O novo computador
O Pedro como qualquer rapaz da sua idade – acabava de fazer 16 anos- era um bom estudante e já era um krake no computador onde buscava matéria para os seus estudos, mas havia um problema. Ainda não tinha conseguido que os pais lhe oferecessem um portátil. Assim, todos os trabalhos que tinha de efectuar eram sempre no escritório do pai e no seu computador. Ainda havia mais um senão. O computador do pai tinha como um relógio que se desligava todos os dias por volta da dez da noite. Lá em casa toda a vida normal parava àquela hora e pelo menos às onze da noite já todo o mundo tinha de estar na cama.
É óbvio que com tantas restrições lá em casa o Pedro já tinha dado uma mirada nos computadores lá da escola, principalmente no Magalhães do seu colega Fernando, um ano mais velho e que lhe ensinava como se movimentar nos sites sociais e no youtube.
No fim daquele período escolar que antecedia umas pequenas férias houve uma reunião de pais, para discutirem assuntos relacionados entre outros com os aproveitamentos escolares ficando o pai do Pedro todo satisfeito por saber que seu filho era um dos que tinha tido maior aproveitamento conjuntamente com um outro colega, que nada mais era que o seu amigo Fernando.
Naquele dia houve festa lá em casa e palestras ao jantar de incentivo para com o Pedro e com a promessa de que iria receber um computador portátil antes do recomeço das aulas.
Pedro aproveitou logo a euforia de contentamento dos pais para lhes pedir que o seu colega Fernando, o tal segundo da escola começasse a ir lá a casa para estudarem juntos já que o computador do amigo era bastante antigo. E certamente que o que iria receber seria de nova geração.
Aqueles pais embevecidos com os resultados do filho logo se prontificaram em fazer-lhe a vontade.
As férias recomeçaram e a promessa dos pais foi feita. Largaram os cordões à bolsa e compraram um portátil todo XPTO que custou mais de mil euros. Fez-se uma peque na festa para a qual o Fernando foi convidado pois ele é que percebia de informática.
Naquela noite não saíram do escritório lá de casa para as primeiras informações como aquilo trabalhava. Até se deitaram mais tarde e o pai do Pedro foi levar o Fernando a casa, embora morasse mesmo ali ao lado.
Passado aquele momento de euforia algumas vezes depois do jantar o Fernando lá ia dando as sua aula. O tempo foi passando mas era sempre a mesmo coisa, O estudo era sempre feito no escritório do velhote até que um dia o Pedro consegui-o convencer a Mãe para convencer o pai a instalar uma secretária no seu quarto para o computador e assim ficarem mais à vontade nos estudos.
Passado um mês a mudança foi feita.
Secretária e estante nova, computador, disquetes, CDs, livros e outros apetrechos foram parar ao quarto do Pedro que era bastante grande topo suite com casa de banho privada e tudo.
Agora sim. Os rapazes podiam estudar à vontade embora obedecessem aos rituais da casa. Até o Fernando algumas vezes saia da escola directamente para casa do Pedro e lá jantava.
Um dia o Pedro ficou em casa com uma pequena constipação e não foi à escola. No dia seguinte que era sexta-feira embora estivesse melhor também não foi. Telefonou ao seu amigo a contar-lhe o sucedido e meteu-se na cama com o computador ao colo.
Não lhe apetecia estudar mas cuscar o Youtube umas musicas e uns filmes, até aparecer um que tinha o título “ Emanuelle a diva” Vamos lá ver o que é isto?.. Pensou….
A cena nada tinha de especial.
Passava-se numa suit de hotel onde para além de uma cama bastante grande havia também um cadeirão de baloiço tipo Emanuelle onde poisava um robe se seda negro e transparente com vários bordados a vermelho. Espalhadas pelo quarto algumas velas estrategicamente colocadas e acesas. Ao mesmo tempo que batiam à porta de uma outra envidraçada saia uma mulher linda de roupa interior. Atravessava o quarto indo abrir a porta da qual entrava um homem bem-apessoado vestido de jins camisa aberta de onde se vislumbrava os bíceps bem trabalhados trazendo uma garrafa de espumante e duas taças.
Beijaram-se. A rapariga foi andando para trás até ao cadeirão onde se refastelou. O homem no caminho foi enchendo as taças de espumante. Bebeu de uma e deu a outra a beber à sua amada que ao mesmo tempo lhe despia a camisa em grande fúria.
Uma das taças verteu pelo corpo da mulher, Foi a vez do amante tão esperado arrancar primeiro o sutiã e ir depositar seus lábios entre os seios da mulher já ardente de prazer. Como por magia e com toda a fúria que uma situação daquelas pode causar, as cuecas dela foram arrancadas e as calças deles foram despidas.
O Machão como bom macho latino, abriu-lhe as pernas e foi mordiscar-lhe o clitóris. Ela retorcia-se de prazer pois aquela língua estava a fazer um trabalho perfeito. O machão já de pau erecto pegou nela ao colo e levou-a para a cama mesmo ali ao lado. Abrindo-lhe as pernas mais uma vez lá foi ele direito ao clitóris continuando com o que tinha começado no cadeirão. A coitada verificando que nunca mais era fudida e julgando que ele queria outra coisa, virou-se ficando de rabo para ele. Foi então quando ele, segurando-lhe nas ancas a puxou para si e começou a comer-lhe o cú.
Nesta altura já o nosso Pedro deitava a língua de fora e mordiscava a mesma enquanto se ia masturbando.
O seu pensamento já estava no meio da cena não comendo o cú da mulher mas lambendo-lhe a rata quando bateram à porta.
Todo atrapalhado encolheu-se todo e fechou o computador e perguntou:
- Quem é?
- É o Fernando.
Como é óbvio o nosso rapaz ficou pior que estragado e com as faces vermelhas disse para entrar e fechar a porta.
- Epá! Está todo encarnado. O que é que estava a ver?
- Estava a ver um filme com uma gaja a levar na peida.
- Mostra lá.
Pedro abriu i computador e lá estava ela a levar com aquele raralhão.
- Epá!.. Já vi esse filme uma serie de vezes e o melhor ainda está para vir.
Fernando não esteve com meias medidas e foi fechar a porta do quarto às chaves enquanto pelo caminho se ia despindo e já todo nu meteu-se na cama do amigo comentando:
- Agora é que vai ser giro.
Efectivamente lá no filme. Um outro rapaz entrava porta dentro e dizia que também queria.
Se até ali a coisa não estava a correr mal, pois nada mais era que um filme pornográfico heterossexual a coisa passou a não ser normal pois o que entrou também se despiu como o Fernando e já de pau feito logo apontou o seu pau no cú do que já lá estava passando a ser um filme gay que o Pedro nunca tinha visto.
Com aquela confusão toda Pedro nem nutou que o amigo já lhe estava segurando na gaita criando-lhe uma secação embora estranha mas de prazer.
- Queres imitar os gajos? Perguntou o Fernando ao mesmo tempo que se virava de costas e não largando aquele pau hirto o apontava ao seu ânus. Fez pressão e já com a experiência que tinha não custou muito a ser penetrado.
Pedro estava ater a sua primeira relação sexual e com tal gosto que rapidamente se veio dentro do amigo.
- Porra!.. Nem deste tempo a eu me vir, - comentou o Fernando.
Pedro muito atrapalhado e ainda com ele lá dentro só pedia desculpa.
Fernando já habituado aquelas coisas e muito sabido deixou-se ficar gozando quele pau dentro de si que nunca mais murchava até que virando a cabeça beijou os lábios do amigo e perguntou-lhe.
- Queres-te vir novamente? Agora somos só nós. O filme já acabou.
Efectivamente o filme já tinha acabado e já estavam deitados de peitos juntos ficando o Pedro por cima do Fernando e com os instrumentos de trabalho sexual roçando-se. Pedro sem ainda entender o que se estava a passar, ia beijando a boca do Fernando que sabido, ia retorquindo trabalhando com a sua língua na língua do amigo que estaria dentro em breve pronto a outras aventuras.
Fernando segurando-lhe na cabeça foi conduzindo-a até aos seus mamilos que rijos de tanto prazer aquele foi mordiscando. Momentos depois já estava, talvez julgando estar lambendo a rata da mulher que tinha visto no filme começou por meter a língua no umbigo do amigo. Dali até ao pénis do Fernando foi um passo que sorveu com sofreguidão ao sentir as suas nádegas a afastarem-se por pressão das mão do amigo que entretanto tentava lubrificar-lhe aquele cú que iria deixar de ficar vigem dentro de momentos.
- Queres sentar-te na minha piroca? – Dizia o Fernando ao mesmo tempo que puxando seu corpo a si, lhe afastava as pernas afastava as nádegas e apontava calmamente o seu pénis naquele cú apertadinho mas já bem lubrificado. Todo o corpo do Pedro descaiu guinchou um pouco e já estava todo lá dentro.
- Agora sim!... Vamo-nos vir os dois.
Talvez por o pénis do Fernando ser fino e comprido acabou por tocar na próstata do Pedro que mais uma vez ganiu de prazer cavalgando insistentemente ao mesmo tempo que se masturbava e se vinha pela segunda vez em tão curto espaço de tempo.
Exaustos caíram para o lado, abraçaram-se e ali ficaram até de manhã.
No dia seguinte
Se não fosse o bater insistentemente à porta do quarto, eles não tinham acordado tão cedo.
Do lado de lá ouvia-se uma voz feminina:
- Não me digam que estiveram a estudar toda a noite.
Pedro atrapalhado levantou-se e foi destrancar a porta voltando a correr para a cama tentando esconder o amigo mas a mãe que não era parva:
- Espero que tenham estudado bastante mas pelo desarrumo do quarto espero que se tenham portado bem. O teu pai já saiu, escusa de saber que o Fernando ficou cá e vejam se descem para pequeno-almoço.
Passado algum tempo ambos desceram. Na cabeceira da mesa estava a velha senhora mandando seu filho e o amigo sentarem-se a seu lado.
Perante tal atitude ambos rodearam a senhora e a beijaram nas faces e sem mais palavras tomaram os seus lugares.
A velha senhora no alto da sua sabedoria comentou:
- Quando se juntarem para estudar não deixem o quarto naquela bagunçada que cá em casa não há criados
Pedro com o maior sorriso do mundo e piscando o olho ao Fernando respondeu:
“ Descanse Mãe que a partir de hoje vamos ter mais cuidado”
Se mais tarde ouve alguma conversa especial entre aquela Mãe e Pai, não se sabe.
Sabe-se que até completarem o curso o Fernando ficava muitas vezes com o Pedro.
Mãe que é mãe, trata bem da sua Prol.
-------------------- FIM ----------------------
Qualquer semelhança com factos reais é mera coincidência, ou não! O geral ultrapassa a ficção
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação” (cn-263)
Para maiores de 18 anos
© Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)
. A busca de ser importante...
. Um dia, num lar de idosos...
. A prostituição mora no Pa...
. Sai do armário e mãe pede...
. Depois de "All-American B...
. Crónica de um louco senti...
. “Porque razão é preciso t...