Quarta-feira, 5 de Novembro de 2014

Um puto Gourmet – II Parte

II Capitulo

 

     Naquele dia fazia um ano que estávamos juntos e por coincidência tal como muitas coincidências que aconteceram desde que nos conhecemos, também era Sexta-feira e resolvi dar algumas prendas ao Carlos.

     Fui busca-lo à escola como era habito às sextas-feiras pois durante a semana cada um ficava em sua casa. Desta vez esperei por ele no tal café onde nos encontramos pela primeira vez. – Veja aqui  » Um Puto Gourmet - I Parte” –

 

I     ndependentemente de quem nos olhava, demos um beijo – como é óbvio não na boca mas na face o que seria normal se se tratasse entre pai e filho e a nossa diferença de idade poderia mostrar isso – Tomamos o cafezinho do costume. Ele foi à máquina tirar um maço de tabaco e quando voltou, veio pelas minhas costas e baixinho comentou:

        - Vens de fatinho e perfumado… Há algo de especial?

       - Não te lembras que dia é hoje?

       - Não me podia esquecer. Fazemos um ano que nos juntámos. E depois?

       - Depois é hora de te dar alguns presentes

       - Não me digas?

       - Primeiro vamos passar por tua casa para te vestires mais convenientemente.

       - Mais convenientemente como? De fato e gravata como tu?

       - Isso mesmo!..

       - E depois o que vai acontecer? Quais são as prendas?

       - A primeira! Vou levar-te ao Casino do Estoril no Estoril ode nunca foste. a jantar e assistir a um espectáculo

       - E a segunda? E a terceira?

       - A terceira está ligada à segunda.

       - Mas que coisa mais complicada.

 

     É assim… Hoje falei com o teu Pai e no Domingo e segunda, vai ter o restaurante fechado e convidou-nos a irmos passar esses dias em Londres. Falei com ele mais de meia hora. Contei-lhe tudo o que há entre nós e se depois desta noite quiseres continuar a ser meu namorado passas a viver comigo. Não deixas o teu apartamento porque há morrer e viver e o sempre não existe, vamos para Londres esses dias, caso contrário, continuamos como até aqui ou não. Cada um na sua casa.

       -Bem essa coisa de falares com o meu Pai não é novidade porque ele quando me manda a mesada fala-me sempre ti. Quanto irmos a Londres e estar pendente de gostar ou não do que se irá passar eta noite isso é que me deixa confuso

          - Mas isso é segredo e serás tu a descobrir.

          - Mais uma vez pareces o meu pai… Sempre com segredinhos mas no fim contava-me tudo…

 

      Esta conversa e outra que não interessa nada foram feitas no carro no percurso a casa dele e depois até ao Casino do Estoril em Cascais onde assistimos a um belo espectáculo de La Féria.

 

     Chegados a minha casa, Carlos como era hábito foi trocar de roupa – Ele já lá tinha em duas gavetas e no guarda-fatos alguma da sua roupa -. Enquanto eu fui tomar um duche e preparar uma bebida. Quando voltei já ele tinha colocado um CD dos Il Divo com o tema “ Regresa a mi”, uma das minhas canções preferidas.

     No banheiro ao ouvir aquele tema, vi logo que ele queria coisa. Não adivinhava é que eu estava na disposição de pela primeira vez me entregar totalmente e então,.. Apressei-me o mais possível.

     Quando sai, vinha de robe e ele que se dirigia para o banheiro passou por mim todo nu e comentou:

         - Hoje estás muito pudico!.. – de facto quando estávamos no quarto andava-mos sempre nus, mas para mim aquela noite seria uma noite especial-.

     Estava deitado e saboreando aquelas musicas e com um copo na mão bebericando quando ele saiu do poliban. Vinha como Deus o deitou ao mundo. Lindo como sempre e com a jovialidade de um Adónis. De pénis murcho acompanhado dos dois tintins. Tudo com medidas ideais para os começar a inchar em minha boca.

         - À medida que se ia aproximando da cama comentou: - Tás agostar? Hoje estás com um olhar diferente!..

        - Não é nada que não ande a ver há um ano.   

        - Sim!.. Mas hoje estás com um olhar diferente.

        - Vem e deixa-te de coisas

 

     Ele afastou o édredon, pegou no copo que eu estava a beber e deitou um pouco no meu dildo e disse:

 

        - Deixa-me acabar o resto…

 

     Depois foi labuzar-me o instrumento até ficar seco, Subiu pelo meu corpo lambuzando-me com os restos daquela bebida misturada com algumas gotículas que já estava saído do meu pénis até à minha boca onde foi misturar com a minha saliva onde permaneceu algum tempo.

     O Cd que estava a tocar acabou e começou outro com o tema “Bailando” na voz de Henrique Iglesias, então com aquele ritmo Carlos veio sentar-se no meu pilão que estava hirto como pau-pedra e disse:

         - Vou cavalgar…. – Ajeitou-se de forma a ser penetrado ao mesmo tempo que se masturbava.

     Tal era a tesão com que estávamos que com meia dúzia de cavalgadas e punhetadas, nos viemos convulsivamente indo o seu esperma depositar-se em todo o meu corpo o qual ele veio sorver.

     Ainda estivemos um pouco com algumas carícias durante algum tempo até que me levantei dizendo:

   Hoje é dia de comemorações. Enquanto vou buscar uma garrafa de champanhe que está no frigorífico à nossa espera, podes ir tomar duche para te retemperares, depois vou eu. Para lhe dar tempo suficiente demorei-me mais um pouco. Quando senti que já não corria água pelos canos voltei para o quarto, onde já estava deitado e entreguei-lhe um flut com o espumante e coloquei o outro na mesa-de-cabeceira e foi a minha vez das higienes necessárias para aquilo que me estava na mente.

 

Ao fim de um ano deixe-o comer-me

 

     Quando voltei do duche mais fresco aquele rapaz lindo e que já me tinha dado tanto prazer estava deitado de barriga para cima e mais uma vez olhei aquele corpo com uns bíceps bem trabalhados e um pénis murcho e deitado sobre a barriga. – Não era muito grande, talvez mais pequeno do normal e como já também tinha tomado duche, estava limpinho. Tinha uma cabecita rosada e deu-me vontade de a beijar. Depois pensei, se até ali eu tinha sido activo, como é que ele reagiria ao que tinha pensado fazer naquela noite? Felação já tinha feito o que era normal mas quanto ao resto? A ver vamos. Pensei.

     Deu-me o amoque e fui pé ante pé até à beira da cama, ajoelhei-me e com a ponta da língua comecei por voltear-lhe o freio -.

     Carlos continuou com os olhos fechados e sem se movimentar o pénis começou a levantar-se e antes que fica-se no seu estado de trabalho, abri os lábios e meti-o na boca e com a minha língua comecei a rodear a sua glande. Então sim!.. Começou a inchar e eu a sentir o prazer daquele pénis a aumentar de volume até minha boca ficar totalmente cheia. Durante uns minutos fiz um pouco de vai e vem até que ele perguntou:

        - Porque estás fora da cama? Sobe…

     Subi tentando ficar ainda com o pénis dele em minha boca mas o movimento não era o melhor e acabei por ficar na posição do sessenta-e-nove.

     Carlos Não se fez rogado e começou também a mamar no meu.- Seria quase impossível virmo-nos novamente pois já o tínhamos feito duas vezes naquela noite então estive-mos naquilo durante algum tempo até que lhe perguntei:

        - Não me queres foder?

        - Mas há tanto tempo que estou à espera disso! – Pensava que era só eu a ser comido.

        - Esta era a terceira surpresa que tinha para hoje! - És capaz de te vir novamente? – Respondo e perguntei logo de seguida.

        - E tu? Com ele lá dentro vais conseguir novamente?

     Não fizemos mais interrogações. Mamei-lhe o pénis mais um pouco de forma a ficar mais molhado e hirto e virei-me de costas para ele. Levantei um pouco uma perna e ajudei-o a apontar aquele mastro no buraco do meu ânus. A partir dali foi ele que começou a trabalhar. Começou por massajar as pregas do meu ânus com a cabeça do seu membro até que lentamente começou a penetrar-me. Não foi muito difícil porque já ia lubrificado pela minha boca e também e também não era muito grande e já começava a sair algumas gotas de esperma do buraquinho do dito. Então fiz pressão com o corpo de forma a entrar o mais possível. Há muito que não levava com um caralho no cú e comecei a excitar-me ao mesmo tempo que ele também bastante excitado pela novidade me ia penetrando       

     Ao sentir o pulsar daquele membro dentro de mim apertei mais as nádegas e ele continuou no entra e sai com mais ritmo. Aquela fricção nas pregas do meu cú estava a levar-me às nuvens de excitação. Ambos gemíamos de prazer até que lhe pedi seguido de um pequeno gemido.

        - Fode-me com força. Dá-me tudo

     Carlos então começou freneticamente num vai e vem mais constante. Veio com uma das mãos ao meu piroco e começou numa punheta ritmada com a penetração.

     Sentia uma tensão que lhe era impossível aguentar e de súbito veio-se violentamente sem deixar de me masturbar, vindo-me também.

     Por segundos tudo ficou negro à minha volta, Creio que a ele também pois não tirou o pénis dentro de mim até começar a murchar e sair normalmente já murcho.  

     Naquela noite de uma maneira ou de outra tivemos uma série de ejaculações e ficamos na mesma posição de conchinha a gozar os momentos finais.

      Mal nos conseguindo mexer de cansaço, ainda reunimos forças suficientes para nos meter de baixo do édredon. Ele enroscou-se em mim fazendo pressão com o pénis de encontro às minhas nádegas e colocou a mão no meu peito. Demasiado cansados para apagarmos as luzes ou mesmo conversar, adormecemos profundamente. Sem antes ainda lhe perguntar:

        - Então? Estamos de acordo? Vamos para Londres?

        - Mas alguma vez te ia deixar? Só quero ver quando vocês se encontrarem.

     Rimo-nos e adormecemos.

 

     Diz-se que tal Pai tal filho. Nem sempre é assim! Mas você gostava de ter tido ma história de vida assim?

Comente em medos.

Fim

Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção

 

           Nelson Camacho D’Magoito

        “Contos ao sabor da imaginação”

             Para maiores de 18 anos

                 © Nelson Camacho
2014 (ao abrigo do código do direito de autor)

Estou com uma pica dos diabos:
publicado por nelson camacho às 00:44
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1 comentário:
De jose henrique coimbra a 5 de Novembro de 2014 às 02:25
Maravilhoso. Obrigado vivi tb cada passo, cada palavra escrita por ti.
Cada momento imaginei-o eu sendo um dos personagens. Abraço e thanks

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