Um transeunte escorregou na rua, caiu, e foi levado para a urgência de um hospital particular ali perto, de índole católica e administrado por freiras.
Verificou-se que teria que ser urgentemente operado ao coração, intervenção o que foi realizada com total sucesso.
Quando acordou, tinha ao seu lado a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
- Caro senhor, sua operação foi bem-sucedido e o senhor está salvo… no entanto há um assunto que precisa de ser resolvido: Como é que o senhor pretende pagar a conta do hospital?
E a cobrança começou...
- O senhor tem seguro-saúde?
- Não, Irmã.
- Tem cartão de crédito?
- Não, Irmã.
- Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, Irmã.
A freira começou a ficar com suores frios, antevendo a tragédia de perder o dinheiro da conta hospitalar. Mas prosseguiu com o questionário:
- Em cheque então, o senhor pode pagar?
- Também não, Irmã.
Nessa altura, a freira já estava à beira de um ataque de nervos, mas prosseguiu:
- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
- Ah... Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não sei se ela pode pagar...
A freira, corrigindo-o disse:
- Desculpe que o corrija senhor, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse.
Elas são casadas com Deus!!!
- Magnífico! Então, por favor, mande a conta para o meu cunhado!
E assim nasceu a expressão: "DEUS LHE PAGUE"
Nelson Camacho D’Magoito
“Contos ao sabor da imaginação” (cn-275)
Para maiores de 18 anos
© Nelson Camacho
2015 (ao abrigo do código do direito de autor)
. Sai do armário e mãe pede...
. Depois de "All-American B...
. Crónica de um louco senti...
. “Porque razão é preciso t...