Domingo, 28 de Dezembro de 2014

Não Beijo – 2 Capitulo

Não Beijo

(Veja o 1º.Capitulo)

Aquela sexta-feira foi um martírio para o Pedro. Às setas da manhã ainda um pouco estremunhado com o pouco sono que tinha feito lá se levantou e consegui-o chegar a horas ao café onde trabalhava. Não foi só o patrão mas também os colegas notaram que ele andava um pouco acabrunhado. O patrão que sabia que ele andava nas aulas para se candidatar a actor ainda lhe perguntou:

 

- Ontem depois das aulas tiveste festa. Estás com uma cara que mete medo.

 

Um colega que passava e ouvia o dito do patrão, também comentou:

 

- Então ele não quer ser actor!.. Aquilo não é nada fácil. Tenho um amigo que também andava nessas loucuras e agora anda metido na droga.

 

O patrão não gostou da brincadeira pois gostava muito do Pedro e acabou com a conversa mandando-o trabalhar ao mesmo tempo que advertia que lá em casa não se discutia a vida privada de cada um.

Pedro foi lavar a cara para se recompor e lá foi trabalhar. O dia foi um martírio pois andava sempre lembrando-se do que se tinha passado em casa do Fernando com as suas promessas. Aquela casa não lhe saia do pensamento. Não a tinha visto toda, mas pelo que viu, só o salão tinha tudo o necessário para se viver e a sua casinha lá na terra até cabia dentro daquela sala. Estava deserto do fim do dia para ir à escola de actores colher mais uma lição e encontrar-se com o Fenando para saber se ele tinha ou não pago-lhe a mensalidade conforme o prometido. 

Quando chegaram as dezoito horas, nem esperou pelo jantar. As Aulas começavam às vinte e uma e não tinha muito tempo pois ainda tinha de passar por casa para buscar um saco com uma muda de roupa pois ia ficar em casa do Fernando Sábado e Domingo.

Quando chegou à Escola D’Árte, ainda lá estava o Fernando até porque também dava aulas no período do tempo do Pedro.

Cumprimentaram-se como era normal sem dar nas vistas perante os outros que já se conheciam fora da escola o que agradou bastante ao Pedro.

Fernando antes da aula e porque se aproximava um fim-de-semana fez uma pequena prelecção e entregou umas fotocópias da peça “Duas horas para se amarem” de Konsalink” para estudarem nos dois dias seguintes.

Nas fotocópias que entregou ao Pedro, no meio das folhas sobressaia uma amarela onde no meio estava escrito. “A mensalidade já está paga- Espero-te no café ao fim da rua”  

 

Maior discrição que esta não podia haver.

 

As aulas terminaram um pouco mais além do habitual pois tinham tido a visita de um actor principal que de vez em quando visita a Escola D’Art para dar incentivo e alguns conselhos ao futuros actores, fazendo-lhes ver que não basta querer. Têm que estudar bastante, serem humildes, e talento acompanhado de um pouquinho de sorte.

Pedro naquela aula bebeu sofregamente todos os conselhos e ensinamentos. Ele não sabia ainda se tinha ou não talento, mas tinha uma grande força de vontade e quanto a sorte, parecia que também a tinha quando conheceu o Fernando.

As sirenes tocaram, as luzes foram-se apagando e cada um foi saindo levando consigo os sonhos de alguns que um dia se tornaria realidade e outros nem tanto.

O Pedro foi logo dos primeiros a sair, pois queria chegar ao café antes do Fernando só para ver a forma engraçada como ele andava.

Fernando demorou uns vinte minutos a chegar e o Pedro impaciente, já tinha fumado três cigarros e bebidos dois cafés.

 

- É esse o saco de toda a tua roupa? Perguntou o Fernando mal entrou e olhando para o pequeno saco que estava em cima da cadeira.

- Epá isto é só uma muda para o fim-de-semana.

- Mas sempre queres ficar em minha casa ou é só o fim-de-semana?

- Não estás a brincar comigo?... Ontem disse que aceitava viver em tua casa e não vu voltar a traz.

- Era só para saber se estás ou não disposto a seres meu pupilo.

- Acho que não vale a pena dizer mais nada. Olha!.. Sabes uma coisa? Ainda não jantei e vou pedir um prego. Tu o que vais comer? Já jantas-te?

- E se comecemos em minha casa? Tenho sempre uns congelados para aflições de momento.

- Também está certo… São menos uns trocos que gastamos.

 

Assim que chagaram a casa a primeira coisa que fizeram foi guardar o saco do Pedro no chamado “quarto de vestir”. Seria o segundo quarto da casa que Fernando tinha transformado em quarto de vestir e ginásio. Fernando abriu uma das portas que rodeava as paredes e onde constava a palavra “Para os Amigos” e pegando no saco do Pedro disse-lhe ser este o seu espaço.

Pedro ainda julgou ser a entrada para um quarto que seria o seu, mas não. Era um amplo armário com várias gavetas, uma sapateira e guarda-fatos onde a um canto estavam dois robes.

Pedro depois de depositar o saco no chão, fechou a porta do seu espaço e começou a olhar para tudo aquilo, enquanto Fernando se despia e vestia uns Boxers de dormir e uma t-shirt de alças ao mesmo tempo que se desculpava:

 

- Desculpa o meu à-vontade mas em casa gosto de andar assim.

- Mas a casa é tua e estás como quiseres.

- Mas também te podes por à-vontade, desde que não andes nu pela casa fora. Cá para mim, nus!... Só no quarto ou na cama.

 

Pedro ainda sem pensar onde se estava a meter, só despiu o Blazer e ficou em mangas de camisa, não deixando de olhar para aquele espaço todo rodeado de armários e roupeiros. Havia também máquina de musculação, passadeira e bicicleta. Um verdadeiro ginásio.

Havia ainda um pequeno balcão onde constava uma máquina de café de cápsulas um pequeno depósito de água fria e normal assim como várias bebidas energéticas. Um verdadeiro miniginásio.

Este espaço era em anexo à suite ou seja, o quarto principal dividido por uma porta de vidro fosco não se vislumbrando a zona de dormir.

Pedro por mais que espreita-se por todo o lado não havia meio de ver onde seria o seu quarto e sendo a primeira vez que entrava naquele espaço da casa e não vendo mais portas ainda lhe deu vontade de comentar que só havia um quarto, mas achou melhor estar caladinho e acompanhou o Fernando até à cozinha.

 

- Gostas de bacalhau com natas? É o mais rápido de se fazer. É só meter no micro ondas e já está.

- Epá … Sou um tipo simples e gosto de tudo.

- Ok!.. Comemos mesmo aqui na cozinha. Olha ali em cimas, apontando para um grande espaço utilizado como garrafeira, tens vinho tinto, o branco está no frigorífico, os pratos e os copos estão nesse armário.

- Não te preocupes que cozinha é comigo. Lá no café alem de servir às mesas também dou um jeitinho na cozinha.

 

Fernando que estava na sua tarefa de abri duas cuvettes com o tal bacalhau para meter no micro ondas, não deixou passar o dito do amigo quando disse ”cozinha é comigo” para atirar uma graça:

 

- Quer dizer que também “cozinho é contigo”?

- Não perdes uma para as tuas chalaças….

- Ainda tu não viste nada.

 

Com este pequeno diálogo sem graça mas com intenções nas suas subjectividades, acabaram por montar a mesa indo bebericando um vinho fresquinho que estava a cair como ginjas até que o bacalhau com natas esteve pronto e começaram a saciar a fome que já não era muita pois o vinho entretanto bebido já a tinha acalmado.

 

Com esta conversa toda e porque efectivamente já tinham chegado a casa bastante tarde, o cuco do relógio na parede da cozinha saltou cá para fora e cucou três vezes.

 

- Epá… o melhor é irmo-nos deitar.

- Também acho… Mas não me vou deitar sem te arrumar a cozinha e depois tomar um duche. É coisa que estou habituado. Se não te importas.

 

(Fernando quando conheceu o Pedro a sua primeira ideia era conhece-lo intimamente e de pois deita-lo fora como há muito que fazia com outros rapazes que vindo da província acalentados pelo sonho de conseguirem nem que fosse quinze minutos de fama nas TVs, O Pedro estava-lhe a dar a volta sem dar por isso e começava a ter umas borboletas no estomago como a alerta-lo que aquele era diferente dos outros).

 

- Mas queres mesmo arranjar a cozinha?

- É um instantinho. Assim amanhã está tudo arrumado. Lá na terra a minha mãe costuma dizer “Não guardes para amanhã o que podes fazer hoje”.

- E tu consegues cumprir essa regra em tudo?

- Até agora tenho conseguido.

- Então sendo assim, também vou fazer o mesmo… Vou-te ajudar-te.

 

Depois da cozinha arrumada Fernando encaminhou-o para o quarto de vestir. Abriu o armário que já lhe tinha destinado e indicou-lhe a gaveta onde estavam uns boxers e entregou-lhe para os vestir. Pedro assim fez e foi a altura em que Fernando olhando-o de baixo a cima verificou aquilo que adivinhava. Era um jovem bem possuído e bronzeado, talvez pelos seus afazeres na terra. Depois de ambos estarem seminus, entraram pela tal porta de vidro fosco que dava acesso ao quarto de dormir.

 Mal entraram, as luzes de uns projectores que incidiam os seus raios sobre uma cama redonda e um outro sobre um quadro de Roberto Ferri “São Sebastião” existente em uma parede onde estrategicamente se encontravam umas colunas de som e de onde saiam “Petit Fluer” pela Orquestra de Gino Marinello.

 

Na parede oposta e que seria a cabeceira-de-cama um outro, também devidamente iluminado com luz difusa, podia observar-se em quadro triplo sobre a opção sexual da religião ortodoxa.

 

-  Epá!... Isto parece um platô de um filme pornográfico.

- Ainda não viste nada!.. Para já só tenho uma cama. Temos que nos ajeitar. Agora olha para aquelas portas.

- Que mais surpresas há?

- Uma é da casa de banho com chuveiro e a outra é de uma mini sauna. É para essa que vou sempre antes de me deitar para relaxar. Se quiseres também podes vir ou vais ao banheiro primeiro. Tu é que sabes…

   

Pedro estava como entrando no tal filme que lhe veio à memória quando mencionou sobre o que tinha visto ao entrar naquele quarto. E comentou:

 

- Então vamos lá até à sauna para relaxar, sempre deve ser melhor que o duche.

 

 Fernando abriu a porta da dita sauna e entrou. Atrás dele foi o Pedro que mais uma vez ficou espantado e mais ficou quando o Fernando tirou a T-shirt e os boxers e se sentou num dos dois bancos. Ele fez o mesmo pois não ficar mal visto sentando-se a seu lado. Deu uma olhadela e de facto aquele espaço era efectivamente uma sauna, mas em ponto pequeno. Toda forrada em madeira com uma lâmpada muito ténue e de cor vermelha. O espaço era bastante pequeno e quente. Só lá cabiam pelo menos quatro pessoas e muito juntas, de tal forma que quando se sentou ao lado dele, ficaram mesmo juntos.

 

- Então que achas da minha casita?

- Casita uma porra!.... Nunca imaginei que alguém tivesse uma casa assim. Aqui tem tudo. Pode-se viver aqui sem sair de casa. Tens ginásio, um salão como nunca vi e um quarto mais que completo. Como consegues limpar tudo isto?

- Mas não sou eu que limpo. Tenho uma senhora que vem cá todos os dias menos aos fins-de-semana. Durante a semana faz a limpeza e o jantar que me deixa pronto. Ela só não entra nesta zona quando por cima da porta do quarto de vestir tiver uma lâmpada vermelha acesa. Quer dizer que não quero ser incomodado ou porque tenho cá alguém. Ninguém interfere com a minha privacidade.

- Já vi que não sou eu o primeiro a usufruir destes luxos.

- É óbvio que não! Mas nem todos têm tido a sorte de receberem um convite como te fiz.

- Quer dizer que tens tido amigos ou amigas descartáveis!...

- É a vida…. É assim que quero viver enquanto posso, pois o amanhã é hoje e cada dia que passa é um dia que temos a menos para gozar em toda a plenitude.

- Epá isto está mesmo quente….

 

Fernando olhando para o pirilau do rapaz verificou que estava levantado e pensou que seria do calor ou de algo que estaria a pensar sobre o que se adivinhada e então comentou:

 

- Estás com o mastro levantado!... É do calor? Ou é por nossos corpos estarem juntos?

- Essa de nossos corpos estarem juntos o que queres dizer?

- Nunca estiveste com o teu corpo junto a outro homem?

- Epá…. Eu não sou gay….

- Também não disse isso. Mas pelo menos na tua juventude lá na terra nunca com outros colegas bateram umas punhetas nem se beijaram?

- Nunca fiz essas experiencias.

 

Fernando ao ouvir tal resposta, calmamente segurou no mastro do amigo ao mesmo tempo que perguntava:

 

- Não queres experimentar agora? Posso bater-te uma?

 

Pedro estremeceu um pouco mas deixou o outro continuar até porque lhe estava a saber bem.

Fernando notando que aquele era o caminho certo para continuar com a outra mão segurou numa das do Pedro e encaminhou-a para o seu mastro que também já estava rijo.

Olharam-se nos olhos e continuaram na punheta.

Ambos estavam a gozar de prazer e com os corpos cada vez mais juntos até que Fernando tentou o beijo.

    

- Isso não faço! Não beijo…

- Nunca beijas-te uma gaja?

- Nem outras coisas.

- E eu? Poso beijar o teu mastro?

 

Pedro mesmo nunca ter estado naquela situação mas sentindo uma erecção cada vez maior ajeitou-se para o que viria a seguir. Fernando ajoelhou-se a abrindo-lhe as pernas gulosamente começou a chupar aquele pau gostoso, começando com a língua lamber-lhe o prepúcio até meter na boca todo aquele pau ao mesmo tempo que lhes manuseava os tintins flácidos.

Pedro estava louco com tudo aquilo a como automaticamente segurou-lhe na cabeça com ambas as mãos e obrigou-o a fazer um vai e vem constante.

O calor da sauna e a sensação de ter o seu pénis metido naquela boca húmida e com os lábios cada vez mais apertados, fez-lhe lembrar os lábios genitais de uma vagina que uma vez tinha experimentado, mas muito melhor. De repente, em êxtase total e com grandes espasmos guinchou um pouco e teve o orgasmo total, indo debitar os seu sémen em grande abundância naquela boca gostosa que Fernando sorveu toda aquela porra até sair alguma por fora, tal era a abundância,

 

Fernando levantou-se. Olhou-o olhos nos olhos e perguntou:

 

- Gostaste?.. E agora!.. Ainda não beijas? Não queres saborear o que é teu e ainda tenho um pouco na boca?

- Não sei se consigo, mas adorei o que fizeste.

- Eu também gostei bastante, tens um pirilau muito gostoso e o teu sémen sabe a virgem. Fiz um esforço dos diabos para não me vir também.

- E não queres? Queres que te bata uma punheta?

- Fica para mais logo quando estiveres recomposto. Ou não és capas de te vir novamente?

- Não sei… Nunca me fizeram isto.

- Não queres ir tomar o tal duche? Por mim vou já para a cama.

 

 

Fernando ainda tentou dar-lhe um beijo nos lábios mas ele afastou a cara e ficou-se por lhe beijas as faces e saiu porta fora direito à cama não sem antes passar pelo banheiro.

Pedro quando nutou o novo amigo já na cama foi a vez de ele sair direito ao banheiro onde esteva vários minutos.

Enquanto no banheiro e tomando o seu duche enquanto a água bastante quente ia percorrendo o seu corpo Pedro foi-se recordando a forma que tinha conhecido o Fernando e das promessas que lhe tinha feito. Fazer dele uma vedeta no meio artístico pondo por condição ir viver com ele. Nunca pensou, foi o que tinha acontecido naquela sauna e que naquela casa só existia uma cama e teria que ir dormir com ele. Depois daquele broxe que até gostou bastante, o que mais lhe iria acontecer. Mas determinado a ser alguém no mundo das artes, tudo valia a pena até a prostituir-se. Mais do que o Fernando lhe tinha feito não iria acontecer e se lhe fizesse mais um broxe não fazia mal pois até tinha gostado bastante.

Ele só se esqueceu que o Fernando era um gajo muito batido naquelas coisas e não ficaria por ali.

Com estas lembranças todas lá acabou o duche, vestiu os boxers e saiu direito à cama que se redopiava lentamente em si mesma e os projectores estrategicamente incindindo seus focos no corpo do Fernando que deitado todo nu de rabo para cima como a pedir para o utilizarem. Quando este sentiu que o amigo se aproximava virou a cabeça e olhou-o fixamente e comentou:

 

- Não vens para a cama de boxers vestidos pois não?

- Pedro olhando para aquele cenário lembrando o tal firme pornográfico que tinha visto um dia, acabou por se despir e deitar-se de barriga para cima, ao lado do novo amigo.

 

Fernando continuando na mesma posição com a cabeça de lado perguntou:

 

- Soube-te bem o duche? Está confortável? Queres comer alguma coisa ou beber?

- Talvez mais logo. Agora não tenho sede nem fome.

- E se te convidar a comeres-me a mim?

- Mas eu não sou homossexual! O que queres dizer com isso?

- Não gostaste do que te fis na sauna?

- Já disse que adorei. Queres fazer novamente?

- Não... Como tu disseste, fica para mais logo. Agora queria é que retribuísses o gozo.

- Mas também já disse que eu não beijo.

- Não é disso que estou a falar. O meu cuzinho está sedento de comeu o teu pau gostoso.

- Queres que te vá ao cu?

 - Não sejas ordinário. Isso não se diz.

- Então como é?

- Vamos fazer amor? É assim que se diz. Depois fazemos uns preliminares e quando estivermos em ponto de rebuçado logo se vê o que acontece.

 

Enquanto Fernando que sabia a toda dava esta explicação sobre a forma mais ética de se dizerem as coisas, continuava na mesma posição mas aproximando-se cada vez mais do Pedro, até o seu pirilau já bastante hirto se encostava ao corpo do amigo roçando-se um pouco. Pedro deixou. Simplesmente fixou-lhe os olhos já não em atitude de admiração, pois bem lá no fundo do seu ser estava a gostar de sentir mais perto de si aquele corpo.

Fernando sentindo finalmente que estava a levar a sua água ao moinho e ao mesmo tempo que com os dedos foi tacteando os seus lábios que já estavam mais próximos dos seus, perguntou suavemente:

 

- Agora já beijas?

 

Pedro fechou os olhos a abriu um pouco os lábios. Para o Fernando, era o consentimento, e não esteve com meias medidas. Encostou os seus ao dele e meteu-lhe a língua naquela boca gostosa ao mesmo tempo que com uma das mãos lhe ias fazendo “festinhas de gato” numa das face e com a outra desceu até ao pénis dele e verificou que também estava bastante hirto como o seu. – Estavam feitos os primeiros preliminares para tudo o que iria acontecer-.

 

Aquele beijo ardente e de linguajar recíproco, durou bastante tempo até que já ambos se masturbavam.

Fernando saiu da posição de lado e colocou-se em cima dele. Agarrou-o pelos ombros e puxou-o contra si.

O corpo do Pedro deslizou debaixo do seu e ficaram ali colados durante alguns segundos com os olhos fixos na profundidade de cada um e corpos ofegantes… Pedro pela admiração do que se estava a passar e Fernando com a loucura de continuar a beijar aqueles lábios carnudos ao mesmo tempo que metia as mãos nos cabelos desgrenhados do Pedro que ao sentir uma sensação estranha na sua cabeça foi redopiando-a de prazer.

Estava tudo pronto para acontecer o êxtase de ambos. Com mais um pouco de habilidade aquele jovem passaria a ser o amante ideal que o Fernando há tanto tempo andava procurando.

A cama continuava a redopiar-se em si mesma. O tema “Petit Fluer” continuava a ouvir-se e os Santos do amor iam continuando a mandar as suas setas para queles corpos.

Fernando estrategicamente foi descendo pelo corpo do seu futuro amante começando por mordiscar-lhe os bicos dos seios, também já hirtos. Depois desceu mais um pouco até novamente naquela noite iria mordiscar aquela cabecita seguindo a lambuzadela da glande até sentir desta vez por pressão do Pedro, todo aquele instrumento de prazer em sua boca que chupou freneticamente. Quando sentiu que estava próxima nova extracção daquele líquido pastoso e agridoce, saiu daquela posição e solicitou:

 

- Não te venhas já. És capaz de aguentar?

- Mas estou quase a vir-me.

- Quer dizer que estás a gostar!..

- Tenho a impressão que até sou capaz de me vir a terceira vez.

- Não me queres foder?

- Como? Perguntou Pedro já aflito e sem experiencia daquelas coisas.

 

Fenando subiu novamente pelo seu corpo e acabou por se sentar no seu pénis e apontou-o para o seu ânus fez um pouco de pressão e entrou a cabecita do rapazote. Pedro ao sentir sua cabecita já entre as pregas do ânus do amigo levantou o rabo e o rapazote como se fosse um ferro em brasa entrou todo de repente naquele sítio quente e gostoso. Fernando embora já não fosse grande novidade gemeu um pouco não só pela velocidade em que tinha entrado como pelo tamanho. Pedro pediu desculpa por o estar a aleijar, mas ele nada ouviu e começou a cavalgar como num corcel. Ambos se movimentaram freneticamente. Pedro como nunca tinha tido na vida expulsou o seu abundante sémen misturado com alguns guinchos de prazer. Fernando ao sentir aquela porra toda dentro de si, veio-se também, com um grande guincho, de espermatozóides indo depositar se ao longo do corpo do Pedro. Alguns malucos depositarem-se na boca do Pedro que ainda louco por tudo o que estava a acontecer, com a língua, lambeu os seus lábios verificando que até aqueles bicharocos que só ao microscópio se conseguia ver, até eram gostosos.

 

Fernando saindo daquela posição subiu pelo corpo do amigo e foi também antes que morressem sorver os restantes.

 

Estava tudo nos conformes. Ambos os pirilaus murchos ficaram deitados lado a lado e as duas bocas continuaram beijando-se fazendo um kokteil de salivas e restos do espremem do Fernando.

Exaustos, antes de adormecerem Fernando rindo-se ainda disse:

 

- Afinal sempre beijas…

- Afinal és um grande sacaninha…

- Não gostas-te?

- Já é a terceira vez que me perguntas isso.

- També disseste que esta noite eras capaz de te vires a terceira vez. E ainda só te vieste duas.

- Eu disse isso porque estava aflito e nunca julguei que um homem me desse tanto prazer.

- Ainda não viste nada, mas agora vamos descansar um pouco e de manhã vamos ver o que consegues fazer.

- Também acho!.. Estou derreado, agora quero dormir. Quais são as novidades que tens para de manhã.

- Ainda vou pensar! Ahahahhahaah

 

Fernando não iria pensar muito pois o que estava guardado para aquele novo amigo, sabia-o bem.

 

Fim do 2 Capitulo

Para ler o que se passou a seguir clique (3 Capitulo)

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

          Nelson Camacho D’Magoito

   “Contos ao sabor da imaginação” (nc-256)

             Para maiores de 18 anos

               © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 08:08
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