Terça-feira, 3 de Março de 2015

Jogos de sedução – Eu não beijo

Ruas e Jardins de engate

 Tinha acabado de fazer umas compras no Corte Inglês em Lisboa. Um hipermercado sucursal do mesmo estabelecimento de Espanha e que fica no topo do nosso Parque Eduardo VII. É um estabelecimento onde se vende de tudo e mais alguma coisa e até tem um parque subterrâneo de estacionamento mas que infelizmente não foi feito para carros de grande porte que é o caso do meu, resultado quando lá vou deixo-o sempre cá fora numa das avenidas do Parque.

Naquele dia e porque me alonguei nas compras o tempo foi passando e resolvi jantar por lá, resultado, quando sai já a noite tinha entrado. Eram umas onze horas.

Com a maior das cautelas, abri o porta bagagens e lá meti os sacos das compras e a minha maleta de documentos e telemóveis ficando somente com algumas notas na algibeira das calças como sempre foi meu hábito quando faço tensões de deambular com o carro durante a noite pelas ruas da cidade.

 Este meu hábito já é bastante antigo quando me desloco em qualquer cidade do mundo, não deixando no interior do carro algo à vista que desperte atenção aos amigos do alheio. Antigamente já assim era, mas actualmente há que ter ainda mais cuidado pois o perigo está sempre há espreita.

Trocando as voltas a quem estivesse por perto observando os meus movimentos desci a avenida dei uma volta entrei numa rua onde há um café, parei, comprei uns cigarros, tomei um café e voltei para o mesmo sitio. Encostei o carro e parei. Estava numa de não saber onde iria acabar a noite e liguei o rádio. Estava a dar o António Zambujo com uma canção “O Rapaz da Camisola Verde” onde a certa altura o poema de Pedro Homem de Mello e Frei Hermano da Câmara diz:

 

De mãos nos bolsos e olhar distante

Jeito de marinheiro ou de soldado

Era o Rapaz de camisola verde

Negra madeixa o vento, boina marujo ao lado

 

Perguntei-lhe quem era, e ele me disse

Sou do monte, senhor, um seu criado

……………….

 

Perante aquele belo poema fiquei mais atento a tantos rapazes que ao mesmo estilo deambulavam avenida abaixo em passo lento mirando os carros de alta cilindrada que por ali passavam lentamente. São os rapazes verdes a alugar o corpo a homens maduros por dez euros, às vezes mais, conforme o tempo ou função exercida. É o jogo de sedução entre meninos baratos e caros ligeiros também baratos. Os meninos de ténis de marca e jeans rasgados e coçados do uso lá vão deambulando como gatos vadios espreitando a sua presa que o irá satisfazer as suas necessidades mais prementes.

Lá mais a baixo os caros de grande cilindrada. (são os senhores do dinheiro) aí a procura já não dos meninos verdes. Já são mais crescidos. Usam sapatos de pelica, calças de fazenda e a cabeça bem descoberta seo os casaco de capuz com que se tapam os mais novos (até para esconderem um pouco as suas idades) Alguns até já têm os seus clientes certos. Quando o engate se dá com um homem casado e mais velho até dá direito a um fim-de-semana fora em qualquer hotel escondido de outros olhares.

Já não são rapazes verdes mas que se sabem comportar dignamente aproximando-se muito dos “Rapazes de programa” e sabem fazer companhia a quem necessita dela.

De qualquer das formas a coreografia dos movimentos é sempre a mesma. Avenida abaixo, avenida acima uns com os faróis cintilando marcando as suas intenções e outros de olhar fixo nos faróis com precisão de raio-x, tentando vislumbrar a aparência do condutor.

  No meio de todo este bailado também há o interesse pelas preferências. Não as preferências do género que isso resolve-se no primeiro contacto, mas das aparências visual.

Uma carinha laroca da parte do engatado e uma apresentação bem cuidada do lado do engatante sempre tem mais possibilidades.   

Não é à vista desarmada que se percebe quem são os rapazes que andam na rua à espera de entrar num carro. Há que haver sempre uma pequena aproximação que é feita através da tal coreografia balética até chegarem à fala com uma conversa da treta:

 

O rapaz normalmente para início da conversa pede ou pergunta:

- Tens um cigarro?

- Vamos dar uma volta?

- Queres ir brincar? – Sei de um local que ninguém nos chateia.

- O que queres fazer? Eu não beijo!.. nem levo no cú mas faço-te vir.

 

Se é para uma rapidinha do carro vem a resposta:

 

- Mas já disseste tudo.

- Só falta dizeres quanto queres.

 

Antes da entrada no carro é acordado o preço e o que vão fazer

É um negócio rápido e que é concretizado mesmo ali ou mais adiante no tal local mais escuro porque o rapaz tem mais engates para fazer durante a noite e aquilo é pegar ou largar.

 

E se não for uma rapidinha?

E se eles andam ali para engatar e não para serem engatados?

E se o objectivo o que é mais raro, é encontrar um amigo para partilhares os seus gostos se tabus?

 

Nestes casos, embora haja também o dinheiro para contrapartida por vezes este é esquecido como foi o caso do João que logo no primeiro contacto houve uma certa química e ficou a viver em casa do Carlos que embora se completassem sexualmente o João para arranjar mais uns trocos, pelo menos uma vez por semana vai até à Estação do Rossio para se prostituir.

 

O Eduardo. Por causa de uns sapatos da Nice que os pais não lhos compravam começou por se prostituir com dezasseis anos. Começou por bater uma punhetas a homens casados que por ali circundavam chegando sempre a casa de manhã até que um dia encontrou um mais esperto que vivia só e o levou para casa onde ficou um fim-de-semana. Vestiu de roupas de marca e acabou com as punhetas pois foi comido sexualmente de todas as formas e feitios. Pelo menos durante um ano passou os fins-de-semana com o amante. Como os pais eram gente humilde aceitaram a versão “que tinha conhecido um rapaz amigo”.

 

Uma História que acabou mal

 

Também há a história do Lucas que veio Vila Nova de Gaia para o Porto com o fim de vir para a grande cidade arranjar emprego. Arranjou numa pastelaria onde conheceu o colega Fonseca que lhe facilitou nos primeiros tempos ficar em sua casa rachando as despesas. Tudo bem até ao terceiro mês altura em que o rapaz nutou que o amigo ganhando o mesmo que ele só vestia roupa e sapatos de marca e o dinheiro dele não dava para tanto e fez a observação.

 O Fonseca então – entre risadas - explicou-lhe que tinha descoberto uma mina de ouro.

 

- Epá sendo assim não há por lá outra para mim? – Perguntou ingenuamente o Lucas.

- Já estiveste na cama com um homem?

- Porra! Mas que merda é essa?

- Uma noite vais comigo dar uma volta e logo vês. Vais ver que não custa nada.

 

O rapaz pouco conhecia do Porto e aceitou a oferta. Naquela noite o Fonseca emprestou-lhe uns jeans já coçadas e rasgadas e como era verão uma t-shirt de alças apertadinha e lá foram até ao centro da cidade mais propriamente dito Estação de São Bento e Rua Sá da Bandeira, e suas perpendiculares chamando-se ao local “A Rua do Rapazes” Assim que entraram na zona O Fonseca apontando para meia dúzia de rapazes que se pavoneavam e alguns carros que desciam e subiam as ruas disse-lhe:

 

- Aqui tens a minha mina de ouro.

- Epá! Mas só vejo gajos e carros.

- Queres ver como é? Aguenta ai e vê bem como faço. Se alguém se meter contigo não dês troco.

 

O Fonseca abeirou-se da estrada e levantou a mão com o Polgar para cima como quem pede boleia.

Logo um carro que descia devagar acabou por parar ao seu lado. A porta abriu-se e o Fonseca entrou não sem antes fazer sinal ao amigo para esperar.

 

Lucas já estava farto de ali estar quando ao fim de meia-hora o tal carro voltou a parar junto dele e o Fonseca desceu e junto dele com uma nota de 20 Euros comentou:

 

- Este já cá cante.

- Epá!.. 20 aereos por meia-hora? Onde foram?

- Ali ao fundo… Como estava escuro foi mesmo ali.

- Mas foi mesmo ali o quê?

- Bem!.. Das duas, uma. Ou és trouxa ou estás-te a fazer de parvo.

- Desculpa mas não entendi.

- Epá o velho fez-me um broxe e ganhei os vinte euros.

- Epá era por isso que perguntas-te se já tinha estada na cama com um homem?

- Não querias uma nina de ouro? Válá agora é a tua vez, Esta noite já me vim 

 - Deixa-te de merdas vamos mas é para casa.

- Mas não queres ganha também algum? Há ai um gajo mais novo que gosta de levar dois. Ela faz-te um bico e como eu já me vim bato-lhe uma pivia. São vinte para cada um.

- Epá desculpa lá mas não consigo.

- Pronto!... Tá bem, vamos para casa.

 

Naquela noite não voltaram a falar no assunto mas como era Sábado e no dia seguinte estavam de folga podiam ficar mais tempo na cama.

No dia seguinte o Fonseca levantou-se mais cedo e todo descascado foi-se meter na cama do Lucas agarrando-o. Este mexeu-se um pouco e quando senti-o que o amigo o estava mesmo a agarrar e com o pau todo hirto encostado a ele, quase que deu um salto.

- Tá quieta. Não te faço mal, não queres aprender como se ganha dinheiro? Vime ontem à noite mas estou pronto a vir-me novamente.

- E queres que seja eu a fazer-te um broxe

- Não!... Faço-te eu primeiro, vais ver que gostas. Depois fazes tu ou então dás-me uma foda. Mostra lá o que tens aí. – E arrancou-lhe os calções. Oh porra esta merda está murcha.

 

Estava!... porque assim que o Fonseca começou a abocanhar aquele pau de cabeça lustrosa logo se começou a levantar e a encher-lhe a boca de esperma com tanta força que quase o ia sufocando. Ainda mal refeito de tanta rapidez:

 

- Porra!... Para quem não gostava foste mais rápido que eu!... Agora tens que te vir novamente porque quero que me fodas.

 Não lhe largando o pénis que continuava em forma virou-se e apontou para seu ânus que mesmo sem lubrificação lá ia entrando primeiro devagar e depois com toda a fúria, não fosse o Lucas um rapaz novo e cheio de virilidade. Porra a quele gajo não tinha nada a ver com os cotas engatados na Rua dos Rapazes.

Lucas, bombando cada vez mais freneticamente agarrou na pila do amigo masturbando-o até se virem os dois.

Exaustos caíram para o lado.

Lucas ficou a saber como rentabilizar a sua mina de ouro.

 

Meses depois

 

Depois daquela experiencia que continuou durante muitas noites os nossos rapazes voltaram a ir dar umas voltas nas “Ruas do Rapazes” tornando-se já habitués da zona e com alguns clientes.

O dinheiro estava a ser fácil mas o Lucas estava a querer cada vez mais e já era ele a desfiar o amigo a fazerem menage à trois com alguns clientes mais endinheirados. Em casa com o amigo tinha prazer na rua com os clientes era puro negócio. Derivado à sua ganância quando completou os 21 anos conheceu em espanhol que lhe prometeu uma vida melhor em Espanha. Deixou o amigo/colega/amante e o emprego e lá foi de abalada.

A situação em Espanha não correu da melhor maneira. O espanhol era líder de uma organização de prostituição masculina e tráfico de droga.

Lucas metido naquele meio acabou também por se drogar acabando por ser abandonado pelo tal espanhol.

Totalmente degradado voltou ao Porto mas o seu estado físico e mental era de tal forma degradante que nem clientes nem o amigo que tinha desaparecido da zona para ir viver com um senhor de posses.

Lucas. Passou a arrumar carros pernoitando em qualquer pensão manhosa e a fazer algumas incursões por outras paragens. Para sustentar o vício chegou a trabalhar na construção civil umas vezes cá outras em Espanha. Já não vestia roupas de marca e o seu aspecto já não dava para voltar às Ruas do Rapazes até que uma noite depois de ter sido levado para o hospital descobriu que estava infectado pelo HIV.

Lucas já passou dos 22 anos, é dependente da droga que para a alimentar prostitui-se já não com os bons clientes mas com o primeiro que lhe forneça uma qualquer alucinação ou um canto para dormir.

É a degradação total de muitos rapazes que um dia quiseram ter mais que os outros, ou por força do destino, não se contiveram e andam pelas ruas das cidades matando a-pouco-e-pouco outros que só querem um pequeno prazer sexual que não dura mais que alguns minutos.

 

Hoje já nada é como antigamente

 

Há muitas histórias, umas complicadas outras não tanto, passadas nos locais mais recônditos das grandes e pequenas cidades. Lisboa, Porto, Sesimbra, Algarve e até cidades do interior.

 Os locais são dos mais diversos. Estações de comboios de barcos e camionetas, jardins, centros comerciais e bares de temática gay.

Os circuitos de prostituição são vastos e os engates são diferentes conforme os locais. Não são totalmente escancarados mas não estão escondidos.

A actividade começa sempre por volta das 21 horas e vai até altas horas da madrugada onde se verifica maior movimento pelos que ainda não ganharam a noite e farejam um último cliente antes de voltarem para casa dos pais ou qualquer pensão manhosa ou para o quarto de um amigo com quem finalmente se vão satisfazer sexualmente porque o que fizeram durante a noite foi puro negócio.

 

No dia seguinte a história repete-se.

Se é um recinto fechado. É as idas e vindas aos sanitários ou um catrapiscar de olhos junto a um qualquer balcão onde se toma uma bica e se começa com uma conversa da treta ou como não se pode fumar busca-se uma varanda para o cigarrito.

Nos locais abertos é a prostituição pura e dura, vão todos fazendo pela vida 

O bailado continua ente os que engatam e os que são engatados

Alguns já sabem de cor os bons clientes. Os carros ainda vem lá no fundo e já sabem os que querem só conversa ou o que querem ou quanto pagam. Os já habituais nem falam no preço, pois é sempre subjectivo. Às vezes nem há dinheiro em troca. Basta um jantar uma ida ao cinema e então depois sim, a cama

 

Somente os estreantes discutem o preço à janela antes de entrarem nos carros mas também nestes casos é para uma qualquer satisfação sexual rápida, pois há sempre outro cliente que se aproxima É a lei do engate até se habituarem.

 

Os carros de grande cilindrada que continuam às voltas até abrandarem com discrição já se sabe que são de homens de meia-idade e casados que procuram para diversão rapazes acima dos 21 anos e bastante activos. São os que pagam melhor e normalmente têm um apartamento.

Os carros ligeiros são de malta mais nova ou divorciados que procuram rapazes mais novos e se possível passivos embora de porte machão e sem problemas. Estes normalmente não são muito de largarem os cordões à bolsa e levam-nos para casa. Estas classes de homens são mais bissexuais. Já tiveram mulheres e filhos. Gostam de ter relações com rapazes mas não bichas na acessão do termo.

 Não se pode dizer que quem anda no engate são só tipos de carro. Em alguns locais principalmente na província em locais abertos também há os que se fazem movimentar de camionete de caixa aberta. Não contanto com os camionistas de longo curso.

    Falando em locais abertos também podemos encontrar praias em locais mais recônditos. Nestes locais é um pouco mais difícil pois todos se querem esconder pois moram perto e como dizia o outro “Santos ao pé da porta não fazem milagres”

 

A prostituição masculina de céu aberto, sempre ouve e haverá. Hoje já não é perseguida pela polícia como antigamente e contrariamente à feminina mas mais perigosa derivado há situação do país que deixa entrar todo o bicho careta que sem emprego se dedica à prostituição se junta em Ganges e à droga.

 

Este é um relato das noites de merda da nossa terra.

 

Foi num destes locais que uma vez através de um pedido de cigarro levei para casa o Pedro de 16 anos. Não tínhamos combinado o que iriamos fazer nem falamos em preço. Iriamos simplesmente conviver. Começamos por nos beijar e a partir daí tudo aconteceu durante sete anos. Nunca mais amei ninguém. Hoje tenho relações abertas mas é pegar e andar.

--------------------------------------fim ---------------------------------

 Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

              Nelson Camacho D’Magoito

                    “Informação” (264)

             Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

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