Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Um dia de praia - Primeiro Episódio

Um dia de praia

I .º Capitulo

 

     O Sol já tinha despontado e começava a entrar janela dentro do meu quarto indo sem quaisquer permissões lambuzar meu corpo desnudo em meus lençóis de seda.

     Virei-me e com uma das mãos fui apalpar quem me aquecia, mas o espaço estava vazio e só encontrei uma almofada.

 

     Naquela noite, tinha dormido só.

 

     Quem me aquecia eram os raios de sol que cada vez mais me queimava como a tentar acordar-me.

    Levantei-me danado. Não com o Sol mas por ao sentir aqueles raios em meu corpo, o meu pirilau que se esfregava contra os lençóis de seda, começava a levantar-se.

    Ainda lá fui com uma das mãos mas o gajo insistia em inchar-se. – Não sei se era daqueles raios que cada vez mais penetravam em meu corpo se era o sentir-se bem apertadinho entre a minha barriga e os lençóis de seda ou se era a tesão de mijo da manhã -.

 

     Resolvi abruptamente levantar-me e metendo os pés nos meus chinelos novos, lá fui direito ao chuveiro.

 

    Recomposto de toalha envolvendo as partes moribundas fui até à cozinha fazer o pequeno-almoço. Uma omeleta de fiambre e queijo. Para beber fiz um sumo de laranjas que uma amiga no dia anterior me tinha oferecido.

    Peguei na mochila, sempre preparada para as aventuras praianas, o telemóvel e desalvorei porta fora direito ao carro.

 

    A praia ainda estava deserta – talvez por ser dia de semana – aos fins-de-semana àquela hora o parque de estacionamento já está cheio e à beira mar já se encontram famílias – algumas com as suas provisões de almoço o que me chateia bastante evitando aqueles espaços nesses dias – Como moro perto, curto a praia só durante a semana.

 

    Olhando para o mar dentro, lá ao fundo já via alguns surfistas. – Sinal que os meus olhos se iriam alegrar com a beleza dos corpos delineados que eu também tentava ter com as minhas corridinhas ao longo do areal e a besuntadela que fazia com os cremes próprios para o efeito.

    Sempre gostei de praia principalmente porque a mistura do Sol com a água do mar meu corpo fica com aquela cor bronzeado mais apetitoso e também o meu desejo sexual aumenta dando-me uma vontade enorme de transar na praia.

 

    Numa das minhas caminhadas ao longo da beira-mar lá mais para o fundo reparei que estavam chegando três moços com suas pranchas e uma tenda de campismo que prontamente a abriram.

 

    Via-se serem já habitués naquelas andanças pois a tenda rapidamente ficou em pé.

 

    Como não estava ali só para fazer caminhadas, retirei da mochila um toalhão e a meia dizia de metros daquela malta, deitei-me usufruindo daquela azáfama.

 

    Ao que parecia faltava-lhes qualquer coisa, pois discutiam entre eles e algo procuravam nas suas mochilas, até que os ânimos se acalmaram e dois deles depois com o mais à-vontade possível se despiram totalmente e fizeram alguns exercícios de aquecimento – todos nus – depois vestiram os fatos próprios, agarraram nas pranchas e lá foram mar dentro procurando as ondas que tanto gostam para as suas acrobacias.

 

    Um deles ficou ainda dando voltas procurando algo até que desistiu. Olhou á volta e como não estava mais ninguém nas redondezas a não ser eu ali perto dirigiu-se-me.

 

        - Amigo!... Desculpe mas por acaso não tem um isqueiro?

        - Sim!... Tenho!..  – respondi de olhos esbugalhados para a quele Adónis que se prantava à minha frente.

      - Se não resolvo o problema estou lixado. Fui eu que fiz as mochilas. Não me esqueci de coisa alguma menos da porra do isqueiro. Os gajos queriam fumar e agora estão fritos comigo.

        - Se calhar até foi uma bênção. Não estou a ver malta tão ligada ao desporto, também fumarem.

        - Pois, eu por acaso também não fumo mas o isqueiro serve para outras coisas.

        - Isso é interessante!... Dois fumam e o outro não!..

        - Prefiro fumar outras coisas. –respondeu ele com ar de sacana e um brilho nos olhos.

 

    Não sei porquê mas aquela abordagem com a história do isqueiro fez-me lembrar os tempos em que frequentava o Parque Eduardo VII para o engate. Mal parava o carro havia sempre alguém que se aproximava a pedir lume – era o inicio de um engate -. E então respondi:

 

        - E que outras coisas gostas de fumar? Um xarro! Talvêz!.... 

        - Não!.. Não me meto na droga de qualquer espécie.

 

     Ele entretanto tinha-se deitado a meu lado e fixando-me nos olhos atirou:

 

         - Já te disseram que tens uns olhos azuis muito bonitos e brilhantes?

 

     A coisa estava feita!... e maliciosamente respondi:

 

        - E tu tens uns lábios carnudos e sensuais que esperam a aproximação dos meus…

        - Eras capaz?

        - De te beijar? Claro!... Mas não aqui a céu aberto e com o s teus colegas dentro de água olhando para nós.

 

     Jony. Era esse o seu nome como vim a saber mais tarde levantou-se, estendeu uma das mãos direita a uma das minhas e por incrível que pareça em quais tique maneirados convidou-me:

 

        - E se fossemos até à minha tenda? No nosso recato já me beijavas?

 

     Perante tal convite e sem pensar duas vezes. Estendi uma das mãos para a ajuda de me levantar e no caminho até à tenda as t-hirte voaram dos nossos corpos ficando no areal como a marcar o caminho até à tenda. Entramos e nos envolvemos em beijos frenéticos.

 

      Nossos paus se levantaram e saíram dos seus lugares de conforto tentando gladiarem-se como duas esgrimas de campeonato.

      Continuando nos beijando acabamos deitados no chão e também nossos calções voaram.

    Então sim!... Nossos instrumentos de prazer se encontraram tentando o meu que estava por cima penetrar entre pernas daquele Adónis de cabelos louros e um pouco compridos sobre os ombros.

 

         - Calma!...

 

     Foda-se… Mas qual calma qual coisa. Os meus neurónios estavam fervilhando e só queria era abrir as pernas daquele gajo e tentar penetra-lo.

 

         - Não me digas que agora não deixas comer-te – retorqui.

         - Não é isso!... Eu já disse que gostava de fumar e quero fumar o teu caralho.

 

      Passei da posição que estava para a de costas a fim de deixar todo o meu corpo à sua disposição.

     Foi a altura de ele deixar os meus lábios e começar a percorrer todo o meu corpo desde os mamilos, parando um pouco no umbigo onde redopiou com a ponta da língua até começando a lamber o meu pau que estava hirto e firme com pequenas mordidelas á volta da glande.

 

     Não sei se podem imaginar aquela situação num espaço fechado dentro de uma tenda de campismo e ouvindo ali perto o bater das ondas ao mesmo tempo que aquele gajo chupava sofregamente o meu pau.

 

     Toda aquela volúpia de amor durou alguns minutos. Estava tentando não acabar com a situação pois na minha mente era comer-lhe o cu então de repente ele pegando numa das minhas mãos levou-a ao seu pau e comecei a masturba-lo.

     Foi rápido- Senti em minha mão todo aquele fluxo de esperma saindo em catadupa do pau dele enquanto o meu com espasmos em todo o meu corpo se foi depositar em grande esguicho em meu corpo.

  Jony, sôfrego como não tivesse tomado o pequeno-almoço veio em meu corpo sorver aqueles milhões de espermatozóides loucos e quase a morrerem por não terem encontrado um local próprio de descanso.

 

     Há muito que não tinha saboreado os meus pestinhas e porque vinham ainda na boca do Jony, quando nos voltamos a beijar sofregamente, misturados com a saliva de ambos até nem eram de mau sabor.

 

        - Gostaste?.. perguntou o gajo.

        - Porra!... Adorei. Nunca esperei que isto acontecesse.

        - Achas que podemos repetir?

        - E os teus colegas? – perguntei ao mesmo tempo que vestia os calções.

        - Devem estar a sair do mar mas não tem importância. Fazemos todos a mesma coisa.

 

     Com aquela declaração fiquei um pouco atrapalhado. Será que tenho de levar com os três? Penei… e um pouco a medo perguntei.

 

-      Mas vocês são todos Gays?

 

.      Não!.. Somos como quais quer outros. Somos primos. Eu sou luso descendente, estou a passar férias em casa deles e numa noite como já estava habituado a estas coisas com meu colegas lá em Londres, desafiei-os e fizemos umas punhetas e uma mamadas e eles gostaram.

 

     Perante tal informação a minha melhor atitude seria o pirar-me dali para fora pois o encontro com mais aqueles dois não augurava nada de bom a meu favor. Estava naquela conjectura quando ouvi o bater de uma prancha no chão. – um deles pelo menos tinha chegado –

 

      Como estava de costas para a entrada não a vi abrir-se mas ouvi o fecho éclair abrir-se devagarinho. Voltei a cabeça e vi a cabeça de um jovem de cabelos molhados e desgrenhados entrar conjuntamente com um corpo atlético e bronzeado ainda com parte do fato de mergulho vestido e com ar de sacaninha comentava:

 

         - Com que então dando lições sexuais ao portuga.

 

     Via-se que o portuga era eu e o professor de anatomia seria o primo Jony.

 

     Com uma pequena gargalhada o Jony comentou:

 

         - Podes entrar que não estivemos a fazer nada de mais.

 

     E ele entrou…

 

     O que se passou a seguir, terás de ver o 2.º Capitulo

 

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

           Nelson Camacho D’Magoito

        “Contos ao sabor da imaginação” (cn-276)

             Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 18:44
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