixas.

- Então foi um fim-de-semana em grande.

- Foi mais que grande. Grande na massa e grande na minha parte sexual que não consegui fazer um broxe. Os gajos são mais bixas que eu. Fartaram-se me mamar e mamarem-se mutuamente. Até foram ao cú uns dos outros. Numa altura tentei ficar no meio para também levar com um daqueles caralhos mas eles não quiseram e desisti antes que perdesse o negócio. Como vez não gosto de misturas. Sabes que eram os gajos?

- Não nem quero saber, mas calculo mas também não tenho nada com isso. Cada um que se governa à sua maneira e como puder.

- É por seres assim é que gostei de ti e a minha vinda cá é para te pagar o teres apresentado aquele tarados.

- Epá!... Deves estar enganado. Primeiro não sou nenhuma agência de encontros e não quero nenhuma comissão do que ganhaste. Ainda bem que foi pelo menos monetariamente bom para ti.

 

Esta conversa estava-se passando connosco sentados no mesmo maple e já bebidos com dois Whiskies  

Pedro olhou para mim olhos nos olhos e para pasmo meu atirou:

 

- Mas não te venho pagar com dinheiro pois não deves precisar mas com sexo que ao que me deu a perceber, anda um pouco falho por essas bandas, além disso, depois de ter conhecido tantos gajos fiquei apaixonado por ti.

 

À medida que Pedro ia dando estas explicações das quais estava a ficar atónito e porque estamos juntos no maple ele encostou-se mais a mim mirrou-me nos olhos e disse:

 

- Desta vez não te vou pedir autorização como fiz lá no bar.

 

Com as duas mãos utilizando uma para me apalpar o sexo e a outra para me abrir a braguilha ao mesmo tempo que me segredava:

 

- Não acreditas que estou apaixonado por ti?

 

  Adivinhando o que iria acontecer refastelei-me no maple para ele poder trabalhar à vontade e foi o que fez.

Depois de me puxar as calças para baixo em conjunto com os Shorts, mais uma vez se ajoelhou a meus pés e segurando na minha piroca que se começou a levantar, mais uma vez senti aqueles lábios ainda fechados beijarem a cabeça do meu sexo, depois foi a vez de ser eu a fazer um pouco de pressão contra os mesmos que se foram abrindo muito devagar até que meu pénis penetrou naquela boca gostosa ao mesmo tempo que sentia os lábios apertarem todo o seu corpo. Depois foi um vai e vem ritmado até estremecermos os dois pois estávamos a sentir o principio do orgasmo final.

Nesse instante Pedro abriu a boca e tirou o meu pénis da boca.

Segurei-lhe na cabeça e pedi:

 

- Não pares!...

- Tenho de parar. Estamo-nos quase a vir.

- Deixa-me vir na tua boca.

 

Pedro agarrando o meu pénis já fora da boca comentou:

 

- Desejo-o mas quero estar contigo de outra forma. Mais tarde podemos faze-lo. A Noite é nossa e se te vens agora depois fico de gatas.

 

Fiquei paralisado. Esperava que a coisa fica-se por ali mas não! Ele oferecia-se para passar a noite. Ao pensar que a quele momento nada mais fosse que uma rapidinha. Afinal de contas aquele trabalhador do sexo oferecia-se para ser meu amante.

 

- Se assim o pretendes vamos comemorar com uma bebida mais digne.

 

O Gajo, puta que se fartava beijou a cabeça do meu pénis que ainda estava em posição de alerta e comentou com um sorriso nos lábios virado para ele:

 

- Desculpa mas tens de esperar….

 

Achei graça e acabei por me despir todo e encaminhei-me para o bar onde tomei uma garrafa de Espumante e duas taças que estava num frapê com gelo como é normal em minha casa para ocasiões especiais e esta era uma delas.

Pedro enquanto percorria aquele espaço comentou olhando-me todo:

 

- Não estás nada mal para como dizes seres um “cota” Afinal de contas que idade tens?

- Podes-te despir também… - O que ele fês prontamente.

 

Entreguei-lhe as duas taças e eu segurei na garrafa com uma mão e com a outra coloquei-a na sua cintura e encaminhei-o casa fora para o quarto.

Ali chegados colocamos a garrafa e as taças na mesa-de-cabeceira e Pedro ao ver que havia um poliban no quarto, pediu se podia tomar um duche. E sem mais-aquelas dirigiu-se ao mesmo e lá foi refrescar-se. Afinal de contas parecia que tinha encontrado alguém com quem iria partilhar algum tempo. Rapaz lindo, honesto, e higiénico, oque raro encontrar. Normalmente querem foder e mais nada.

Estava naqueles pensamentos quando ele saiu do chuveiro e perguntou se não ia também refrescar-me. É óbvio que me levantei da cama onde estava deitado envolto nos meus pensamentos e dirigi-me ao chuveiro.

Aquela água quente percorreu-me todo o corpo. Lavei tudo muito bem lavado e saí.

Pedro já tinha aberto a garrafa e enchido as taças. Estava deitado com uma das taças em cima da sua barriga. Mais uma vez olhou-me de alto-a-baixo e voltou a comentar:

 

- Estás mesmo em forma.

 

Todo o meu ego saltou cá para fora com tal piropo e deitei-me a seu lado.

Apoiando-me num cotovelo olhei-o bem e estudava-o. Estava de costas, com a cabeça recostada na almofada e a taça em equilíbrio na barriga. Contraia os músculos e o champanhe revolteava lá dentro borbulhando e saindo algumas gotas para os seus bíceps indo algumas parar no seu umbigo.

 

- Dá-me a ideia que tens um misturador de cocktails dentro de ti – comentei.

- E por onde queres beber? Por esta taça ou pela tua?

 

Com aquele convite nem procurei a minha taça. Virei.me mais um pouco continuando a fazer força num dos cotovelos e comecei por ir bebericar na taça que continuava a saltar a espuma para fora pelo canto do olho olhei para as gotas que se espalhavam naquele corpo e de repente penei “Porra estou a apaixonar-me por este Gajo”. Deixei a taça e comecei a sorver aquelas gotas que se espalhavam por aquele corpo bronzeado até bebericar com a ajuda da língua o que tinha escorregado para o umbigo, que parecia um lago de borbulhinhas. Com algumas gotas daquele liquido na boca elevei-me e fui deposita-las na boca do puto que sorveu rapidamente ao mesmo tempo que nossas línguas se juntaram como uma só em nossas bocas. Pedro estremecia de prazer e meu pau que atá ali estava a meia-haste começou a inchar e ficar cada vez mais hirto. Deitei-me em cima dele e nossos pénis também começaram a brincar.

Foi na vez de ele abrir as pernas e na posição de missionário recostar-se um pouco para cima e segurando o meu pénis apontou-o até ao seu ânus. Primeiro foi a cabeça que redopiou aquela entrada até entrar por ali fora sem pedir licença começando num vai e vem constante. Pedro gemia e eu, gania. Então num momento de loucura e acrobacia curvei-me e fui até ao pénis dele que ainda estava um pouco flácido e meti-o na boca. Ambos nos movimentámos sofregamente. O pénis dele aumentou de repente e mesmo com aquela acrobacia que em termos normais seria um pouco doloroso, viemo-nos ao mesmo tempo tendo cada um recebido aqueles milhões de gentis esperma pois não usámos preservativos tal foi a sossa loucura.

Consegui endireitar-me com uma pequena dor das costas. – mas tudo valia para tal prazer- e nos encostamos peito a peito beijando-nos ao mesmo tempo que nos íamos acariciando com as chamadas “festinhas de gato”. Pedro segredou-me:

 

- Nunca tinha apanhado um Gajo como tu. És mesmo fantástico.

- Achas?  , Se te conseguir outros clientes tencionas sempre compensar-me assim? – Perguntei depois de pensar uns momentos.

- Já te disse que em princípio a minha ideia era pagar um favor e não cobro favores.

- E então agora?

- Agora estou lixado!.. Já me perguntaste se tinha namorado. Efectivamente até hoje não tina namorado ou amante. Queres ser o meu confidente e amante? Em termos de amor serei só teu quanto á minha profissão de prostituto é difícil acabar por questões económicas.

 

Perante tal oferta e porque efectivamente sentia por ele aquele clique que raras vezes me acontecia e quando acontecia durava anos depois de pensar nos prós e contras beijei-o e com o meu melhor sorriso coloquei as minhas condições:

 

   - Vai ser um pouco difícil porque sou muito ciumento mas se com os outros tiveres cuidado e usares sempre a camisinha, tudo bem. Connosco será outra coisa.

 

Depois da minha aceitação Pedro levantou-se e foi direito ao chuveiro dizendo – Já venho.

 

Fiquei deitado olhando através do vidro esfumado aquele corpo que me tinha dado tanto tesão e já rinha sentido o clik das pessoas apaixonadas o que seria uma chatice pois tinha saído de uma relação de anos e não estava disposto a ter outro relacionamento e ainda por cima o Gajo era prostituto. Embora não tenha nada contra gostando de uma vida saudável e aquela profissão não era lá muito aconselhável mas também como diz o poeta “O Amor não tem idade e é sego” aquele puto fazia-me voltar à minha juventude. Entretanto enchi as novamente as duas taças de champanhe ficando uma na mesa-de-cabeceira e a outra na mão que beberiquei um pouco. Nesse preciso momento Pedro saiu do poliban sem qualquer toalha a cobri-lo e reparei nos pequenos testículos encimados pelo sexo pendente. Só naquele momento é que reparei que o seu instrumento não seria grande e fiquei com vontade de o comer.

Quando se aproximou. Estendeu-lhe uma taça. Sem dar tempo a que se deita-se a meu lado, ele deu uma risada pegando-lhe no pénis agora flácido, mergulhei-o no champanhe.

 

- Céus! – Exclamou ele - Está frio! Sem tirar o pénis da taça perguntou: E agora és capas de beber?

 

Eu devia estar louco e não só bebi todo o líquido de uma assentada como chupei auele pénis flácido que começou a inchar na minha boca.

 

- Pedro estremeceu e pediu: - Não pares.

 

Mas parei e respondi:

 

- Aguenta-te que é a minha vez de tomar um duche. – e lá fui.

 

Quando voltei Pedro estava deitado de lado. Olhei-o fixamente e fiquei numa de deitar-me a traz ou à frente. Um dilema que resolvi rapidamente quando reparei que o pénis dele estava a meia-haste e então resolvi deitar-me à frente de conchinha e de rabo encostado ao seu mastro. Ele ajeitou-se e veio com uma mão mexer no meu em termos de brincadeira. Fis pressão para ficar mais encostado e pedi-lhe.

 

- Aperta com mais força.

 

Ele apertou, começou a punhetar-me e comecei a sentir o seu pau a aumentar de volume. Ambos nos ajeitámos e sem qualquer auxílio senti a cabecita do seu caralho começar a penetrar-me. Ajudei abrindo um pouco as pernas e ele sem deixar de me masturbar acabou por enfiar todo no meu cú que latejava de prazer. Primeiro num vai e vem lento até que começando a guinchar um pouco a movimentação foi aumentando assim como aumentava a sua punheta. Ambos demos gritos de prazer e nos viemos ao mesmo tempo.

Porra!... Já tinha sido demais. Naquela noite já nos tínhamos vindo três vezes.

Acabamos depois de nos beija-mos e ele dizer:

 

- Nunca pensei ter um amante como tu.

- Gostas-te da parte final?

- Da parte final.. Da inicial. Da do meio, de tudo Nunca tinha encontrado um tipo como tu. És o tipo mais completo com quem já curti.

- Quer dizer que é para sempre….

- Crê que de mim não te vais livrar tão cedo.

 

Com aquela troca de galhardetes e alguns carinhos pelo meio, acabamos por adormecer.

 

Fim

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

           Nelson Camacho D’Magoito

        “Contos ao sabor da imaginação”

             Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 13:41
link do post | comentar | favorito
|

.No final quem sou?

.pesquisar

 

.Fevereiro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

.posts recentes

. Namorados

. A Intrusa

. Sábado chato para um amig...

. Um Recado

. As Borboletas

. Estou na prisão do tempo

. As minhas procuras no Nat...

. Pequenas coisas

. A história do Pátio do Ca...

. Finalmente libertei-me.

.arquivos

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Janeiro 2009

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

.tags

. todas as tags

.favorito

. Sai do armário e mãe pede...

. Eurovisão

. Depois de "All-American B...

. Raptada por um sonho ...

. Crónica de um louco senti...

. Terminei o meu namoro!!‏

. Dois anjos sem asas...

. Parabéns FINALMENTE!!!!

. Guetos, porque não?

. “Porque razão é preciso t...

.A Tua visita conta

web counter free

.Sempre a horas para criticar

relojes web gratis

.Art. 13, n.º 2 da Constituição

Ninguém pode ser privilegiado, benificiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.
blogs SAPO

.subscrever feeds